CREC



IX Rally de Arganil




Programa

Dia 05 de Outubro de 2011 (Quarta - Feira)

09:00 - Abertura das inscrições

Dia 03 de Novembro de 2011 (Quinta - feiras)

24:00 - Encerramento das inscrições

Dia 05 de Novembro de 2011 (Sábado)

08:00 horas - Abertura do secretariado (Centro Empresarial e Tecnológico)

08:00 horas - Inicio dos reconhecimentos

12:00 horas - Fim dos reconhecimentos

14:00 horas +lniclo das verificações técnicas (Quartel dos Bombeiros V. Arganil)

18.30 horas - Fim das verificações técnicas

19.30 horas - Entrada das viaturas em parque fechado (Ao lado do centro Empresarial

e Tecnológico)

21:00 horas - Partida PEC I (Prólogo) Largo da Feira e Sub Paço Arganil

Dia 06 de Novembro de 2011 (Domingo)

09:00 horas - Abertura do secretariado (Centro Empresarial e Tecnológico)

09:30 horas - Entrada das viaturas em parque fechado

11:00 horas - Partida do parque fechado 1º concorrente

11:10 horas - Partida PEC II-1º Concorrente Arganil-1

13:52 horas - Partida PEC III-1º Concorrente Arganil- 2

19:00 horas - Entrega de Prémios com jantar convívio (Quartel dos B. V. Arganil)



http://www.fotoslente.com/


NUNO DINIS

MIGUEL RAMOS SPORT




Barcelona e a grande Final




A última e decisiva ronda do International GT Open está ao virar da esquina com a visita este fds ao circuito da Catalunha, perto de Barcelona.

Podemos aguardar por duas excitantes corridas na Catalunha tendo a luta pelo título como principal destaque. A classificação geral do Campeonato é liderada pela dupla Moncini/Montermini com 168 pontos, seguidos por Ayari com 1...67. Eu estou logo a seguir com 151. Uma desvantagem considerável, mas que não é de todo impossível de recuperar, pelo que se prevê um fim-de-semana de alta voltagem na Catalunha.

Como sempre, a visita a Barcelona é especial com participantes de última hora a aderir ao evento, ajudando a engrandece-lo ainda mais. Para além dos habituais participantes no International Open GT, a grelha será composta pelos carros do Campeonato de España GT que disputam a sexta (ultima) e também decisiva corrida.

Esta particularidade, provoca um novo figurino para o evento: A corrida de 70 minutos a disputar no Sábado, terá carros de ambos os Campeonatos, enquanto na de Domingo e com 50 minutos de duração, os Super GT e os GTS/GT LIght, terão corridas em separado.

Obviamente os concorrentes do International GT Open e do España GT, contabilizarão pontos para os seus respectivos campeonatos, sem pontuar nem retirar a atribuição de pontos da outra competição.

Os aficionados terão em Barcelona a oportunidade de usufruir de um fantástico programa de corridas, pois haverá também corridas do European F3 Open, FIA Formula Two, Lamborghini Super Trofeo e da F. Abarth European Series Selenia.

Como de costume, o International GT Open e a F3 terão cobertura televisiva nos canais habituais: Motors TV (pan-European), Nuvolari e Primocanale (Italia), Teledeporte e Canal + Deportes (Espanha), Sport TV (Portugal) e Orange TV Sport (Polónia), para além da habitual live streaming TV em http://www.miguelramossport.com/  ou aqui na sua página do Facebook.



Sábado, dia 29 de Outubro
16:25 Race 1 cet

Domingo, dia 30 de Outubro
12:25 Race 2 cet



Na SportTV conforme o programado à data:

Sábado, 29 de Outubro
15:25 Race 1 SportTV3 (directo)

Domingo, 30 de Outubro
15:00 Race 2 SportTV3


NUNO DINIS
foto: MIGUEL RAMOS SPORT

NUNO MATOS



Depois de um início auspicioso, com o 4º melhor tempo absoluto no Prólogo, dupla de Portalegre enfrentou sucessivos problemas mecânicos na etapa de hoje, vindo a terminar no 23º lugar


Problema de caixa limita prestação de Nuno Matose Filipe Serra na última etapa da Baja Portalegre


Derradeira prova do ano do calendário nacional e internacional de todo-o-terreno, a 25ª edição da Baja Portalegre 500 não correu da melhor forma a Nuno Matos e Filipe Serra, com a dupla de Portalegre a não conseguir melhor que o 23º lugar final na sequência de sucessivos problemas mecânicos no seu Astra Proto ao longo da etapa de hoje. “Foi realmente um dia para esquecer. Confirmando os nossos piores receios da véspera, os problemas começaram logo aos primeiros quilómetros do setor inaugural e persistiram mesmo até final. Na verdade, só com muito esforço e persistência conseguimos atingir o final. Infelizmente, nem isso foi suficiente para conseguirmos confirmar o vice-campeonato absoluto, que falhámos por dois escassos pontos”, explicou um desolado Nuno Matos à chegada a Portalegre. Se o 4º lugar alcançado no Prólogo de ontem até abria excelentes perspetivas à equipa, cedo se tornouclaro que esta 25ª edição da Baja Portalegre 500 iria colocar dificuldades acrescidas à dupla que tinhavencido a anterior etapa do calendário português.“Durante o troço da manhã, o carro entrou sucessivamente em modo de segurança nas partes rápidas do percurso, precisamente quando o turbo estava em máxima carga. Perdemos imenso tempo, mas ainda assim conseguimos estar entre o top-10, deixando tudo em aberto para a parte da tarde”,recordou o piloto. Após a paragem na assistência, a equipa decidiu retirar pressão ao turbo, procurando remediar o problema. E embora limitado em potência, Nuno Matos até começou bem o segundo e mais longo setor desta baja, recuperando duas posições e subindo até 8º da geral.Contudo, os problemas regressaram pouco depois,“quando à saída de uma curva lenta ficámos com a caixa encravada em 1ª velocidade. Cheguei a pensar que a prova terminaria ali… Mas, após várias tentativas e muitos minutos perdidos, conseguimos engrenar a 3ª velocidade e seguir assim até final. Foi um esforço tremendo que, infelizmente, não chegou para segurar a vice-liderança do campeonato. Em todo o caso, fica a certeza de que tudo fizemos para alcançar este objetivo num ano que serviu essencialmente de adaptação ao novo carro”, disse ainda Nuno Matos, no final de uma época em que subiu ao pódio por duas vezes e festejou a sua primeira vitória de sempre à geral numa prova do Campeonato. “Apesar de tudo, provámos que conseguimos já andar ao nível dos mais rápidos e que a aposta peloAstra Proto, no início desta época, foi a mais acertada, pois trata-se de um carro com um enorme potencial competitivo. É isso que espero continuar a provar ao longo do próximo ano”, conclui NunoMatos.


NUNO DINIS

ARC SPORT - TT





ARC SPORT EM FORMA NA FESTA DO TT




Fernando André perto dos lugares da frente

João Pais foi terceiro no Desafio Mazda



Para a ARC Sport foi gratificante regressar às azáfamas do TT numa prova de enorme prestígio, comemorando ao mesmo tempo os 25 anos de uma competição que é uma referência em termos internacionais. Ficou provado que a equipa de Aguiar da Beira também está bem oleada ao nível do todo o terreno. Dois carros à partida e dois carros à chegada, sem qualquer tipo de problemas mecânicos durante uma prova muito dura e selectiva.

Fernando André e Luís Gomes efectuaram uma prova segura, ganhando confiança na condução do Renault Mégane Proto com o decorrer dos quilómetros. Mais um teste positivo passado com distinção. A equipa alcançou o 11º lugar final, numa prova recheada com concorrentes de topo.
“Foi muito agradável estar presente em Portalegre e correr perante imenso público, o que é de facto um prazer. Apesar do bom tempo que se fez sentir, a prova foi bastante dura, mas o carro foi de uma fiabilidade extrema, nunca dando qualquer tipo de problemas ao longo da prova, o que espelha o bom trabalho efectuado pela ARC Sport. Penso mesmo que o nosso carro nunca esteve tão bom. Em relação à nossa classificação, é necessário não esquecer que este ano a concorrência foi bastante maior, pois esta Baja estava recheada com equipas de grande qualidade, tanto a nível nacional como internacional. Andámos o que estava ao nosso alcance”, afirmou Fernando André.

Com dois títulos consecutivos no Desafio ELF-Mazda (2009 e 2010), João Pais esteve longe da sua habitual agressividade. Sem qualquer pretensão em termos de pontuação, João Pais e José Janela alcançaram, mesmo assim, o 3º lugar entre as Mazda BT 50.
“Não estive à altura do carro, que se mostrou sempre em perfeitas condições. Quebrei fisicamente no início do sector mais longo, e foi bastante difícil chegar ao fim. Quero deixar os meus sinceros parabéns ao João Rato pela excelente vitória alcançada. Em relação ao futuro, vamos continuar bastante esperançados” concluiu João Pais.

A equipa da ARC Sport efectuou um excelente trabalho na dura e exigente Baja de Portalegre. Pedro Patrocínio, responsável pelo departamento de TT da casa de Aguiar da Beira, faz um balanço positivo.
“Quero dar os meus parabéns ao Fernando André e ao João Pais pela resistência evidenciada ao longo de uma prova muito dura e exigente em termos físicos e mecânicos. Terminar uma prova mítica como esta, sem qualquer tipo de problemas nos dois carros é excelente. Toda a equipa está de parabéns pelo trabalho realizado. Hoje, em escassos quinze minutos, os nossos técnicos conseguiram fazer um trabalho impecável para garantir a resistência necessária para enfrentar a parte mais exigente e longa desta Baja”, referiu o responsável da ARC Sport.







NUNO DINIS
fotos: ALBANO LOUREIRO-ARC SPORT

BAJA VODAFONE PORTALEGRE 500


AUTOS


Filipe Campos ganha com recital de condução



Após os dois furos no sector matinal do segundo dia da Baja Vodafone 500 Portalegre, Filipe Campos arrancou da parte da tarde para uma exibição de sonho, coroada com a quinta vitória no evento organizado pelo ACP, batendo Helder Oliveira por 2m41s e Miguel Barbosa por 2m53s. Com este resultado Filipe Campos torna-se assim no recordista de vitórias na mais mítica das provas nacionais de todo-o-terreno.

A concorrência bem tentou conter o avanço do Mini, mas Helder Oliveira e Miguel Barbosa tiveram de se render ao andamento imposto pelo piloto nortenho, passando a lutar pelo segundo posto, numa batalha em que o homem do Nissan acabou por levar a melhor por escassos 12 segundos. A "armada" russa afundou-se na última especial: Novitskiy terminou apenas em quinto e Gadasin em sexto, numa altura em que Pedro Grancha esteve também em bom plano, assinando a quarta marca, na frente de Ricardo Leal dos Santos, o que lhe permitiu minimizar as perdas e saltar para o sétimo lugar final, enquanto o piloto do Mini terminou no quarto lugar absoluto.

Depois dos azares da manhã, Filipe Campos reconhece que arrancou “com um bocadinho de raiva. Queria muito ganhar esta prova e dei tudo até ao último quilómetro. Fui sempre no limite. O carro é fantástico e embora não esteja totalmente ao meu gosto, da parte da tarde a nível de travagem e suspensão estava já bastante melhor. Mais uma vez esta prova foi um exemplo de organização e o terreno estava muito bom, embora existissem zonas ainda com alguma lama”, frisou no final o vencedor das bodas de prata da Baja Vodafone 500 Portalegre.

Mas se Filipe Campos estava satisfeito, igualmente contente estava Helder Olliveira. “Correu muito bem. Foi pena só ter dois pneus novos para colocar à tarde, pois com velhos atrás ao fim de 40 ou 50 quilómetros já estava à procura do carro. Foi o meu melhor resultado aqui e de todo não estava à espera, embora depois do que se passou de manhã tivesse chegado a acreditar que podia mesmo vencer, mas o Filipe esteve soberbo e o carro dele é de outro nível. No final tive de atacar um pouco para passar o Miguel e consegui”, afirmava no final muito satisfeito o piloto de Barcelos.

Resignado estava Miguel Barbosa. Apesar de ter feito uma prova em que “tudo correu bem, não deu para mais. Nas zonas mais lentas ainda consigo ganhar qualquer coisa, mas depois nas partes rápidas não tenho hipótese. Conseguimos chegar ao pódio, mas não na posição de que gostaríamos, ainda assim foi bom. Somamos a pontuação máxima para o campeonato e cumprimos na plenitude os objectivos que tínhamos para este ano”, concluiu o novo campeão nacional de todo-o-terreno.

Quanto aos pilotos russos, que lideravam ao final da manhã, tiveram uma tarde para esquecer. Leonid Novitskiy furou, ao passo que Boris Gadasin foi sempre perdendo tempo para os mais rápidos, terminando apenas no sexto lugar, a 13 minutos exactos do vencedor, enquanto o homem do Mini fechou o “top five”, a 8m28s do vencedor.

Em jogo em Portalegre em termos nacionais estava o título do Agrupamento T2. Mário Dinis Lucas fez o que lhe competia e venceu, com o próprio a reconhecer “que esta vitória aqui vale como um título. Correu muito bem”. Mas a festa maior acabou por ser feita por Carlos Almeida que, graças ao terceiro lugar, garantiu o título.

No Desafio Elf/Mazda vitória tranquila de João Rato, que desta forma se mantém imbatível em 2011 nesta iniciativa monomarca.





NUNO DINIS
foto: OFICIAL

BAJA VODAFONE PORTALEGRE 500


MOTOS



"Passeio" de António Maio em Portalegre




Teve pouca história a luta pela vitória nos 25 anos da Baja Vodafone 500 Portalegre no que diz respeito às motos, com António Maio a impor um ritmo impossível de seguir por parte da concorrência. Os adversários aparentemente mais fortes foram capitulando, com nota de destaque para os abandonos de Hélder Rodrigues e Paulo Gonçalves, ambos por avaria mecânica.

Depois de vencer o prólogo, Maio tinha a vantagem de poder escolher a posição de partida e optou por arrancar no terceiro grupo de pilotos, para assim poder gerir melhor a corrida e não ter a missão de abrir a pista. A estratégia resultou em parte, pois rapidamente o homem da Yamaha passou para a frente e foi mesmo o primeiro a percorrer grande parte da prova. “Se soubesse que seria assim, se calhar tinha optado por partir ainda mais atrás. Antes da primeira assistência cheguei ao comando e depois foi ir gerindo o ritmo. Esta é uma corrida muito longa em que é preciso controlar o desgaste da moto e o físico. O piso não estava muito demolidor, tinha bastante tracção, o que para nós é muito bom, e consegui fazer uma prova sem sustos. Ganhar em Portalegre tem o mesmo sabor de um campeonato. O reconhecimento e o retorno ao ganhar esta corrida é superior a ser campeão nacional, por isso voltar a ganhar aqui e logo nos 25 anos da prova, com um lote tão alargado de inscritos, tem um sabor especial”, explicou no final António Maio.
O vencedor terminou com mais de 17 minutos de vantagem sobre Luís oliveira, espectacular na sua estreia no todo-o-terreno, com o piloto da Yamaha YZ a coroar a sua entrada na disciplina, logo na prova mais emblemática, com o segundo lugar do pódio. “Senti-me muito bem fisicamente e, apesar da prova ser dura, não tive qualquer problema. Foi uma boa experiência que gostava de repetir, mas talvez só em Portalegre. Esta é uma prova especial, que já tinha vontade de fazer há bastante tempo e agora tive oportunidade de concretizar esse desejo”, referiu o piloto.

Mais conturbada foi a corrida de Fausto Mota, que chegou ao final sem travão dianteiro: “Após a última assistência, um pau danificou o travão da frente e vim assim até ao final. Ser terceiro em Portalegre é um resultado fantástico e tem um sabor especial”, rematou o terceiro classificado.

David Megre lutou pelo pódio até ao final, mas acabou por terminar em quarto, na frente de Nuno Silva que fechou o “top five”.








NUNO DINIS
foto:OFICIAL

ARC SPORT - TT


BAJA VODAFONE PORTALEGRE 500



ARC SPORT NO LUGAR CERTO! 


Um simples aperitivo para uma prova dura e exigente. Foi o que se passou em pouco mais de cinco quilómetros do prólogo da 25ª Baja Vodafone Portalegre 500, vencido com devoção por Miguel Barbosa. Com fervor e entusiasmo estiveram também os dois pilotos apoiados pela ARC Sport na prova rainha do TT. Fernando André e Luís Gomes levaram o Renault Mégane Proto ao 18º lugar, posição que permite à equipa enfrentar os duros sectores de amanhã com a calma necessária para conquistar mais um bom resultado. João Pais e José Janela estiveram rápidos e impecáveis nos comandos da Mazda BT 50. O duplo vencedor do Desafio ELF-Mazda (2009/2010) obteve o segundo melhor tempo da competição monomarca, colocando-se com dois segundos de vantagem frente ao actual comandante dos Desafios. Uma prova que promete evoluções positivas para os pilotos ARC Sport, nos dois longos sectores selectivos de Sábado.





NUNO DINIS
fotos: ALBANO LOUREIRO-ARC SPORT

BERNARDO SOUSA


RALLYE DU VALAIS




BERNARDO SOUSA FORÇADO A ABANDONAR QUANDO ERA LÍDER




Bernardo Sousa demorou hoje muito pouco tempo a chegar à liderança do Rallye du Valais, a última etapa do Campeonato da Europa de Ralis da FIA, com a dupla a colocar o Peugeot 207 S2000 na frente da classificação na segunda classificativa do dia, e na seguinte, ampliaram a sua vantagem para mais de um minuto sobre os mais directos adversários.

Com um bom andamento, sem correr riscos, e apesar de terem apenas tracção traseira desde o início do dia, a dupla do Team Quinta do Lorde que se estreava quer na prova, quer com este carro, via-se em boa posição de lutar pela vitória neste rali, mas pouco depois a mecânica do Peugeot acabou por deitar por terra as suas aspirações, com a transmissão a ceder definitivamente e a levar ao abandono da equipa.

Foi um Bernardo Sousa bastante desapontado que afirmou o seguinte: ”a prova estava a ser boa e nem sequer estávamos a forçar o andamento. Estava a tirar partido do carro, que estava a corresponder em termos de prestação, e terminar desta forma foi muito decepcionante.”

Ainda sobre a desistência, “ficamos sem tracção à frente na ligação para a primeira classificativa do dia e queríamos chegar ao parque de assistência para resolver o problema, mas no início da sétima classificativa, nem dois quilómetros fizemos. Partiu-se uma peça na zona de encaixe da transmissão no cubo da roda, moeu todo aquele sector partindo os apoios da roda que ficou solta e ficamos sem direcção, acabando encostados a um morro na classificativa.”
“Dentro do azar ainda acabámos por ter alguma sorte pois era uma zona lenta de segunda velocidade, mas se a quebra fosse numa zona rápida, as consequências podiam ter sido bem piores pois o carro foi para onde quis e passamos a ser apenas passageiros, comigo agarrado ao volante sem nada poder fazer para controlar o carro.”
“Só soube que estava com uma vantagem tão grande após desistirmos, pois não queríamos sequer controlar os tempos dos restantes concorrentes pois vencer nunca foi o objectivo final nesta oportunidade de testar o Peugeot. Agradeço a todos os que nos apoiam e pessoalmente lamento imenso não lhes ter podido oferecer um bom resultado e quem sabe uma vitória, mas hoje não era o dia de isso acontecer. É aos nossos fãs, família, amigos, equipa e parceiros que deixo as minhas palavras finais, certo de que vou continuar a contar com todos no futuro.”

Neste momento ainda não se sabe se Bernardo Sousa e Paulo Babo regressam amanhã em “super-rali” ao Rallye du Valais, sendo essa informação actualizada mais tarde na página do Facebook do piloto



NUNO DINIS
foto: OFICIAL

BAJA VODAFONE PORTALEGRE 500


AUTOS


Miguel Barbosa dá o mote em batalha lusitana




Como se esperava foram os portugueses a ditar o ritmo no Prólogo que abriu a edição 2011 da Baja Vodafone 500 Portalegre. Apesar da presença de algumas estrelas do panorama internacional, com natural destaque para Leonid Novitskiy e Jean-Louis Schlesser, foi Miguel Barbosa a ditar o ritmo, mas o piloto do Mitsubishi Racing Lancer por pouco não foi surpreendido por Ricardo Leal dos Santos, que cedeu apenas nove décimos.

Na estreia com o Mini All4racing, Filipe Campos assinou a terceira marca, a 2,5s. No Agrupamento T2 o mais rápido foi o regressado Edgar Condesso, enquanto no Desafio Elf/Mazda, Bruno Oliveira bateu toda a concorrência. Entre os pilotos do Evento Nacional, o mais rápido foi Vitor Caeiro.

Aliás, o equilíbrio foi a nota dominante do arranque da comemoração das bodas de prata da Baja Vodafone 500 Portalegre, para além do imenso público presente, com os 10 primeiros a caberem em menos de 14 segundos, num lote em que constam Nuno Matos, Mathias Kahle, Boris Gadasin, Rui Sousa, Leonid Novitskiy, Hélder Oliveira e Vladimir Vasilev, o que abre excelente perspectivas para uma grande corrida ao longo dos mais de 400 quilómetros. Essa é uma luta em que já não vai estar Ricardo Porém, que não conseguiu colocar o carro a trabalhar para sair do parque fechado.

Como é habitual Miguel Barbosa ganhou o prólogo que, segundo o piloto, «correu dentro da normalidade, embora pudesse ter sido melhor. Para os dois sectores finais é indiferente largar na frente, embora reconheça que quem sai atrás controla melhor a corrida. No entanto, o carro está óptimo e por isso vou impor um ritmo forte desde o início. Apesar de não ser uma obsessão, até porque já ganhei aqui, é sempre um prazer ganhar em Portalegre e é isso que vou procurar fazer uma vez mais», afirmou.

Ricardo Leal dos Santos teve um excelente início de prova, assinando a segunda marca, perdendo menos de um segundo para o mais rápido: «Foi bom, mas não sei se esta é a posição ideal. Acho que deviam fazer como nas motos, deixar os mais rápidos escolher a posição de partida. Para o segundo dia de prova o objectivo é o pódio e para isso contamos com um carro fantástico que passa por cima de tudo de uma forma impressionante».

Na estreia com o Mini, Filipe Campos considerou o terceiro lugar «quase uma vitória. Perder apenas 2,5s para o Miguel é excelente. Vou para ganhar como sempre, apesar desta ser a minha estreia com o carro e deste ter um comportamento diferente do BMW, sobretudo ao nível da estabilidade», explicou o portuense.
Em Portalegre está Jean-Louis Schlesser, que tripula um carro de quatro rodas motrizes «já a pensar no próximo ano. Vou tentar ser o mais rápido possível, mas sei que é muito difícil ganhar a Taça do Mundo, pois para isso teria de ficar na frente do Novitskiy e não me parece possível. É uma alegria regressar a Portugal e logo numa prova tão especial como a comemoração dos 25 anos da Baja Portalegre», referiu o francês.
O segundo dia de prova começa bem cedo, com um sector selectivo de 172 quilómetros, e a partir das 12h30 os pilotos de automóveis arrancam para os derradeiros 253 quilómetros competitivos da 25ª edição da Baja Vodafone 500 Portalegre. Enquanto isto, os motards fazer essa distância numa única especial em linha, a partir das 09h05.






NUNO DINIS
foto: OFICIAL

BAJA VODAFONE PORTALEGRE 500



MOTOS


António Maio mais rápido ao sol do Outono




Com uma lista de inscritos de elevado nível, onde se destacam nomes como Hélder Rodrigues, Paulo Gonçalves, Ruben Faria, António Maio e Jakub Przygonski, o prólogo deu já o mote pelo que se espera ao longo dos 400 quilómetros da prova, mas ainda assim a ingrata tarefa de abrir a pista pode ter um papel importante.

António Maio foi o mais rápido, com o piloto da Yamaha a assumir que vai escolher sair mais atrás, para poder gerir melhor a corrida: “Correu bem, porque ganhei, mas estou a estrear uma moto e não estou satisfeito com a afinação. Vamos mudar para o segundo dia. O facto de ter sido o mais rápido permite-me escolher a posição de partida e vou largar mais atrás, porque é mais fácil gerir a corrida e porque a motivação de alcançar quem sai na frente é maior. Por vezes, estando sozinhos no comando da corrida, acabamos por ter quebras de ritmo. A pista está muito boa, com excelente tracção, mas Portalegre é Portalegre, é uma corrida longa e muita coisa pode suceder”, explica o líder das duas rodas.

Luís Oliveira foi um surpreendente segundo classificado na sua estreia em Portalegre: “Melhor era difícil. É a minha estreia na corrida e é um desafio novo, mas são estes momentos que nos fazem crescer”, explicou. Paulo Gonçalves foi o terceiro mais veloz e gostava de repetir a vitória de 2001. “O prólogo correu bem. Vamos ter uma partida à antiga, com quatro motos lado-a-lado e por isso vou arrancar na frente, pois este ano apenas o primeiro pode escolher a posição de partida. Vai ser uma boa corrida, o piso está com muita tracção, sem pó, e gostava de conseguir ganhar esta corrida de celebração dos 25 anos da Baja Portalegre”, disse um dos principais pilotos nacionais.

Depois de conquistar a Taça do Mundo e de ganhar o Rali de Marrocos, Hélder Rodrigues chega a Portalegre sem pensar muito na vitória. “Nesta altura não posso correr riscos. Para além disso estou cansado e com gripe, pelo que a minha preocupação vai ser rolar e não estar preocupado em ganhar”, afirmou o piloto que ainda assim assinou o quinto tempo no prólogo.

Ruben Faria está a recuperar de uma lesão e a preocupação é “conquistar o título da classe TT3. Basta-me ser 10º para conquistar o título e por isso fiz um tempo mau para poder chegar às assistências e saber quantos pilotos da classe estão à minha frente para poder controlar a corrida”, referiu o algarvio.

Os 25 anos da Baja Vodafone 500 Portalegre arrancaram com os concorrentes da Maxi Baja, onde Tomás Salgado foi o mais rápido. Seguiram-se os pilotos da Classic Baja, onde pontificam os heróis de outros tempos e onde António Oliveira foi o melhor, batendo Paulo Marques.

Equilibrada foi a passagem dos Buggy pelo prólogo da edição comemorativa das bodas de prata da mais emblemática prova de todo-o-terreno do país: Rui Serpa fez jus ao favoritismo, mas bateu Marco Grilo por escassos 29 centésimos de segundo. Ainda nas quatro rodas, mas nos Quads, Óscar Montoya foi o mais veloz, com o espanhol a derrotar Roberto Borrego por menos de um segundo (0,68s), ficando André Mendes com a terceira marca.





NUNO DINIS
foto: OFICIAL

BERNARDO SOUSA




BERNARDO SOUSA COM ENTRADA DE LEÃO NO RALLYE DU VALAIS



Arrancou ontem à tarde o Rallye du Valais, a última etapa do Campeonato da Europa de Ralis da FIA, e onde Bernardo Sousa e Paulo Babo estão a competir com um Peugeot 207 S2000.

... A dupla de pilotos do Team Quinta do Lorde ocupa neste momento a quinta posição no rali, decorridas que estão 3 classificativas desta prova que vai terminar no próximo Sábado na Suíça, intrometendo-se desde logo na luta dos pilotos locais com os experientes pilotos italianos, Luca Rosseti e Luca Betti, todos eles com um maior conhecimento do terreno em relação ao piloto luso que participa pela primeira vez neste rali.
Na primeira e segunda especiais do dia, Bernardo Sousa foi quinto classificado, mas na terceira especial já fez o segundo melhor tempo, lançando um aviso sério à concorrência de que a adaptação ao Peugeot 207 está a decorrer de forma bastante rápida, permitindo a Bernardo Sousa procurar lutar de igual para igual com os seus adversários, sendo que neste momento estão a apenas 18,4 segundos do líder do rali, o piloto Suíço Ivan Ballinari, um dos candidatos ao título de campeão local que se decidirá neste rali.
Bernardo Sousa confirmou à chegada ao parque de assistência que “a experiência com o 207 até ao momento está a correr bastante bem. Entre a segunda e terceira classificativa alteramos algumas afinações no carro para o pôr mais ao meu gosto, e apesar de ter sido feita à noite, consegui andar bastante melhor, e se não tivesse deixado o motor ir abaixo num gancho, teria mesmo feito o melhor tempo pois perdemos alguns segundos nessa situação.”
Apesar do bom andamento demonstrado hoje Bernardo Sousa é cauteloso ao afirmar que “de forma alguma me considero como um potencial vencedor neste rali. Quero aproveitar ao máximo esta experiência com o Peugeot sem pensar em resultados pois este teste não tem como objectivo qualquer vitória, portanto, aceitarei como positivo qualquer lugar após ter chegado ao fim. O importante é recolher dados quanto ao carro, e continuar o trabalho da equipa em abordar um rali que para nós é totalmente novo mas onde ainda assim não estivemos nada mal nesta primeira fase.”

O rali continua no dia de hoje e terminará no próximo Sábado.



NUNO DINIS
foto: OFICIAL

BAJA VODAFONE PORTALEGRE 500




Chuva não afasta emoção




Tal como o resto do país, a região de Portalegre não se livrou de umas violentas chuvadas nos últimos dias, situação que acaba por ser bastante positiva em termos de mais uma edição da Baja Vodafone Portalegre 500: na verdade, a ameaça do pó desapareceu e o terreno apresenta-se agora mais suave mas também mais escorregadio, com alguma lama, que poderá tornar a tarefa dos pilotos mais difícil.

Essa foi a tónica dos principais favoritos na categoria de automóveis, presentes na conferência de Imprensa antes do evento, e onde o russo Leonid Novitsky, actual líder da Taça do Mundo de Todo o Terreno afirmou que os actuais 14 pontos de avanço «devem ser suficientes para garantir o título, apesar da prova portuguesa ser sempre muito exigente e de resultado imprevisível. Mas espero poder regressar com a vitória na Taça do Mundo, já que a da prova será bastante mais difícil.»

Quanto a Jean-Louis Schlesser voltou a ser um verdadeiro "gentleman": «Uma das razões que me trouxe a Portalegre foi a memória de José Megre, pois foi com ele que comecei a correr no todo o terreno. A outra foi a de participar num carro de quatro rodas motrizes, uma vez que estou a construir um para a próxima temporada e precisava de testar para me poder situar. Quanto à Taça do Mundo, tenho poucas ou nenhumas esperanças, pois estão cá muitos e bons pilotos, com grande experiência da prova.»

Já o novo campeão nacional, Miguel Barbosa, parte para esta edição da prova sem a pressão do título e isso pode ajudar em muito as suas ambições: «A chuva que caiu acaba por fazer desaparecer o pó mas o piso torna-se mais traiçoeiro, pelo que a concentração vai ser fundamental. Vou lutar com todas as forças pela minha quarta vitória na prova, sabendo que não vai ser uma tarefa fácil.»

Quanto a Filipe Campos, a sua inexperiência aos comandos do Mini All4Racing neste tipo de piso pode ser um handicap, mas o piloto do Porto parte determinado: «A minha postura não muda, quero ser o mais rápido no prólogo e o mais rápido no final dos dois sectores selectivos no sábado. Em duas palavras, quero ganhar. E para isso darei o máximo desde o primeiro quilómetro.»

Nas motos, será interessante ver a luta entre o novo campeão do Mundo de TT, Hélder Rodrigues, e os melhores pilotos nacionais, com grande experiência em Portalegre, caso de António Maio, Luís Ferreira, Ruben Faria, Paulo Gonçalves, apenas faltando ao encontro o campeão nacional de TT, Mário Patrão, excluído por motivos regulamentares.

Ainda nas duas rodas, um pormenor interessante na categoria Classic, em que estarão presentes nomes como Paulo Marques, Bernardo Villar e António Oliveira, entre outros, recordando despiques que marcaram páginas importantes na história da prova alentejana.

O primeiro dia será marcado pela disputa do prólogo, a partir das 8h30 para as motos e das 15h00 para os carros, realizado nos arredores de Portalegre, numa distância de 5520 metros e que será determinante para a ordem de partida para o segundo dia de prova.

Toda a informação em http://www.bajaportalegre500.com/






NUNO DINIS
foto: OFICIAL

BERNARDO SOUSA



Uma nova experiência



O passado fim-de-semana marcou o final da época no SWRC para o Team Quinta do Lorde, onde foi confirmado o quarto lugar final no campeonato para Bernardo Sousa, mas a época ainda não terminou para o jovem piloto madeirense que já este fim-de-semana vai regressar à competição.

Bernardo Sousa e Paulo Babo vão alinhar a convite da United Business, na 52ª edição do Rallye du Valais, uma prova com elevado prestígio e que reúne habitualmente um extenso e competitivo lote de inscritos, marcando igualmente o final do Campeonato da Europa de Ralis da FIA em 2011.

Para Bernardo Sousa esta será uma prova onde tudo será novo. Um rali que nunca disputou, e onde vai encontrar asfalto, terra e neve, equipas com as quais nunca mediu forças em competição, mas acima de tudo, a sua estreia aos comandos de um Peugeot 207 S2000 que vai poder testar em condições de competição ao mais alto nível.
O Rallye du Valais decorre na Suíça e terá a sua partida oficial esta Quinta-feira, terminando no Sábado depois de percorridas 17 classificativas num total de 708 quilómetros, dos quais, 264 contra o cronómetro. Vão alinhar 102 equipas à partida, oriundas de 8 países, e a cobertura televisiva do evento será extensa criando boas oportunidades de retorno mediático, ou seja, uma boa aposta para o piloto Português encerrar a época de 2011.
Já com os reconhecimentos efectuados, Bernardo Sousa afirma que este será um dos maiores desafios da sua carreira já que "o rali é muito técnico, e já nos reconhecimentos deu para perceber que se trata de uma prova onde as notas de andamento vão ter uma importância enorme, pois existem muitas mudanças de piso, e muitos obstáculos dentro e fora do traçado que podem trazer complicações se as notas não estiverem perfeitas, e se a concentração não for total."
"Durante estes dois dias em que reconhecemos, já encontramos várias zonas onde havia gelo e neve acumulada, e não são condições fáceis de enfrentar num rali onde tudo vai ser novidade, mas vamos dar o nosso melhor para que o teste seja produtivo."
Já sobre o facto de pilotar o Peugeot pela primeira vez, afirma que "vai servir para comparar a prestação do Peugeot face ao carro que usei este ano, e vai ser importante para poder tomar algumas decisões que podem influenciar a época de 2012 da equipa, sendo que para já não assumimos ainda qualquer projecto de forma definitiva."




NUNO DINIS

RALLYE MORTAGUA



BREVES


Ricardo Marques: Novo bom resultado 


A cidade de Mortágua foi palco no passado fim-de-semana de mais uma ronda dos Campeonatos de Portugal de Ralis C.P.Ralis 2 litros/2 Rodas Motrizes, numa prova a cargo do Clube Automóvel do Centro.
O Rallye de Mortágua acabou por ter um desfecho positivo para a dupla Ricardo Marques e Paulo Marques, mas o decorrer da prova não foi fácil, com a dupla a debater-se com alguns problemas mecânicos.
A dupla do Citroen C2 R2 Max começou bem a prova, liderando logo após a primeira especial e até à terceira a competição nomomarca reservada aos C2. Apesar disso na segunda PEC começaram a debater-se com problemas de embraiagem que se foram prolongando até ao final do primeiro dia, onde na assistência de 45 minutos foi possível solucionar o problema. Com isto desceram várias posições na geral, mas restava ainda o segundo dia de prova para recuperar.
Na segunda etapa, a dupla conseguiu troço a troço ir recuperando o tempo perdido, subindo vários lugares e ascendendo novamente ao comando da competição monomarca.

No final e após as nove especiais de classificação, a dupla do Team Global Stadium, venceu entre os C2 R2 Max, sendo ainda os segundos no Citroen Racing Trophy a nível geral.
Como nos salienta Ricardo Marques, “começamos bem o rali, com um ritmo forte que nos manteve na liderança da prova, até nos debatermos com alguns problemas mecânicos que nos atrasaram bastante. No parque da assistência toda a equipa fez um notável trabalho, e partimos para o segundo dia ao ataque, onde conseguimos chegar novamente à vitória entre os C2, que era o nosso principal objectivo. Depois de um rali difícil, como foi este, está vitoria foi um prémio justo para todo o esforço da equipa em terminar a prova”.

O Team Global Stadium Prossegue com a realização do Rallye Casinos do Algarve no próximo mês.




Vitor Pascoal: Quebrou-se o ciclo


Terminou após a terceira classificativa a participação do Politejo Rally Team na penúltima prova do Campeonato de Portugal de Ralis 2011, o Rali de Mortágua.
Tendo passado incólume no que diz respeito a desistências ao longo de quase três temporadas, a quebra de um diferencial no Mitsubishi Lancer EVO VIII ditou que a equipa ficasse afastada da prova organizada pelo Clube Automóvel do Centro.

Segundo Vítor Pascoal "esta prova veio quebrar um ciclo em que não contabilizamos qualquer desistência, o que já vinha a acontecer desde a temporada de 2008. Embora já não estejamos habituados a ficar de fora, temos de estar conscientes que é um factor que faz parte das corridas e que em alguma altura nos iria acontecer! Sem dúvida que estamos a passar por um período em que a sorte não quer nada connosco, mas não vamos deixar de persistir para inverter essa tendência."

A próxima prova da dupla Vítor Pascoal / Luís Ramalho será o Rali Casinos do Algarve, a disputar nos dias 19 e 20 de Novembro e que, como habitualmente, encerra a temporada do Campeonato de Portugal de Ralis.


 
 
 
Frederico Gomes: Ainda mais azar


Não está ser uma época nada fácil para Frederico Gomes / Luís Cavaleiro que no Rali de Mortágua, disputado no passado fim-de-semana, acabaram por abandonar quando tinham um grande resultado à vista.

De regresso aos pisos de asfalto quase oito meses depois de ter disputado a sua última prova neste tipo de piso, Frederico Gomes encarou o Rali de Mortágua com o objectivo de terminar com os azares.
«Estava tudo a decorrer como planeado e por força das circunstâncias do rali estávamos na liderança do Challenge Citroen e também bem posicionados no Campeonato de Portugal 2L/2RM», começa por referir Frederico Gomes, adiantando que «quando nada o fazia prever uma transmissão partiu a dois troços do final do rali, pelo que fomos obrigados a desistir».

Para Frederico Gomes esta «tem sido uma época para esquecer com demasiados azares. Sabemos que os ralis são mesmo assim e temos que aceitar estes contratempos. Infelizmente a época terminou para nós, pois já não existe sequer motivação para estar presente no Rali do Algarve».

Frederico Gomes / Luís Cavaleiro estiveram no Rali de Mortágua com o apoio da Sucursal Citroen Sacavém, Auto Transcais, Berner, Turiscar e Europe Assistance.

 
 
RAÚL AGUIAR ESCLARECE ACONTECIMENTOS COM RENATO PITA
 
De modo a terminar com a polémica que se gerou em redor da vitória de Renato Pita na Taça de Portugal, depois dos acontecimentos verificados na segunda especial de classificação, Raúl Aguiar decidiu contar a sua versão dos factos.
Assim, o piloto do Luso disse que "de facto o carro do Hugo Lopes pegou fogo e o Renato Pita deu-lhe o extintor para o fogo se apagar. Tenho muito adeptos que me conhecem e viram esse situação. Portanto se o Lancer do Pita ia ou não furado isso é secundário, pois ele fez o que deveria ter feito como manda o regulamento, ajudando a debelar o fogo no carro de um colega". O piloto do Lancer Evo IV disse ainda que "não me identifico com os apupos que houve ao Pita no pódio".


JULIO BASTOS ESCLARECE ACONTECIMENTOS TAÇA DE PORTUGAL


"Pela primeira vez nestes longos anos que levo de corridas, venho-vos escrever com o objectivo de enaltecer a verdade desportiva.
No último sábado, no Rali de Mortágua, a contar para o Campeonato Portugal de Ralis, Taça de Portugal, assim como para o Regional Centro, ficamos estupefactos (a minha equipa) com a decisão do colégio de comissários, em beneficiar um concorrente (Renato Pita) atribuindo-lhe um tempo na PE2, corrigindo o tempo real, igual à PE4 e gostava de destacar o seguinte: Sempre na 2ª passagem os tempos são inferiores à 1ª passagem em alguns segundos.
Não entendo pois a fundamentação da decisão mas ou pagava e protestava ou remetia-me ao silêncio.
Acho incorrecta a decisão do CCD, já que o concorrente em causa, parou para dar o extintor ao concorrente Hugo Lopes/Jorge Henriques (atitude digna)mas seguia furado.
Mas será assim, ou posso pensar que como o dito beneficiado seguia furado, como se pode ver no vídeo do Youtube viu aí uma forma de se salvar. Comprovado pelos concorrentes seguintes que o viram a mudar a roda no fim do troço
Do que muito se tem dito e escrito julgo ter o direito de pensar assim, lamento a postura de Hugo Lopes/Jorge Henriques navegador com créditos na nossa praça terem colaborado com este acto. De boa ou má fé, só eles sabem.
Ao Renato Pita, digo-lhe que justificar investimentos terá de ser na estrada não na secretaria. Ao Jorge Carvalho, digo-lhe que deve honrar o nome do seu pai, uma das referências dos Ralis Nacionais.
À FPAK que observe pois este colégio pareceu que não esteve nesta prova. Tanta exigência e tanta displecência.
Continuaremos a fazer Ralis, com a mesma postura, a andar de lado e a dar espectáculo, sem guardar rancor a ninguém, mas é preciso não esquecer a postura do homem que está por detrás do piloto."
Júlio Bastos



www.ralisonline.net


NUNO DINIS

RICHARD BURNS FOUNDATION




Paint Wales Rally GB Orange



Commemorative charity t-shirt to mark the 10th anniversary of Richard’s 2001 World Title launched by WRC drivers



Reigning World Rally Champion, Sebastian Loeb and his cohort of competitor WRC drivers, including Mikko Hirvonen, Dani Sordo, Sebastian Ogier, Jari-Matti Latvala, Kris Meeke, Ken Block, Matthew Wilson, Mads Østberg, Henning Solberg and Hayden Paddon helped launch the “Paint It Orange” campaign to commemorate the forthcoming tenth anniversary of Richard Burns’ 2001 World Rally Championship title, which will be celebrated on Sunday November 13, on the final round of this year’s WRC at Wales Rally GB.

Four short years after reaching one of the pinnacles of international motor racing, Richard lost his life to an aggressive form of brain cancer. The “Paint It Orange” campaign is a concerted endeavour to encourage the legions of fans that support rallying to buy a charitable t-shirt to make a valuable contribution to the charitable work done in Richard’s name – and to create a sea of orange across Wales as spectators gather for the last round of the WRC.

The WRC drivers are the fitting first in a pantheon of drivers, stars and celebrities who have promised to be photographed in the commemorative t-shirt, with the next step of the campaign scheduled for the Indian GP on the 30th October, with many Formula One drivers pledging to add their support to the campaign.

The assembled mass of stars proudly wearing their commemorative Richard Burns shirts can be seen on the Richard Burns Foundation website and its Facebook pages. The charity is promoting the sale of the commemorative t-shirts at Grandstand Merchandise and you too can rub shoulders with the stars by buying a shirt and posting your photo alongside the charity’s growing number of celebrity supporters.

Outgoing British Touring Car Champion and Patron of the Richard Burns Foundation, Jason Plato said, “It’s staggering how many famous people are pulling these great orange t-shirts over their heads and inspiring the public to buy one too, especially if they are heading to Wales in a few weeks time. I confidently predict the valleys will be painted orange – it’s a great way to celebrate the 10th anniversary of Richard’s greatest achievement.”

As the official charity of the Wales Rally GB, a select number of t-shirts signed and endorsed by WRC and Formula One drivers - along with other money can’t buy auction lots - will be released for auction on Saturday night of Wales Rally GB at a specially convened auction in Cardiff.

All funds raised from the “Paint It Orange” campaign will help to address the startling lack of neurological provision in the UK. Neurological injury and illness is a bigger cause of serious disability in the UK than cancer, heart disease and diabetes put together. Over a million people – half of these children and young adults – suffer a head injury every year. Alongside neuro injury, neurological illness has an incredible diversity of manifestations, from foetal diseases such as Spina Bifida, through to conditions that afflict the young, such as Cerebral Palsy & Meningitis; the unrelenting assault from neuro conditions continues through adult life, with brain tumours about 30% as common as breast cancer. And neuro illness follows us into old age, with the widespread incidence of conditions ranging from Parkinson’s to Dementia & Alzheimer’s.

The ambition of the Richard Burns Foundation is to fund the first hospital-based Brain Centre, where members of public can access walk-in support and advice to provide guidance for the array of neurological conditions from MS, Motor Neurone Disease & Schizophrenia to Autism and stroke, to name but a few. The Richard Burns Foundation is committed to supporting the Brain & Spine Foundation to spread the Brain Centre project nationally.

The Richard Burns Foundation is indebted to the following teams and organisations for their kind and generous support and without whom the “Paint It Orange” campaign would not be possible:-

Prodrive & Brand&, LAT Photographic, Team Lotus, Pirelli, Red Bull Racing, Haymarket Publishing, Scuderia Ferrari, AT&T Williams, Vodafone McLaren Mercedes, MERCEDES GP PETRONAS, Sahara Force India, Scuderia Toro Rosso, MINI World Rally Team, Hispania Racing F1 Team, Citroen Total World Rally Team, Ford Abu Dhabi World Rally Team, Monster World Rally Team, Petter Solberg World Rally Team, M-Sport Stobart Ford Rally Team, Lotus Renault GP, Sauber F1 Team, Marussia Virgin Racing, McKlein, Performance Clothing, Vivacious World Motorsport.


Attached: rights free images kindly shot and provided by McKlein:

1. Sebastians Loeb and Ogier are among the first of a series of international race and rally stars to launch the Paint It Orange campaign

2. Ken Block shows his support for the Paint It Orange campaign

3. The Paint It Orange commemorative t-shirt design

 
 
 
NUNO DINIS

ARC SPORT - TT




ARC SPORT PRESENTE NO TEMPLO DO TT




Fernando André procura bom resultado

João Pais quer incomodar no Desafio ELF/Mazda


Ninguém pode ficar indiferente aos 25 anos da Baja de Portalegre. Uma prova carismática que continua a reinar entre as competições mais apetecidas do TT internacional. A ARC Sport regressa a Portalegre para disputar um desafio bastante especial, juntando-se com convicção a um grupo de prestígio.

Fernando André volta a fazer equipa com Luís Gomes tripulando um rejuvenescido Renault Mégane Proto. Uma prova exigente e cheia de surpresas, mas que não deixa de cativar o piloto.
“Este é sempre o mesmo desafio! Um despique em que gosto de participar, pelas muitas surpresas que sempre encerra e pelo significado da própria prova. Esta é para nós a segunda prova do ano, mas sei que está tudo a postos para tentar obter um bom resultado. O carro está afinado e foi melhorado para que fosse possível encontrar uma resposta positiva em termos competitivos. Vamos rolar de acordo com os nossos objectivos, tentando realizar uma prova equilibrada”, afirmou Fernando André.

Sem estar preocupado com as contas do Desafio/ELF Mazada 2011, João Pais que triunfou nas duas edições anteriores, quer incomodar os principais candidatos à vitória.
“Apesar da minha falta de ritmo vou tentar fazer o melhor, pois não tenho nada a perder em termos do Desafio e do campeonato. Quero fazer Portalegre pelos 25 anos da prova, contribuindo da melhor forma para esta incrível festa do todo o terreno. Efectuei recentemente com a ARC Sport uns testes positivos à Mazada, e apesar de ser difícil lutar com o João Rato, que conhece muito bem o terreno, vou tentar incomodar, e se possível, ganhar”, afirma, com convicção, João Pais que será acompanhado por José Janela.

A paixão pelo TT faz parte integrante da história da ARC Sport. Esta participação na 25ª edição da Baja Vodafone Portalegre 500, não deixa a equipa de Aguiar da Beira indiferente.

“É de facto bastante importante estar presente em Portalegre, onde iremos tentar obter bons resultados numa prova que, tanto nós como os nossos pilotos, muito apreciamos. O Renault Mégane conta com uma nova electrónica para o motor, esperando sinceramente que o Fernando André volte a obter outro bom resultado em Portalegre.
O João Pais efectuou no início da semana testes intensos com a Mazda devido a uma longa paragem. Efectuaram-se algumas alterações ao nível da suspensão e electrónica. Gostaria de poder contar com as condições ideais para esta prova, para a qual confio plenamente no piloto.
A ARC Sport regressa a Portalegre confiante nas capacidades de todos os elementos da sua equipa”, concluiu Pedro Patrocínio, responsável pela secção de TT da ARC Sport.

Baja Vodafone Portalegre 500 nos trilhos do Alto Alentejo a 28 e 29 de Outubro com uma lista de inscritos de alta qualidade para comemorar um quarto de século de história.






NUNO DINIS
foto: OFICIAL




ANTONIO NOGUEIRA



António Nogueira no Algarve Historic Festival




Interrupção impede vitória na JD Classic Challenge



António Nogueira quase venceu a prova da JD Classic Challenge. Porém, uma polémica decisão de interromper a prova impediu o piloto de subir ao degrau mais alto do pódio, no Algarve Historic Festival, em Portimão.

António Nogueira, depois de fazer facilmente a pole position nos treinos para a JD Classic Challenge, corrida do programa do Algarve Historic Festival, onde estava inscrito com o Ford Capri RS 3.1, liderou com a mesma facilidade, até um furo o fazer perder tempo nas boxes. Depois, quando estava já a aproximar-se de novo do comando, a organização interrompeu a prova, alegando a presença de óleo na pista. A decisão não agradou a todos os pilotos, nomeadamente a António Nogueira, que fez valer o seu protesto junto da Direcção da prova e dos organizadores.


EM DIRECTO:

“ Na sexta-feira, fiquei em 1º lugar nos treinos cronometrados, com 3s de vantagem sobre o 2º, um Jaguar XJS.
No sábado, na corrida, arranquei bem e distanciei-me de todos, com uma diferença muito grande, para poupar a mecânica a partir de metade da corrida, por esta ser de uma hora. Mas, quando estavam decorridos cerca de 20 minutos da prova, tive um furo, que me obrigou a dar uma volta completa à pista com o pneu furado, por ter sucedido mesmo em frente às boxes, perdendo imenso tempo.
Regressei à pista em último e recuperei até ao 5º lugar. Quando faltavam cerca de 10 minutos para acabar a prova e no momento em que passei para 3º, já com os dois primeiros à vista, foi mostrada a bandeira vermelha, sem qualquer justificação.
Estava a rodar em cerca de 2m01s por volta, 10s mais rápido que o piloto que estava na frente, quando anunciaram o final da corrida, sem que me apercebesse de nada de anormal na pista, nem óleo, nem acidente e que justificasse tal actuação do Director da prova, o que é de lamentar. Entre quem estava a acompanhar aquela prova, todos eram unânimes em dizer que a mesma foi interrompida apenas para prejudicar o António Nogueira, que se aprestava a vencê-la.”




NUNO DINIS
foto: OFICIAL

ARMINDO NEVES


RALLYE DE MORTÁGUA



Pódio em estreia na Taça de Portugal



Armindo Neves e Bernardo Gusmão encerraram a sua temporada desportiva de 2011, com a disputa da Taça de Portugal e do Regional Centro no Rali de Mortágua, acabando a temporada com dois pódios.

A equipa de Armindo Neves que tem como patrocinador principal os Centros-Auto Roady e é ainda apoiada por mais quatro grandes empresas como “Premium Sponsors”, que são a Costa & Garcia com as ferramentas Beta, a SKF Portugal, a Krautli com as marcas Valvoline e Beru e ainda a Sonicel com a marca Sonax, encerrou assim o ano em beleza.
“Não foi um rali nada fácil, pois tivemos muitos problemas de travões devido ao empeno dos discos, o que nos limitou bastante durante todo o rali, mesmo se após os dois primeiros troços o carro tenha ficado em melhores condições, utilizando pastilhas usadas”, começa por dizer Armindo Neves, afirmando que “ainda penalizámos à entrada de um controle horário, devido a um furo lento, mas conseguimos vencer a super-especial espectáculo entre os concorrentes da Taça e do Regional diante de milhares de espectadores, alcançando no final de Sábado o terceiro lugar à geral do CRRC, competição onde já tínhamos garantido o título”.

Durante o segundo dia “optámos por manter um ritmo calmo para poder chegar ao final devido à rapidez dos troços que obrigavam a travagens bastante fortes. Mesmo assim fomos recuperando posições entre os concorrentes da Taça de Portugal até atingirmos o 4º lugar, mas uma saída de estrada do Joaquim Gaspar, que fez uma excelente prova e a quem deixo uma palavra de ânimo, permitiu-nos subir ao pódio no derradeiro troço, o que foi para nós, devido a todas as condicionantes que tivemos nesta prova, um excelente resultado” comenta Armindo Neves.
Para Bernardo Gusmão este foi um ano “espectacular, onde para além do título no Regional Centro, conseguimos alcançar um conjunto de excelentes resultados, por isso estão de parabéns os patrocinadores e parceiros que acreditaram neste projecto e a quem desde já uma vez mais agradecemos”.
Numa altura em que se começa a pensar em 2012, Armindo Neves diz que “apesar de uma nova etapa profissional que se vai iniciar para mim e para minha mulher com a abertura de um Centro-Auto Roady, o que fará com que o tempo disponível seja ainda bastante menos, espero poder continuar a merecer a confiança dos patrocinadores para no próximo ano estar novamente nos ralis com as mesmas ambições e profissionalismo de sempre”.

Para esta época, a equipa contou ainda com os seguintes apoios: Petroltorres-Combustíveis, Incopil Temperos, J.Silva Lda., Garvetur, Intermarché da Marinha Grande, Glassdrive, PR-Car, Franke, AR Vidal Racing, Xikane, GMC Sport e Jornal das Oficinas.





NUNO DINIS
foto:NUNO DINIS PHOTOS

BAJA VODAFONE PORTALEGRE 500




Exposição comemora 25 anos de Portalegre




Estará patente ao público, nas instalações da Nerpor, em Portalegre, uma exposição comemorativa dos 25 anos da Baja Vodafone Portalegre 500, numa retrospectiva bastante interessante deste quarto de século de história da prova alentejana.

A exposição terá essencialmente uma componente documental, estando disponíveis para os visitantes elementos como reportagens impressas das várias edições, listas de inscritos, classificações e outro material de grande interesse, para além de uma ampla reportagem fotográfica, assinalando momentos de grande espectáculo das 24 edições já realizadas, da autoria das agências Interslide, Photo Slick, Photo Xtrod e ainda do fotógrafo Joaquim Condenso.

Mas, para além da parte documental, estarão ainda expostas viaturas bastante interessantes e com grande história nas provas de todo o terreno. Desde logo o UMM com que José Megre e Pedro Villas Boas participaram pela primeira vez no Paris-Dakar e a bordo do qual acabou por nascer o projecto que levaria à origem da Baja Portalegre 500. Outro UMM com palmarés presente nesta mostra é o carro vencedor da edição de 1989, dos gémeos Carlos e Rogério Almeida.

A lista completa das restantes viaturas presentes é a seguinte: Aprilia RX 250 de 1987 de Paulo Marques; Honda CR 600 de 1993 e Yamaha LC50 de 1994, de Bernardo Simões; Honda CR 500 de 1995 de Frederico Fino; Yamaha 350 Banshee de 2001 de João Coelho; KTM 450 de 2011 de Ruben Faria; Opel Manta de 1977 de Vitor Caeiro; Fiat Panda de 1989, de Joaquim Pais e José Grácio; Toyota Land Cruiser de 1998 de João Rato; Nissan Pick Up Overdrive de 2009 de Paulo Graça

A exposição comemorativa dos 25 anos da Baja Vodafone Portalegre 500 será inaugurada pelas 15h00 do dia 27 de Outubro, quinta-feira, com a presença da Presidente da Câmara Municipal de Portalegre, Maria Adelaide Teixeira, e do Presidente do Automóvel Club de Portugal, Carlos Barbosa.


Toda a informação em http://www.bajaportalegre500.com/
 




NUNO DINIS
foto: OFICIAL

DOMINGOS COUTINHO



Domingos Sousa Coutinho no Algarve Historic Festival




“Dez minutos de prazer”



Domingos Sousa Coutinho não terminou a prova do JD Classics Challenge, integrada no programa do Algarve Historic Festival. Ao volante do seu habitual BMW 2800 CS, foi 8º nos treinos, mas teve que desistir com problemas mecânicos ao fim de 10 minutos de uma corrida que era para durar 60. Valeu pela experiência e pelo enorme prazer que lhe deu pilotar entre consagrados estrangeiros e automóveis de sonho.

Domingos Sousa Coutinho levou ate ao Autódromo Internacional de Portimão o seu BMW 2800 CS, preparado e assistido pela Brandini Racing. Integrando o plantel de participantes da JD Classic Challenge, prova reservada a automóveis de Turismo construídos nas décadas de 60 e 70, o piloto tinha como objectivo principal terminar bem classificado, depois de medir forças contra adversários bem mais experientes, com meios mais poderosos e entre automóveis lendários, como o BMW “Batmobile”.

Oitavo nos treinos, onde encontrou os primeiros inconvenientes mecânicos no seu BMW 2800 CS, Domingos Sousa Coutinho ainda lutou durante dez minutos da corrida, desistindo numa altura em que rodava em 6º lugar. Mesmo assim, não teve dúvidas em considerar a experiência como muito positiva e enriquecedora.

EM DIRECTO:

“A minha participação no Algarve Historic Festival não correu muito bem, pois abandonei muito cedo, logo aos dez minutos da corrida, com a junta da culassa do motor do BMW 2800 CS queimada. Porém, enquanto estive em pista, diverti-me imenso e lutei de igual para igual contra carros melhor preparados e mais potentes que o meu. Ainda fiz algumas ultrapassagens e, quando desisti, estava em 6º lugar. Para mim, foram dez minutos de autêntico prazer, pois andei sempre ao mesmo ritmo dos demais e estava no meio de carros que, para mim, são lendários, como o “Batmobile”.
Foi pena ter acabado assim, mas não é pelo resultado que considero como negativa a minha participação. Pelo contrário: foi uma experiência muito rica, das melhores que tive na minha carreira. Este é um mundo totalmente diferente, onde os pilotos são considerados, são os verdadeiros actores de uma festa que começa logo quando se chega ao circuito.
Pessoalmente, fui muito acarinhado não apenas pelos outros pilotos estrangeiros, mas principalmente pelos responsáveis pela JD Classic Challenge. De tal forma, que fomos mesmo convidados para estar presentes numa corrida em Inglaterra. “






NUNO DINIS
foto:OFICIAL

PAULO NETO SPORT



Objectivos atingidos plenamente




Paulo Neto / Daniel Amaral saíram do Rali de Mortágua com os seus objectivos plenamente atingidos quer no Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM quer no Citroen Racing Trophy, competição monomarca que venceram.

O Rali de Mortágua é uma prova que irá ficar marcada pela positiva para Paulo Neto / Daniel Amaral atendendo ao excelente conjunto de resultados obtido.
“Temos a consciência de que os ralis só terminam no pódio e que para a história ficam os resultados, mas também sabemos que desta vez tivemos a sorte que nos faltou noutras alturas. Em 2009 foi a embraiagem e em 2010 foi a electrónica a condicionar um rali que gosto particularmente como é este de Mortágua” afirma Paulo Neto sobre o resultado obtido nesta prova - um pódio (3º lugar) no Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM e uma vitória entre os concorrentes do Citroen Racing Trophy - acrescentando que “mantivemos o ritmo de prova ao longo de todo o rali, e lutámos mesmo por posições à geral em Mortágua, pelo que o resultado é fantástico”.
A somar a este lote de bons resultados, Paulo Neto volta a subir ao pódio do Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM “o que é para nós excelente e está de acordo com aquilo que queriamos para esta temporada. Vamos ainda tentar melhorar a nossa performance no Rali do Algarve, de modo a garantir que este pódio no CPR2 se mantenha”.

A presença de Paulo Neto no CPR, CPR2 e no Citroen Racing Trophy, que tem a assistência técnica da P&B Racing, conta com os seguintes parceiros:

- VALADARES – Louça Sanitária
- SAINT GOBAIN – WEBER – argamassas industriais
- QUANTINFOR – Consultoria informática
- VITARTE – Produção gráfica
- CARAS DECORAÇÃO
- DIRESCO – Superfícies de Quartzo
- RESTAURANTE “O AMARAL”
- CARLOS SIMÕES - Concessionário Citroen em Mafra
- BANHOAZIS - Mobiliário de Banho
- LISTOR - Pavimentos Flutuantes
- TRES – Torneiras
- DOMINÓ – Indústrias Cerâmicas
- PAULO NETO, LDA – Materiais de construção






NUNO DINIS
foto:NUNO DINIS PHOTOS

PEUGEOT SPORT PORTUGAL

Peugeot Sport Portugal abandona os Ralis




A Peugeot Portugal decidiu abandonar a competição automóvel a partir desta época. A situação de crise que o sector automóvel atravessa, num mercado que se estima ser o pior dos últimos 25 anos, e com perspectivas ainda mais negativas para 2012, não permitirá à Peugeot Portugal dispor dos meios necessários para manter a presença no desporto automóvel, como fez nos últimos 16 anos.

Esta é uma decisão que lamentamos, por aquilo que a Peugeot Portugal representou para o desporto nacional. A Peugeot orgulha-se de ter sido a marca que mais lutou para elevar a modalidade dos Ralis ao patamar que ela merece, e de ter criado as condições para a descoberta de novos valores do automobilismo português. Foi, desde 1996, a única marca presente a nível oficial, e de forma ininterrupta, na disciplina dos ralis em Portugal.

Em 16 anos de competição, a Peugeot Sport Portugal participou em 148 ralis, conseguiu 55 vitórias e subiu 91 vezes ao pódio. Conquistou 7 títulos de Pilotos e 6 de Marcas em 12 épocas no campeonato nacional, além de ter sido a única formação portuguesa a sagrar-se vice campeã no Campeonato Europeu de Ralis.

A Peugeot Portugal expressa o maior reconhecimento a Carlos Barros e à sua equipa, a todos os pilotos e co-pilotos que estiveram connosco, aos patrocinadores e a todos os fãs que nos acompanharam ao longo destes 16 anos.

 
 
 
NUNO DINIS

CLUBE ESCAPE LIVRE




BMW conheceu segredos do Centro de Portugal


Os locais mais recônditos e pouco explorados, a descoberta da paisagem nunca antes olhada daquela perspectiva, as cores e a extraordinária linha do horizonte foram retratos que estiveram ao alcance de 140 pessoas que participaram no BMW X Experience / Centro de Portugal, uma organização do Clube Escape Livre.

A viagem de cerca de 300 quilómetros que atravessou serras, vales e planícies, em comunhão entre tecnologia e natureza, lazer e aventura, proporcionou momentos inesquecíveis. Uma primeira etapa nocturna, na sexta-feira, ultrapassada sem grandes dificuldades, mostrou um pouco da vila de Unhais e de todo o potencial no todo terreno dos cerca de 50 BMW X1, X3 e X5, em particular no corta-fogo da Erada, onde o funcionamento do HDC (controle de descida) surpreendeu positivamente muitos dos participantes que nunca o tinham utilizado.

No sábado, dia 22, passou-se do granito ao xisto e, por fim, ao terreno arenoso e plano da costa portuguesa. Numa grande travessia marcada pela variedade de paisagens e de relevos, estiveram em destaque as subidas dos corta-fogos da serra do Açor, a visita à aldeia do Piódão e da extraordinária paisagem circundante, os trilhos da serra da Lousã, com os típicos neveiros de Santo António e as íngremes descidas do Trevim. Não foi descurada a vertente cultural e histórica deste dia, com a passagem pelo castelo de Penela e a visita às ruínas de Conímbriga. No final, nada melhor que terminar a etapa com um merecido jantar, marcado pelo convívio, pelo espectáculo Flashback e por algum tempo de diversão no casino da Figueira da Foz.

A manhã de domingo começou com nuvens ameaçadoras, a prometer outro tipo de desafios no terreno, mas a caravana BMW terminaria a sua última etapa ainda em piso seco. O dia reservou, ainda assim, novas emoções no fora de estrada, com os BMW a percorrer as margens do Mondego e os arrozais rumo a Montemor-o-Velho. O castelo, com toda a sua imponente fortaleza e paisagem a perder de vista, aguardava os participantes, que seguiram posteriormente para o sopé da serra da Boa Viagem, rumo ao Dólmen das Carniçosas. De regresso ao Hotel Mercure, tempo ainda para testar os BMW nos areais de Quiaios, uma espécie de despedida deste verão prolongado. Curiosamente, a chuva acabou por cair precisamente no momento em que todos os participantes tinham acabado de estacionar os carros frente ao hotel, para o almoço de encerramento.

Para Hélder Boavida, da BMW Portugal, este BMW X Experience constituiu “mais uma aposta ganha no objectivo de proporcionar aos nossos clientes o melhor conhecimento de toda a tecnologia xDrive dos nossos carros. Correu tudo muito bem e estamos muito satisfeitos com esta parceria com o Clube Escape Livre.”

Já para o presidente do Clube Escape Livre, Luís Celínio, “este passeio confirmou o bom trabalho que o clube desenvolve no panorama do todo terreno turístico e de lazer e propiciou ainda a descoberta, para alguns dos participantes estreantes, da capacidade tecnológica dos BMW X1, X3 e X5 que ultrapassaram facilmente as muitas dificuldades de ligar os cumes das montanhas ao mar”.

Com o BMW X Experience / Centro de Portugal o clube da Guarda encerra a sua temporada de 2011. Novas aventuras e desafios em todo terreno vão agora ser preparados em 2012.









NUNO DINIS