ARC SPORT COM SORTES DISTINTAS

CAMPEÃO RICARDO MOURA ABANDONOU DEMASIADO CEDO


ADRUZILO LOPES DEU IMPORTANTE PASSO PARA O TÍTULO


 


A edição de 2014 do Rali Vinho da Madeira foi demasiado ingrata para Ricardo Moura e António Costa. Com o desejo de testar em asfalto o novo Ford Fiesta R5, o piloto açoriano pretendia também conquistar um bom resultado numa prova que tanto gosta. Numa altura em que discutia os primeiros lugares, o Ford Fiesta R5 saiu de estrada em Chão de Lagoa, a 4a especial do rali, obrigando a equipa a desistir prematuramente. Um rude golpe para as aspirações do piloto.


Se o Rali Vinho da Madeira foi negativo para Ricardo Moura, já Adruzilo Lopes conseguiu arrancar na “Pérola do Atlântico” um resultado excelente, tanto em termos do Agrupamento de Produção, como ao nível da classificação geral. Com inequívoca vitória no Grupo N, Adruzilo Lopes fica mais perto do título do agrupamento e sobe ao 2o lugar absoluto no Campeonato Nacional de Ralis.


Adruzilo Lopes e Vasco Ferreira assinaram mais uma exibição de luxo nas especiais da ilha da Madeira. O Subaru Impreza da ARC Sport foi o mais rápido nas sete classificativas que integravam o Campeonato Nacional de Ralis, com a popular equipa a conseguir pontuação máxima entre as viaturas do agrupamento de Produção concorrentes ao nacional da especialidade.


unnamed (62)“Foi mais um rali onde gosto bastante de estar presente. Para além de ter conseguido a pontuação máxima para o Grupo N, obtivemos um excelente 4o lugar em termos da classificação geral para o campeonato. Estou muitocontente, pois atingimos em pleno os nossos objectivos, só posso portanto fazer um balanço totalmente positivo. Este sucesso só foi possível devido ao habitual empenho e dedicação da ARC Sport, que mais uma vez agradeço. Tenho pena não ter reunido as condições para ir até ao final de uma prova que sempre me encantou”, afirmou Adruzilo Lopes.


 


Para a ARC Sport esta foi uma prova com dois sabores distintos, lamentando o abandono de Ricardo Moura, mas admitindo um balanço muito positivo em relação à prestação de Adruzilo Lopes.


“Só foi cumprido parte do objectivo da nossa participação no Rali Vinho da Madeira. Devido ao azar que teve, o Ricardo Moura não conseguiu concretizar um lugar no pódio. Em relação ao Adruzilo Lopes, o piloto demonstrou mais uma vez um excelente andamento, conseguindo uma classificação fantástica, dando um importante passo para conquistar o título do Agrupamento de Produção”, afirmou Augusto Ramiro.


O Campeonato Nacional de Ralis prossegue a 19 e 20 de Setembro, com o Rali de Mortágua.



ARC SPORT COM SORTES DISTINTAS

Ford Fiesta Ecoboost vai estrear nova transmissão em Castelo Branco

 


A participação da dupla Filipe Carvalho/Cláudio Gouveia com o Ford Fiesta Ecoboost do projeto i-drive, promovido pela Q&F, no Rali Vinho da Madeira terminou de forma prematura, ao desistir, devido a problemas na caixa de velocidades, logo no início da segunda etapa, naquele que seria o primeiro grande teste ao carro estreado na prova anterior do Campeonato (Rali Vidreiro).


“Foi um verdadeiro balde de água fria… A dificuldade em engrenar as velocidades começaram pouco depois dos primeiros quilómetros da primeira classificativa deste sábado. Consegui terminá-la e estava na expetativa de chegar ao parque de assistência, para solucionar o problema, mas na ligação a situação complicou-se e vi-me forçado a desistir. Esta experiência soube a pouco, pois gostava de ter concluído a prova, já que o objetivo era fazer um teste completo ao Fiesta Ecoboost, mas são coisas que acontecem nos ralis. De qualquer modo, fiquei bem impressionado com o comportamento do Fiesta e não tenho dúvidas de que, quando forem ultrapassados os problemas da caixa de velocidades, ainda vai surpreender muita gente…”, palavras do jovem piloto madeirense.


Em relação ao futuro do Ford Fiesta Ecoboost, está prevista a utilização de uma nova caixa de velocidades para o Rali de Castelo Branco, última prova da temporada, na terceira participação de 2014, como refere Mário Quintaneiro, responsável da Q&F, empresa promotora do projeto i-drive.


“Apesar das novas peças introduzidas na caixa de velocidades do Ford Fiesta Ecoboost para este Rali Vinho da Madeira, com o objetivo de aumentar a sua fiabilidade, constatámos que são necessárias novas soluções, para adequá-la à potência e ao binário do motor. Vamos analisar a situação com a Ford, procurando uma solução a nível interno, mas que também poderá passar pelo recurso a uma transmissão sequencial”.



Ford Fiesta Ecoboost vai estrear nova transmissão em Castelo Branco

Duplo quinto lugar para Tiago Monteiro na Argentina

 


Tiago Monteiro conseguiu esta tarde no Circuito de Termas de Rio Hondo na Argentina dois quintos lugares em mais uma jornada do WTCC. Resultados que consolidam a quarta posição do piloto português no Campeonato, o primeiro logo após os pilotos da Citroen.


Duas boas corridas do piloto português, que em ambas as provas conseguiu dois excelentes arranques que o colocaram nos lugares do pódio. No entanto a velocidade dos Citroen impôs-se e mesmo lutando com as armas que dispunha não foi suficiente, sendo forçado a cruzar a linha de meta na quinta posição.


Resultados que deixam no entanto Tiago satisfeito: “Foi uma boa operação e somámos pontos importantes para as contas do Campeonato, que era o nosso objectivo para esta jornada. Apesar de estarmos mais próximos dos Citroen em termos de andamento, resultado dos últimos ajustes ao Honda Civic, ainda não é suficiente e temos muito para trabalhar sobretudo ao nível do chassis e do motor. Numa pista tão larga e com uma longa recta era difícil segurar os nossos adversários, mesmo com todos os toques e empurrões”, começou por explicar o piloto do Honda com o #18.


Assim, Tiago mostra-se confiante para a próxima corrida a 4 e 5 de Outubro na China: “Até lá vamos voltar a testar e aí sim, são esperadas algumas evoluções que certamente terão um resultado melhor no desempenho do nosso Honda Civic. Temos de continuar a trabalhar e a acreditar. Apesar da clara desvantagem temos estado em pista com toda a garra e determinação”, rematou.


Tiago ocupa a quarta posição do Campeonato com 136 pontos, o melhor piloto entre os Honda.



Duplo quinto lugar para Tiago Monteiro na Argentina

Regresso de Miguel Campos à competição termina às portas do pódio

 


Miguel Campos e Victor Calado superam dificuldades na estreia


 


Foi com uma demonstração de tenacidade e competência que Miguel Campos e Victor Calado superaram todas as dificuldades sentidas durante boa parte do Rali Vinho da Madeira para terminarem a edição deste ano na quarta posição. Depois dos problemas de motor do Peugeot 208 T16 R5 sentidos ao longo das duas primeiras etapas, a dupla mostrou rapidez e competitividade no regresso à competição.


À partida para o derradeiro dia do Rali Vinho da Madeira, Miguel Campos e Victor Calado partiram com uma desvantagem maior do que a perdida na estrada, fruto de uma penalização no último parque de assistência.


Nem assim a dupla desmoralizou e arrancou à procura do melhor lugar na classificação geral. De quinto, a equipa do Peugeot 208 T16 R5 conseguiu subir a quarto e ainda obteve o melhor tempo numa das classificativas do dia. “Apesar das contrariedades que sentimos, o balanço deste regresso aos ralis é bastante positivo. Assumimos sempre que queríamos lutar pelos primeiros lugares da classificação e assim o fizemos. Em circunstâncias normais, tínhamos conseguido concluir esta participação no pódio. Mesmo assim, saímos satisfeitos com a nossa prestação”, afirmou Miguel Campos.


Esta presença no Rali Vinho da Madeira não foi apenas a estreia ao volante do Peugeot 208 T16 R5 como foi a primeira vez que Miguel Campos e Victor Calado competiram como equipa. “Foi uma experiência muito boa e enriquecedora. Desde os primeiros quilómetros que sentimos um entrosamento muito grande. Isso é bastante importante para o piloto sentir confiança durante a pilotagem. Sabemos que ainda temos margem para evoluir e isso é bom, pois nunca tínhamos competido juntos”, sublinhou o co-piloto, Victor Calado.


Esta foi uma participação pontual, mas a dupla não ficará parada se encontrar novas oportunidades para competir no futuro.


Classificação final do Rali Vinho da Madeira


1o B. Magalhães/C. Magalhães Peugeot 208 T16 R5 2h52m10,9s


2o M. Nunes/J.P. Fernandes Mitsubishi Lancer Evo X a 1m42,1s


3o B. Sousa/H. Magalhães Ford Fiesta R5 a 1m52,6s


4o M. Campos/V. Calado Peugeot 208 T16 R5 a 4m09,6s



Regresso de Miguel Campos à competição termina às portas do pódio

Tragédia no Rallye Sprint Cabeceiras de Basto(por Paulo Homem-www.ralisonline.net)

O Rali Sprint Cabeceiras de Basto terminou da pior forma, com um grave acidente de Nuno Silva / José Machado que pilotavam um BMW.


Piloto e navegador foram evacuados para o Hospital, mas Nuno Silva viria a falecer.


Quanto a José Machado encontra-se fora de perigo.



Tragédia no Rallye Sprint Cabeceiras de Basto(por Paulo Homem-www.ralisonline.net)

Gil Antunes em segundo nos RC4





Terminou de forma muito positiva, a primeira participação daequipa de Sintra Gil Antunes e Diogo Correia no Rali Vinho Madeira, que destaforma regressou aos lugares do pódio.


O piloto do Peugeot 208 R2 entrou confiante para a prova empiso de asfalto, centrado num bom resultado que lhe permitisse manter-se naluta pelo título no campeonato destinado aos RC4.


A prova a cargo do Clube Sports da Madeira arrancou na sextafeita ao final da tarde, com Gil Antunes a entrar da melhor forma, vencendo aespecial, com os seus adversários a terminar muito perto e antevendo-se desdejá um rali muito disputado.


Na especial seguinte, muito desajustada à relação de caixaque o 208 da Inside Motor dispunha, a equipa acabou por perder algum tempo paraos seus dois mais diretos adversários, mantendo-se contudo bastante motivadaspara o segundo dia de prova.


Como nos salienta o piloto de Aruil “Nas especiais maislentas e a subir, a relação que temos de caixa não era a mais adequada eperdíamos sempre tempo para os nossos mais diretos adversários. Nunca baixamosos braços, rodamos sempre num ritmo forte combatendo esta situação, mas apartir do momento que um dos nossos adversários desistiu, optamos por asseguraro segundo lugar e desta forma garantir estes pontos que são muito importantesna luta pelo título.


Saímos do rali com um balanço muito positivo, a prova correuem pleno, a nossa equipa técnica esteve muito bem e o ambiente que se vivenesta prova é fantástico, pelo que foi uma experiência muito boa”.


Gil Antunes e Diogo Correia terminaram após as sete especiaisde classificação em segundo dos concorrentes que pontuaram para o campeonatodos RC4, sendo ainda 4º entre os carros de apenas duas rodas motrizes.


 


A próxima prova,será o Rali de Mortágua nos dias 19 e 20 de Setembro.




Gil Antunes em segundo nos RC4

Bruno Magalhães mantém liderança do Rali Vinho da Madeira

Bruno Magalhães continua na frente do Rali Vinho da Madeira depois de vencer as oito classificativas do dia. Ao volante pela primeira vez do Peugeot 208 T16, o piloto lisboeta lidera a prova com 1m26s de vantagem para o segundo classificado, Miguel Nunes num Mitsubishi Lancer Evo X R4. A adaptação da dupla Bruno/Carlos Magalhães à nova máquina não poderia estar a correr melhor, sempre a imporem um ritmo fortíssimo e a destacarem-se dos demais.


No final do dia Magalhães não escondia a satisfação: “Andámos durante todo o dia ao ataque e a explorar ao máximo o 208 T16. Temos vindo gradualmente a melhorar o carro em termos de afinações e isso tem-se reflectido nos nossos tempos nos troços. Ainda não está totalmente ao meu gosto mas vamos continuar a trabalhar. Estou muito contente com a nossa prestação e muito satisfeito por continuar na frente do rali. A minha ambição é somar o terceiro triunfo na Madeira”, começou por explicar.


Para amanhã o objectivo passa por: “Manter a mesma abordagem, andar rápido e manter a posição. Os troços já não serão tão favoráveis ao nosso carro, mas vamos procurar ajustar o ‘set-up’ o melhor possível”, concluiu Bruno Magalhães.


O Rali da Madeira tem igualmente uma pontuação FPAK, onde constam carros sem homologação FIA, mas onde Bruno Magalhães também lidera com 14,7s de vantagem para o Porsche de José Pedro Fontes.


Classificação Rali Vinho da Madeira (FIA)

1º Magalhães/Magalhães – Peugeot 208 R5 com 1.44.33,7s

2º Nunes/Fernandes – Mitsubishi Evo X a 1.26,9s

3º Campos/Calado – Peugeot 208 R5 a 1.49,6s

4º Sousa/Magalhães – Ford Fiesta R5 a 2.00,5s



Bruno Magalhães mantém liderança do Rali Vinho da Madeira

Penalização atrasa Miguel Campos e Victor Calado

Equipa chegou a andar nos lugares do pódio


 


Miguel Campos e Victor Calado viveram um dia muito atribulado no Rali Vinho da Madeira. A dupla do Peugeot 208 T16 R5 andou durante grande parte da etapa a sentir os problemas de motor no carro francês mas, quando a equipa técnica conseguiu solucionar o problema, recuperou até ao terceiro lugar.


Infelizmente, uma intervenção mais prolongada na última assistência do dia fez com que Miguel Campos e Victor Calado sofressem uma penalização de 1m50s que os fez cair, de novo, para o quinto posto da classificação. “Não foi um dia nada fácil. Durante praticamente todas as classificativas tivemos de extrair o máximo do carro que continuava com o motor a falhar. Ainda assim, conseguimos minimizar as perdas e manter-nos em competição e na luta pelos lugares da frente. Quando o Peugeot melhorou, isso foi evidente nos nosso tempos e subimos na classificação”, afirmou Miguel Campos.


Contudo, o piloto de Famalicão lamenta o tempo perdido na assistência que fez a equipa descer para a quinta posição. “Na tentativa de verificar que estava tudo mesmo bem e que os problemas de motor não voltariam a surgir, a equipa demorou mais tempo do que o disponível. Sabemos que o pódio está muito mais complicado mas não baixamos os braços. Amanhã vamos partir para a prova com muita vontade de discutir posições. Faltam oito especiais. O rali é longo. Tudo pode acontecer”, avançou o piloto.


De facto, a última etapa da edição deste ano do Rali Vinho da Madeira tem tantos troços em disputa como o dia de hoje. A primeira classificativa começa às 9h39.


Classificação geral no final da segunda etapa


1o B. Magalhães/C. Magalhães Peugeot 208 T16 R5 1h44m33,7s


2o M. Nunes/J.P. Fernandes Mitsubishi Lancer Evo X a 1m26,9s


3o B. Sousa/H. Magalhães Ford Fiesta R5 a 2m00,5s


5o M. Campos/V. Calado Peugeot 208 T16 R5 a 3m39,6s



Penalização atrasa Miguel Campos e Victor Calado

Tiago Monteiro em destaque na Argentina

Tiago Monteiro protagonizou esta tarde uma boa sessão de qualificação do WTCC que este fim-de-semana visita a Argentina. O piloto português chegou à qualificação 3, destinada aos cinco pilotos mais rápidos, e viria a ficar com o quinto lugar da grelha para a primeira corrida e sexto para a segunda. Um bom resultado que abre boas perspectivas para as duas corridas de amanhã.


Tiago estava bastante satisfeito com o resultado que conseguiu num circuito que se adapta em determinadas zonas ao seu Honda Civic, pese embora a recta longa seja sempre bastante penalizadora: “O carro esteve bastante bem, mas com um comportamento diferente face ao treino da manhã, já que as temperaturas aumentaram bastante. Tanto a qualificação 1 como a 2 correram conforme planeado. No entanto na Q3 ataquei demais com o intuito de ganhar posições na grelha e acabei por desgastar os pneus dianteiros e isso acabaria por resultar num erro na curva 9. Não fosse isso e acredito que estaria na quarta posição logo atrás dos Citroen”, explicou Tiago Monteiro.


Assim, para amanhã e sabendo que chegar aos lugares do pódio será complicado, Tiago centra atenções no pontos e nas contas do Campeonato: “Vou lutar e dar o meu melhor para chegar o mais longe possível. Mas, o mais importante será consolidar a quarta posição no Campeonato e para isso são necessários pontos. Acho que vão ser duas corridas muito interessantes e com muitas lutas”, concluiu Tiago Monteiro focado na sua missão.


As corridas têm transmissão em directo no Eurosport às 18h e 19h.



Tiago Monteiro em destaque na Argentina

Paulo Neto campeão do grupo RC3

 


Paulo Neto / Vitor Hugo alcançaram no Rali Vinho Madeira um excelente resultado, que culminou com a conquista do título Nacional no Grupo RC3.


A dupla Paulo Neto / Vitor Hugo fizeram no Rali Vinho Madeira uma excelente operação, pois não só foram os melhores classificados dos concorrentes do Campeonato Nacional de Ralis entre os carros de duas rodas motrizes, como venceram o Grupo RC3 e acabaram por conquistar o título de Campeões Nacionais do Grupo RC3, por antecipação, quando ainda faltam duas provas para o final do campeonato “É uma sensação muito boa conseguir conquistar um título para o qual tínhamos trabalhado muito. Os nossos objetivos para esta prova foram integralmente cumpridos e a prova correu-nos de facto muito bem”, começa por afirmar um satisfeito Paulo Neto, relevando que “neste momento não posso deixar de agradecer a todos aqueles que nos apoiaram. Em primeiro lugar aos nossos patrocinadores – Revigrés, Roca, Weber, Total, Quantinfor, Watx & Colors, Banhoazis, Quantum Quartz, Caras Decoração e Vitarte – pois sem eles não teria sido possível estar envolvido no Nacional de Ralis e obter este saboroso título no Grupo RC3. À equipa RF Competições que também esteve em excelente nível na preparação do Citroen DS3 R3T, e ao meu navegador, o Vitor Hugo, que foi também fundamental nesta caminhada. Logicamente que quero agradecer a toda a família, sem esquecer os amigos e adeptos que sempre nos apoiaram“.


Sobre o Rali Vinho Madeira, Paulo Neto diz que “é uma prova fabulosa. Os troços são muito técnicos e difíceis mas muito interessantes do ponto de vista de condução. Por outro lado, a prova tem um ambiente fantástico em seu redor, pois são milhares os adeptos que estão ao longo de toda a prova a dar o seu apoio, como a comunicação social, nomeadamente a televisão e a rádio, dedicam muitas horas de transmissão a este evento que mexe com toda a Ilha da Madeira. Sem dúvida este foi um excelente local para alcançar o título de Campeão Nacional no Grupo RC3”.


Mais informações e classificações da prova em: www.ralivm.com



Paulo Neto campeão do grupo RC3

Bruno Magalhães na frente do Rali Vinho da Madeira

Bruno Magalhães entrou com o pé direito no Rali Vinho da Madeira ao ser o mais rápido na classificativa de abertura da prova. Para a estreia do piloto luso ao volante do Peugeot 208 T16 não poderia ter sido melhor. Na segunda e última classificativa do dia, a dupla Bruno e Carlos Magalhães foram mais cautelosos, registando o segundo tempo. Ocupam no entanto a primeira posição da tabela com 5,4 segundos de vantagem para o segundo classificado, Miguel Nunes.


Este início é um bom indicador para 16 especiais que ainda faltam cumprir em mais de dois dias de competição: “Estamos muito contentes. É uma motivação extra começar o rali a vencer e estar na frente da prova. Fiz a primeira especial muito depressa, mas na segunda, devido à humidade no asfalto, optámos por ser cautelosos. Não há razão para correr riscos. É importante para nós continuar a fazer quilómetros num carro que estamos a descobrir e a tentar melhorar o ‘set-up’”, explicou Bruno Magalhães confiante que amanhã poderá continuar a discutir as vitórias classificativa a classificativa.


O Rali Vinho da Madeira tem transmissões em directo na RTP2. Amanhã, Sábado pelas 10.50h, 15.15h e 18.35h.



Bruno Magalhães na frente do Rali Vinho da Madeira

Motor pouco cooperante atrasa Miguel Campos

 


Miguel Campos e Victor Calado terminam dia em quinto


Motivados e à procura do ritmo competitivo o mais rápido possível, Miguel Campos e Victor Calado entraram bem no Rali Vinho da Madeira. Contudo, o motor do Peugeot 208 T16 R5 não foi cooperante como esperado e a equipa atrasou-se para terminar o primeiro dia na quinta posição a 33,1 segundos


Não foi desejada por Miguel Campos e Victor Calado que, depois de todo o trabalho de preparação desta participação no Rali Vinho da Madeira, esperavam começar a ganhar ritmo e competitividade neste primeiro dia de prova. Contudo, as dificuldades evidenciadas pelo propulsor do Peugeot limitaram esta evolução.


“Já tínhamos sentido o motor a falhar no shakedown mas acreditámos que tudo se resolveria a tempo da partida. Entrámos no rali de forma cautelosa, à procura do ritmo que nos falta e correu tudo bem no primeiro troço. No entanto, na passagem por Chão da Lagoa 1, os maus sinais voltaram a aparecer e perdemos algum tempo. Esperamos que a equipa consiga resolver o problema para voltarmos amanhã em condições de discutir os primeiros lugares com a concorrência”, afirmou


Amanhã é um longo dia no Rali Vinho da Madeira. São oito especiais que as equipas têm pela frente. Primeiro, repetem as passagens pelos troços já feitos e, depois de um parque de assistência, têm uma sessão dupla pelas classificativas Cidade de Santana (13,92 km), Referta (14,35 km) e 4 Estradas (15,13 km).


Classificação geral no final da primeira etapa


1o B. Magalhães/C. Magalhães Peugeot 208 T16 R5 24m23,5s


2o M. Nunes/J.P. Fernandes Mitsubishi Lancer Evo X R4 a 5,4s


3o R. Moura/A. Costa Ford Fiesta R5 a 15,1s


5o Miguel Campos/Victor Calado Peugeot 208 T16 R5 a 33,1s



Motor pouco cooperante atrasa Miguel Campos

Ford Fiesta Ecoboost deixa Filipe Carvalho surpreendido no Rali Vinho da Madeira

 


A jovem dupla Filipe Carvalho/Cláudio Gouveia teve uma agradável surpresa com o comportamento dinâmico do Ford Fiesta Ecoboost do projeto i-drive na primeira etapa do Rali Vinho da Madeira, sexta prova do Campeonato Nacional, disputada esta sexta-feira. Naquele que constitui o primeiro grande teste ao Fiesta – a estreia nos ralis ocorreu, recorde-se, no Rali Vidreiro –, o piloto madeirense ficou com uma excelente impressão ao fim das duas primeiras classificativas.


“Gostei imenso do comportamento do Fiesta Ecoboost, que me deixou surpreendido. Não esperava que andasse tão bem e tivesse tanta estabilidade em curva. O chassis é fantástico. Direi que se trata do carro ideal para um troféu destinado a jovens pilotos”, começou por referir o piloto madeirense.


Depois, falando da primeira etapa do Rali Vinho da Madeira, contou: “Hoje, a única dificuldade aconteceu na segunda classificativa, Chão da Lagoa, mas devido às condições climatéricas, já que apanhei muito nevoeiro e a visibilidade era quase nula. Não via nada, o que me fez perder bastante tempo”.


Para a segunda etapa, no sábado, com oito classificativas (124,94 km), Filipe Carvalho lembra que só tem um objetivo: “Acima de tudo, quero terminar o rali, pois, como já disse, é muito importante fazer um grande teste ao Ford Fiesta Ecoboost numa prova tão dura e extensa como este Rali Vinho da Madeira. Vou dar o meu máximo e tentar, também, o melhor resultado possível”.



Ford Fiesta Ecoboost deixa Filipe Carvalho surpreendido no Rali Vinho da Madeira

Conferência Imprensa Clube Atlético Oliveira do Hospital

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Reacção do ACP Motorsport à falta de apoio por parte Turismo Portugal

Depois da decisão do Turismo de Portugal não continuar a apoiar o Rali de Portugal esperava-se uma resposta por parte da organização, o ACP Motorsport que trancrevemos na integra:


“A decisão do Ministério da Economia de retirar o apoio financeiro ao WRC Rally de Portugal é exclusivamente política e não tem qualquer fundamento técnico ou científico. António Pires de Lima, ministro da Economia, Adolfo Mesquita Nunes, secretário de Estado do Turismo e Joao Cotrim Figueiredo, presidente do Turismo Portugal, todos do CDS, tomaram uma decisão que lesa o País em vários milhões de euros.


O WRC Rally de Portugal constitui o único grande evento passível de avaliação objetiva dos impactos na economia do turismo nacional, fruto da avaliação externa que desde 2007 a Universidade do Algarve realiza, inquirindo até hoje um total de 8.761 adeptos, cujos dados são organizados e processados através de metodologias publicadas a nível científico internacional. 


Esta monitorização, para além de quantificar e analisar a dimensão turística e económica inerente aos fluxos gerados no evento e pós evento, materializa também a iniciativa do ACP em anualmente prestar contas pela utilização de dinheiros públicos, em particular face à estimativa do retorno do patrocínio do Turismo de Portugal. 


Os números são amplamente divulgados, mas importa relembrar os principais indicadores, uma vez que o Ministério da Economia revelou um desconhecimento ofensivo dos mesmos:


a) Durante as sete edições do WRC Rally de Portugal e com suporte em dados extrapolados para o estudo com base nas informações emitidas pela GNR sobre a segurança do público ao longo dos troços, o Rally de Portugal atraiu um número de visitantes anual que ronda os 350  a 400 mil;


b) Estes turistas – incluindo os que visitaram o País pela primeira vez e que representam cerca de 26,1% do total -, expressam uma intenção de regresso a Portugal nos próximos três anos noutras épocas do ano (sem Rally), em 83,6% dos casos no verão e 60,6% no inverno. Esta constatação é uma demonstração inequívoca da participação do WRC Rally de Portugal na recuperação de fluxos e receitas turísticas que o País vem demonstrando nos últimos anos, designadamente em 2013 commais 5,2% de dormidas em estabelecimentos hoteleiros e mais 7,5% de receitas turísticas;


c) No acumulado das 7 edições o WRC Rally de Portugal atraiu e gerou uma new expenditure no turismo, isto é, uma despesa diretamente introduzida pelos adeptos na economia nacional, atingindo o acumulado de 348,2 milhões de euros de impacto direto a preços constantes e que ultrapassa os 500 milhões se contabilizado o AEV (Advertising Equivalent Value);


d) Sendo o apoio público acumulado do Turismo de Portugal para esse período na ordem dos 6,4 milhões de euros, tal significa que nos últimos sete anos por cada 1,00 € de investimento público foram gerados na economia nacional 54,42€ de despesa direta pelos adeptos do WRC Rally de Portugal;


e) Seria interessante comparar o valor deste multiplicador do WRC Rally de Portugal com outros eventos ou investimentos de captação de fluxos turísticos apoiados. São ínfimos os promotores/organizadores/financiadores que assumem a responsabilidade de realizar no terreno a avaliação do retorno efetivo da utilização de dinheiros públicos.


f) Cumulativamente face ao padrão de despesa nos vários tipos de consumo de bens e serviços pelos 350.000 a 400.000 turistas, é possível estimar com algum grau de aproximação que só em impostos diretos sobre o consumo, os turistas gerados pelo WRC Rally de Portugal proporcionaram ao Estado ao longo das sete edições uma receita fiscal na ordem mínima dos 74,1 milhões de euros.


g) Quanto à descoberta da adaptação da promoção externa ao marketing digital pelo Ministério da Economia para 2015, refira-se que durante o Rally e a semana que o antecede, o website WRC.COM dedicado ao WRC Rally de Portugal regista em média entre 760.000 a 1 milhão de visitas. Já na edição de 2013 foi atingido o referido milhão de visitas em apenas 10 dias, entre 30 de Março a 8 de Abril, com origem maioritária em mercados como Polónia, França, Espanha, Reino Unido e Finlândia.


h) O Ministério da Economia anunciou uma alteração estratégica do modelo de promoção do destino Portugal, como tendo início em “meados de 2011”. Nesta mudança que se terá iniciado há três anos, uma das medidas alternativas agora apresentadas pelo ministério consiste na concessão de um apoio no valor de 900.000 euros à companhia aérea low cost EasyJet para a criação de uma base no Aeroporto Francisco Sá Carneiro, a qual aí colocará 2 aviões Airbus A320 (165 passageiros cada). Este apoio foi esclarecido que terá por objeto “ações promocionais das rotas a operar a partir do Porto”.


Em economia admitir-se-ia como condição necessária à decisão conhecer a priori o retorno estimado desta nova utilização de dinheiros públicos, bem como o respetivo custo de oportunidade pelo não investimento alternativo. Para este exercício seria necessário que o Ministério da Economia, no momento da decisão, possuísse a resposta objetiva a três questões: 


1. Quais as rotas que esses dois aviões Airbus A320 de 165 passageiros cada vão operar? Estão essas rotas de acordo com as políticas e mercados prioritários definidos pelo turismo do Porto e Norte de Portugal? Em resposta a easyJet remete o anúncio das rotas para Setembro ou Outubro do corrente ano.


2. O segmento low cost caracteriza-se por operar em muitas rotas e pela capacidade de mudar rapidamente a sua actividade para aeroportos alternativos, pelo que, num cenário contingente futuro em que o Ministério da Economia retire o financiamento, a easyJet mantém a base no Porto ou abandona-a?


3. Finalmente, dos atuais 800 mil passageiros/ano transportados pela easyJet a partir do Porto (os quais representam 400 mil turistas dado que um turista são dois movimentos – ida e volta -, e sem contabilizar o número de residentes incluídos nestes voos), qual o crescimento esperado de passageiros gerado com as novas rotas? Em resposta, a easyJet escusa-se a avançar com previsões de crescimento com o investimento agora anunciado.


Neste último âmbito, e admitindo-se um conjunto hipóteses sobre o funcionamento desta base em termos de rotas, número de voos diários das aeronaves com chegada ao Porto e respetivas taxas de ocupação, o que inclui o funcionamento mais intenso durante o Verão IATA (sensivelmente março a outubro) e menor no inverno, poder-se-á projetar a seguinte tabela comparativa de retornos face ao apoio público concedido: 



Nota: Neste cenário a easyJet deverá atingir uma quota próxima dos 20% do total de passageiros no Aeroporto Francisco Sá Carneiro


Os dados estimados demonstram que 1,00€ de apoio público no WRC Rally de Portugal produz um retorno comprovado de 54,42€ na economia através dos gastos efetuados pelos turistas, enquanto o mesmo euro aplicado na base low cost produzirá um retorno estimado de 31,01€, isto é, menos 43% que a opção já testada ao longo dos últimos sete anos no apoio ao WRC Rally de Portugal.



Para além do diferencial de retorno no confronto de ambas as opções, é relevante verificar que num contexto de fragilidade económica nacional, o Ministério da Economia decidir investir 900 mil euros na “opção” low cost desconhecendo:

 

- Quais as rotas que a easyJet vai operar a partir da base do Porto;

 

- Se a instalação da companhia no Aeroporto Francisco Sá Carneiro é estrutural ou meramente conjuntural em função de um benefício público;

 

- Qual o valor do efetivo retorno desse apoio sobre a economia e o turismo.

Isto quando em alternativa tem informação detalhada sobre sete anos de análise acerca do WRC Rally de Portugal em termos de:

 

- Quais os mercados turísticos tradicionalmente captados pelo WRC Rally de Portugal, qual a imagem retida do evento e do destino, qual o comportamento desse turista no território e qual a intenção de regresso, entre outros aspetos;

 

- Estar perante uma opção estrutural de um grande evento que envolve mais de 1.100 pessoas na sua organização anual, realizado em Portugal com projeção mundial pela integração no campeonato do mundo WRC, o qual atinge uma audiência global de 607 milhões em canais TV e superior a 13.600 milhões em formato online;

 

- Conhecer o valor do efetivo retorno económico desse apoio sobre a economia do turismo, acrescendo ainda as expectativas positivas de progressão deste indicador pelo facto do Rally ao disputar-se na região Norte poder vir a atrair um ainda maior número de adeptos/turistas.

 

Não deixa de ser uma enorme coincidência no momento em que é decidido levar finalmente o WRC Rally de Portugal para o Norte, o Ministério da Economia anuncie a sua retirada de apoio. 

 

Mais ainda quando todas as previsões apontam para que o impacto económico provocado pelo WRC Rally de Portugal no Norte venha a ser muito superior do que nas edições anteriores.

 

Portugal é um País pequeno, mas relevante no que ao WRC diz respeito. Lamentavelmente, os responsáveis do Ministério da Economia apenas quiseram ficar no primeiro qualificativo.”



Reacção do ACP Motorsport à falta de apoio por parte Turismo Portugal

Ricardo Marques tenta um bom resultado no Vinho da Madeira





Vindos de uma merecida vitória na última prova, a dupla Ricardo Marques e Paulo Marques estará daqui a pouco em mais uma edição do Rali Vinho da Madeira, prova que estará como habitualmente a cargo do Clube Sports da Madeira.


Apesar de tudo ainda estar aberto, a sexta ronda do Campeonato será um desafio importante para a dupla do Peugeot 208 R2 já que partem na liderança do campeonato, conquistada com a vitória em duas das quatro provas em que alinhou.


Esta será a primeira participação na prova em piso de asfalto, mas e pela primeira “impressão” obtida nos reconhecimentos realizados anteontem, será uma prova muito do agrado da dupla.


Como nos salienta Ricardo Marques “Será a primeira vez que estamos à partida deste rali, mas pelo que vimos nos reconhecimentos será um rali que nos agrada bastante, muito bonito, com especiais exigentes e além disso, sempre com muito público a acompanhar passo-a-passo a prova, além claro da diversa imprensa local que dá uma extensa cobertura ao rali.


Em termos de objetivos, vamos tentar dar o nosso melhor, entrar com o mesmo ritmo das provas anteriores. O asfalto é o tipo de piso onde penso que somos mais competitivos e vamos fazer os possíveis para garantir um bom resultado, que acima de tudo nos permita manter a liderança do campeonato”.


O primeiro contacto com o seu Peugeot 208 R2 depois do Rally Vidreiro será amanhã, onde a equipa irá aproveitar o shakedown para efetuar alguns quilómetros de testes e assim desta forma encontrar o melhor setup para o 208.


A prova com centro no Funchal vai para a estrada na sexta-feira à tarde, prolongando-se até Domingo, num total de 18 especiais de classificação com 263 quilómetros totalizando 823,54 quilómetros de percurso total de prova, embora para os concorrentes do Nacional de Ralis a prova se dispute apenas até sábado à tarde.




Ricardo Marques tenta um bom resultado no Vinho da Madeira

Miguel Campos a postos para o inicio do Rallye Vinho Madeira

 


Miguel Campos e Victor Calado com segundo tempo no shakedown


Foi na procura de ritmo competitivo que a dupla Miguel Campos/Victor Calado entrou para o shakedown do Rali Vinho da Madeira. Ao volante do Peugeot 208 T16 R5 preparado pela PA Racing, piloto e co-piloto fizeram quatro passagens pelo troço de 3,16 km e terminaram a derradeira sessão de preparação para a prova com o segundo melhor registo. “Correu bastante bem. A equipa fez um bom trabalho. O shakedown foi bastante curto. Estamos em fase de adaptação. Esperamos aumentar o ritmo ao longo da prova. Não há nada a apontar durante este último teste, a não ser um percalço já na última passagem quando o motor falhou. Ainda não sabemos ao certo o que é, mas não é preocupante para o arranque do rali mais logo à tarde”, afirmou Miguel Campos.


Neste momento, os técnicos da PA Racing estão a verificar todos os sistemas do Peugeot 208 T16 R5 para que o problema não se repita. O Rali Vinho da Madeira começa com a cerimónia de partida marcada para as 17.30h.


A competição propriamente dita arranca hoje com a realização de dois troços. Quando faltarem 13 minutos para as 20 horas, começa a classificativa de Campo de Golfe 1 (16,07 km), enquanto Chão da Lagoa 1 (22,07 km) tem início marcado às 20h30.


O Rali Vinho da Madeira é organizado pelo Club Sports da Madeira e é uma prova pontuável para o Troféu Europeu de Ralis e para os campeonatos nacional e regional da especialidade.



Miguel Campos a postos para o inicio do Rallye Vinho Madeira

Nuno Guimarães com regresso saudado ao Nacional de Montanha

 


Depois de falhar a época de 2013 por motivos de saúde, Nuno Guimarães volta agora a concentrar-se numa participação a tempo inteiro no Campeonato Nacional de Montanha.


Na Rampa Capital do Móvel, em Paços de Ferreira, o piloto do BRC readquiriu ritmo e terminou no top-5.


Piloto, antigo diretor de prova e fundador da APPAM – Associação Portuguesa de Pilotos de Automóveis de Montanha, Nuno Guimarães é uma das figuras mais respeitadas das rampas nacionais, um palco onde se estreou ao volante de um Toyota Corolla Twin-Cam, na altura dividido com o irmão João Guimarães, que participava em ralis. Depois de ter chegado a vice- campeão nacional da Categoria 1, com um Mazda MX5, Nuno Guimarães teve de fazer um interregno na sua carreira por motivos de saúde. Regressou na última Rampa da Penha, prova de abertura da época de 2014, mas entretanto voltou a guardar o BRC CM 02 na garagem devido a compromissos pessoais que coincidiram com as rampas seguintes.


Foi, por isso, digno de registo o efetivo regresso de Nuno Guimarães à competição na Rampa Capital do Móvel do passado fim-de-semana, uma oportunidade para rever adversários e sobretudo amigos de longa data que saudaram o regresso do piloto da Régua. “Sempre houve um bom ambiente entre os pilotos da Montanha, mesmo quando o campeonato passou por dificuldades. Felizmente, agora que as listas de inscritos são maiores e melhores, o espírito parece persistir e por isso foi um prazer regressar às corridas”, comentou Nuno Guimarães.


“Senti-me bem em Paços de Ferreira e também fiquei contente com o resultado, que até superou as minhas expectativas. Fui sexto da geral e acabei a fazer 2m04s na última subida, o que foi muito bom para quem estava parado há alguns meses. O meu objetivo agora é disputar as restantes três rampas e, sobretudo, continuar a divertir-me”, concluiu.


O Nacional de Montanha fará agora uma paragem até 6 e 7 de Setembro, altura em que regressa com a carismática Rampa do Caramulo



Nuno Guimarães com regresso saudado ao Nacional de Montanha