PEUGEOT SPORT





Peugeot apresenta o 208 R2 na Volta à Córsega


Pela vontade de reinventar as referências que fizeram o sucesso das estrelas 205, 206 e 207, a Peugeot não hesitou em alterar certos princípios para criar o Peugeot 208. Agora, três versões destinadas à competição, os 208 ”by” Peugeot Sport vão acompanhar o lançamento comercial do modelo.
O primeiro da saga será o 208 R2, que se estreará como “Carro 0” na Volta à Córsega, quarta prova do IRC, e que será tripulado por Stéphane Sarrazin/Benjamin Veillas, a partir de 10 de Maio.


Três versões desportivas do 208

Anunciado no final de 2011, o desenvolvimento das versões competição do Peugeot 208 intensificou-se e a sua estreia está à porta. A primeira da série, o R2, está pronta para mostrar as suas potencialidades na Volta à Córsega, que estará na estrada de 10 a 12 de Maio.
As outras duas versões do 208 verão a luz do dia até ao final do ano, havendo uma versão de circuitos, muito próxima do R2, destinada ao acesso da prática do desporto automóvel, no quadro dos encontros Peugeot Sport. Em Setembro, surgirá o muito aguardado 208, enquadrado na regulamentação “R5”, que terá por missão suceder ao 207 S2000 nos campeonatos nacionais e internacionais de ralis.

Recrear um ícone

“Com o 208, a Peugeot criou condições para recrear um ícone”, afirma Laurent Blanchet, responsável da gama de produtos Peugeot.
“O espírito do 205 e do 206 e a funcionalidade do 207 estão reunidos no novo 208”, acrescenta Xavier Peugeot, Director de Produto da Peugeot.
Através de vários elementos, entre os quais a decoração do R2, a equipa de Estilo Peugeot desejou marcar o lançamento desportivo do 208, dando-lhe valores emocionais fortes, recorrendo a um desenho mítico mas com traços assumidamente modernos. É nesta configuração que o 208 R2 abrirá a mítica Volta à Córsega, como “carro 0”. Figura emblemática da Peugeot Sport, Stéphane Sarrazin, acompanhado, por Benjamin Veillas, guiará a pequena “bomba” e permanecerá na Córsega, durante mais uma semana, para uma intensa sessão de testes. Será, assim, um dos muitos pilotos a contribuir para o desenvolvimento do 208 R2.


208 – Ser a nova referência no segmento

O R2, considerado indispensável na gama, terá o papel de ponta de lança. Abordável no que toca à aquisição, com excelente desempenho, ideal para aqueles que querem começar a sentir a paixão do desporto, o 208 R2 fez os seus primeiros testes em estrada no final de 2011, com o objectivo de substituir o 207 RC Rallye, que é utilizado no “Volant”, e de procurar conquistar vitórias na categoria a nível internacional.
Muitos construtores dispõem de um carro de competição de acordo com a regulamentação R2, como é o caso da Peugeot, Ford, Renault e Citroën. Com o 208, a Peugeot Sport tem como objectivo tornar-se uma referência na categoria, não só em termos de desempenho, mas também no que diz respeito aos custos. É por isso importante sublinhar a fiabilidade alcançada em sectores sensíveis como são a transmissão, os sistemas eléctricos e a electrónica. Um outro objectivo foi o de simplificar o trabalho de assistência e diminuir o número de peças necessárias para efectuar a transformação «terra/asfalto» e vice-versa. Isso foi possível, concebendo o maior número de peças comuns, às duas configurações, reagrupando as suas funções e procurando-as entre as peças comuns à competição e aos clientes do grupo PSA.

Regeneração de estilo

A partir de uma silhueta compacta, da redução da distância dos eixos dianteiros e traseiros, de encadeamentos fluidos entre o capot e a traseira, os códigos estéticos da marca foram reinventados, tanto no que diz respeito às suas características principais, como nos detalhes. A parte da frente, verdadeira assinatura genética, mostra uma nova imagem da marca particularmente carismática. O seu olhar felino mostra-se mais moderno, rico e refinado. A frente revela-se simultaneamente forte e viva, doce e com raça, tecnológica e sofisticada.

A Regeneração técnica vista por Yann Goraguer, chefe de projecto do 208 R2

Redução de peso: “A ‘coque’ do 208 beneficiou de uma redução de peso na ordem dos 40 kg, em relação ao 207. As dimensões do 208 são um bom ponto de partida para o R2, com a boa distância entre eixos a dar excelente estabilidade ao chassis. O trabalho de redução de peso da estrutura permitiu, ainda, baixar o centro de gravidade, equilibrar melhor os pesos e limitar as inércias, já muito reduzidas neste carro. Todos estes elementos contribuem para dotar o 208 R2 de um excelente comportamento em estrada.”

Estrutura moderna: “Equipado com uma ‘coque’ reforçada por um arco com vários pontos de soldadura, o 208 R2 é um verdadeiro passo em frente em matéria de segurança e de rigidez em relação aos concorrentes, e isto acontece graças a um novo processo de fabrico.”


Motorização moderna: “A regulamentação obrigou a Peugeot Sport a desenvolver para o 208 R2 um novo motor 1600 cc atmosférico, com base no motor 1.6 VTi, que equipa versões de série do 208. “Partimos de uma folha em branco para desenvolvê-lo para a competição e podemos atingir os 185 cv, estabelecidos no caderno de encargos, integrando novos elementos do motor de série, que são os baixos consumos e emissões de CO2. É um motor muito moderno com uma regulação variável: de admissão e de escape. No Grupo R têm de ser mantidos alguns aspectos de origem, como seja as dimensões das válvulas. Num motor atmosférico, as válvulas e a admissão são os pontos-chave do desempenho, e foi nisso que trabalhámos com a Sodemo, para termos a facilidade de poder utilizar uma potência pura, por vezes inexplorada nos ralis, criada a partir da um escalonamento variável. Os ‘kits’ serão vendidos com o motor montado e rodado.”

Caixa de velocidades inovadora: “Isso também é uma novidade. Dispõe de uma caixa de velocidades com cinco relações e comando sequencial manual. A alavanca é suportada pela coluna de direcção. A arquitectura do comando é idêntica à do 207 S2000. É uma evolução significativa, num carro desta categoria, que habitualmente tem um comando mais clássico. A alavanca é mais curta, está colocada mais acima e o comando é mais directo, por actuar no eixo da caixa, tudo com o objectivo de melhorar a precisão. É um sistema mais rígido, por ser mais curto, mais leve e por estar mais centrado. A caixa de velocidades dispõe de uma inovação no sistema de arrefecimento por ar, por haver uma tomada de ar na parte dianteira da caixa que permite arrefecer o cárter e o óleo.”

Redução do consumo: “Menor peso, aerodinâmica trabalhada e motor atmosférico permitem um consumo mais reduzido, quando comparado com o 207 RC Rallye, o que contribui para diminuir os custos.”

Suspensões performantes: “Retomamos os amortecedores reguláveis de três vias, com regulação hidráulica, que não fazia parte do catálogo do nosso fornecedor, Ohlins, o que implicou um novo desenvolvimento. O R2 dispõe, também de triângulos específicos que permitem aumentar o curso da suspensão, o que permite um ganho em motricidade e desempenho.”

Direcção hidráulica: “Ela é igualmente específica no 208 R2. Em vez da direcção eléctrica de série, optámos por uma direcção com assistência hidráulica, uma cremalheira hidráulica, com uma desmultiplicação reduzida para maior precisão e conforto da condução. É um pedido recorrente dos pilotos, que querem uma direcção mais directa e a utilização dos sistemas hidráulicos permite melhorar a percepção do piso, em particular na terra.”

Travões com estribo único: “O diâmetro é imposto pelo regulamento. Tratando-se de consumíveis, precisam de ter bom desempenho, serem fiáveis e relativamente económicos. Para simplificar o trabalho da passagem terra/asfalto ou asfalto/terra, optámos por um estribo único Alcon e uma montagem de disco de série, que na troca terra/asfalto implica unicamente a troca de um tirante de fixação do estribo.”

Embraiagem: O diâmetro de 184 mm e o monodisco são imposições, pelo que a Peugeot Sport recorreu à Alcon para equipar o R2.

Rodas: As rodas têm uma regulamentação específica no que diz respeito às jantes (dimensões, largura e diâmetro) e ao peso.

Pneus: O desenvolvimento do 208 R2 foi feito com o apoio da Michelin, parceira da Peugeot Sport.


Série-Sport: um desenvolvimento em colaboração para um custo de exploração menor

A Peugeot projectou um modelo que marca um salto de geração. O trabalho da Peugeot Sport consistiu em fazer, em estreita colaboração com os especialistas do grupo PSA, as adaptações necessárias para competição, de acordo com a regulamentação em vigor.
“Estamos em contacto permanente com os diferentes serviços técnicos do grupo”, explica Alexis Avril, responsável técnico da competição clientes de Peugeot e Citroën. No início do projecto beneficiámos da competência e do conhecimento que havia no Grupo para avançar no desenvolvimento, em particular dos pontos-chave. As transmissões do 208 R2, por exemplo, são fabricadas nas fábricas PSA, de acordo com um caderno de encargos denominado “competição”. Beneficiámos dos conhecimentos, do saber e da experiência do modelo de “série”, no que diz respeito aos materiais a utilizar, às gamas e aos processos. O 208 está equipado com uma mecânica nova e moderna, por isso tivemos muitas trocas de experiências com os técnicos da casa.”

A comercialização

O “kit” de peças específico para o 208 R2 será disponibilizado pela Peugeot Sport por 37 500 € (excluindo impostos), tanto na versão de terra, como na versão de asfalto. É, também, possível adquirir o 208 R2 montado e matriculado pela Peugeot Sport, nas versões de terra ou asfalto por 57 500 € (excluindo impostos). Por fim, estarão disponíveis dois kits reversíveis para as passagens das versões terra a asfalto ou vice-versa. Entregas em Novembro, na Racing Shop.

Contacto: Laurent Guyot, Responsável da Peugeot Sport Racing Shop: 00 33 (0)6 88 21 59 56/Laurent.guyot@mpsa.com

O calendário do 208 R2

Julho – homologação
17-18 de Agosto – Rali do Ulster: asfalto
Outubro – Novembro: ralis em terra e asfalto, em Itália, França e Espanha
Novembro – Comercialização
23-25 de Novembro – Rali do Var: asfalto





NUNO DINIS
FONTE: Comunicado peugeot Sport

Clube Escape Livre




Dacia Duster 4x2: a aventura é possível


Há locais onde um carro com tração dianteira não consegue chegar... mas poucos constituem problema se esse carro for um Dacia Duster 4x2. De 22 a 24 de Junho, o Dacia Duster Aventura 4x2 vai provar do que esta viatura é capaz, permitindo, ao mesmo tempo, a descoberta dos encantos da magnífica região do Douro.

O Dacia Duster Aventura 4x2 é um passeio especialmente organizado para os proprietários dos Duster 4x2, mas onde os Duster 4x4 também podem participar. Trata-se de um evento de aventura e lazer, onde todas as potencialidades turísticas do Douro são aproveitadas: o próprio leito do rio - através de um belo passeio de barco com almoço incluído – a magnífica paisagem, a ruralidade que caracteriza a região, a excelente gastronomia, a forte componente cultural e histórica e… o facto de serem percorridos dois marcos classificados como património Mundial da Humanidade: a Arte Rupestre Pré-Histórica do Vale do Côa e Alto Douro Vinhateiro.
A partida para esta aventura é em Trancoso, na sexta-feira, dia 22, sexta-feira, com uma visita ao marcante centro histórico de Trancoso a que se segue o jantar de boas vindas e, logo depois, uma primeira etapa noturna por fora de estrada.
No sábado, os trilhos rurais e corta-fogos conduzem a caravana até aos diversos locais de visita, nomeadamente os núcleos das gravuras rupestres do Vale do Côa, o Museu da Quinta da Ervamoira - onde ainda será feita uma prova de vinhos - as Ruínas do Prazo, em Freixo do Numão, e o centro histórico de São João da Pesqueira. O alojamento e jantar desta segunda noite são no Hotel Régua Douro.
Domingo é dia de também os condutores poderem relaxar e desfrutar ao máximo os momentos de confraternização e de ócio, as paisagens e os registos fotográficos. A partida é, nesse dia, a bordo do Navio Infanta, da empresa Barcadouro, que parte do cais do Pinhão para uma inesquecível subida do rio Douro. Depois de almoço, servido a bordo, a chegada ao Pocinho está prevista para o início da tarde, seguindo-se uma viagem de regresso por comboio, pela linha do Douro.
As inscrições estão abertas e são limitadas, podendo ser feitas através de www.escapelivre.com. O valor é de 395 euros para duas pessoas e inclui todo o programa, ou seja, duas noites de alojamento, refeições, visitas e ofertas, viagem de barco e comboio, seguro obrigatório da FPTT e Troféu SPAL.
O Dacia Duster Aventura 4x2 tem o patrocínio Dacia, o apoio das câmaras municipais de Trancoso, Vila Nova de Foz Côa, S. João da Pesqueira e Peso da Régua, e a colaboração FirstStop, SPAL, Autofoco, RFM, Off Road, TT Verde, Lusomotores, Autoandrive, Diário de Coimbra e jornal A Guarda.







NUNO DINIS
PHOTOS: Clube Escape Livre

Rallye Santo Thyrso Convida




MOTA VENCE EM SANTO THYRSO



Num rali marcado pelo reduzido número de inscritos no Regional, mas também por alguma chuva que apareceu a espaços e por muito público (muito mais que no Rali Targa Vieira do Minho), Luís Mota nem se aplicou a fundo para vencer sem oposição o Rali de Santo Thyrso.
Costuma-se utilizar a expressão "está a andar de moto", quando um assunto se resolve de maneira fácil e simples. Foi precisamente isso que se passou com Luís Mota no Rali de Santo Thyrso.
O piloto do Lancer Evo VII só não venceu a super-especial, porque a disputou à chuva ao contrário de quase todos os seus adversários, mas a partir daí dominou todos os troços e venceu com uma margem muito dilatada.
Para o segundo lugar é que se assistiu a uma luta interessante. Celso Moura ao volante de um Peugeot 205 até foi o primeiro líder do rali, mas a partir da segunda especial tentou sempre lutar pelo segundo lugar, mas António Oliveira, noutro 205, acabou por agarrar essa posição a dois troços do fim do rali, terminando estes dois pilotos no pódios separados por poucos mais de 10 segundos.
António Dias na estreia do BMW 325, podia ter feito um pouco melhor, mas um toque que danificou a suspensão e a roda, levou o piloto a atrasar-se um pouco ficando no 4º lugar.
André Oliveira, a discutir os primeiros lugares no Regional, desistiu cedo com problemas de motor no Peugeot 106.
Em termos de prova extra, Ricardo Costa, a conduzir desta vez um Peugeot 206 S1600, impôs-se também com alguma naturalidade, ficando Paulo Alves em Fiat Punto no segundo lugar e João Sousa no 306 Maxi em terceiro num rali de estreia para si.
LÍDERES DO RALI:Celso Moura (1ª Pec); Luís Mota (2ª à 6ª Pec)
VENCEDORES DE TROÇOS:Celso Moura (1); Luís Mota (6)



1º Luís Mota / Alexandre Ramos – Mitsubishi Lancer Evo VII 25m28,1s
2º António Oliveira / Rui Raimundo – Peugeot 205 GTi a 1m39,3s
3º Celso Moura / Ludgero Leal – Peugeot 205 Rallye a 1m50,2s
4º António Dias / Daniel Pereira – BMW 325 C a 1m56,2s
5º Paulo Gomes / Marco Macedo – Peugeot 306 S16 a 2m30,4s
6º Júlio Bastos / Anibal Pereira – BMW M3 a 3m00,5s
7º Jorge Melo / José Henrique – BMW 325i a 3m39,0s
8º Daniela Rodrigues / Laura Natividade – Citroen Saxo a 5m29,6s

PILOTO DE RALILuís Mota
MOMENTO DO RALI2ª e 3ª troço do rali, quando Mota marcou o ritmod a prova
MENOS DO RALIPoucos inscritos no Regional



NUNO DINIS
FONTE: www.ralisonline.net

TEAM VODAFONE BP ULTIMATE


Mercedes e Mitsubishi no NorteShopping



Vodafone BP Ultimate Team
expõe os modelos Campeões de 2011


A Vodafone BP Ultimate Team prepara-se para realizar uma acção de imagem no NorteShopping, em Matosinhos, expondo os modelos com que se sagrou Campeã de Velocidade e Todo-o-Terreno em 2011, respectivamente o Mercedes SLS GT3 e o Mitsubishi Racing Lancer. A acção terá lugar já na próxima semana, entre os dias 7 e 13 de Maio.
Os visitantes daquele espaço comercial terão, assim, a oportunidade de ver de perto os dois ‘bólides’ da equipa, o Mercedes SLS GT3, que Fontes e Barbosa partilham no presente Campeonato de Portugal de Circuitos e no Iberian Supercars Trophy, e o Mitsubishi Racing Lancer, que Barbosa divide com Pedro Velosa no Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, modelos que estão no topo das suas categorias, em Portugal e a nível internacional.
O Mercedes SLS GT3 de velocidade conta com um motor V8 de 6,3 litros colocado em posição central, acoplado a uma caixa de velocidades semi-automática de seis relações, discutindo invariavelmente os lugares de topo nas provas disputadas em circuito. Já o Mitsubishi Racing Lancer de TT, que alcançou recentemente a vitória no Ervideira Rali TT, conta com um bloco de 3,0 litros turbodiesel, numa proposta capaz de garantir inúmeros sucessos e que estará também, certamente, na luta pelo campeonato absoluto, edificando novos resultados sobre o título alcançado no ano passado.
No que se refere aos seus utilizadores, o Mercedes é conduzido por José Pedro Fontes, um dos mais versáteis pilotos nacionais e Pluri-Campeão Nacional de Velocidade nas suas várias vertentes (monolugares, turismos e GT), sendo os títulos nacional e ibérico obtidos em 2011 os galardões mais recentes. Um extenso palmarés que se estende aos ralis, onde regista um título no agrupamento de turismo e nos S1600. Por seu turno, Miguel Barbosa divide o Mercedes com Fontes nas jornadas de pista e também conduz o Mitsubishi nos estradões de todo-o-terreno. Uma gestão fantástica que lhe permitiu, em 2011, tornar-se no primeiro piloto a sagrar-se Campeão Nacional de Velocidade (a meias com Fontes) e de Todo-o-Terreno num mesmo ano (o quarto da carreira), juntando-lhe ainda o título ibérico de velocidade. Conta ainda no seu extenso palmarés com outro título ibérico, este na categoria T2.
Mais informações sobre esta acção serão divulgadas em devido tempo no site da equipa em http://www.vodafonebpultimateteam.com/ e também nas redes sociais https://www.facebook.com/vodafonebpultimateteam.






NUNO DINIS
PHOTOS: TEAM VODAFONE BP ULTIMATE

RAMPA HISTORICA LUSO BUSSACO




www.lusoclassicos.com





ANTONIO DINIS


Armindo Neves Rallye Sport





Pódio a abrir a época
A equipa AN Rally Sport obteve no Rali Targa Vieira do Minho um bom 3º lugar na Taça de Portugal de Ralis, prova disputada no último fim-de-semana, e que permitiu a Armindo Neves / Bernardo Gusmão iniciarem da melhor forma a temporada de 2012.

Depois de cinco meses de intenso trabalho de preparação,o 3º lugar é uma boa forma de iniciar o ano, pois nesta prova tanto o Vitor Pascoal como o Carlos Fernandes andaram muito bem e eu denotei alguma falta de ritmo depois de 5 meses sem competir, pelo que preferimos segurar esta posição que serve perfeitamente os nossos objectivos, do que entrar em loucuras e deitar tudo a perder na 1ª prova do campeonato, num rali difícil e onde fizemos os últimos troços a chover bastante com pneus de seco montados no carro”, começa por dizer Armindo Neves, piloto da equipa AN Rally Sport, patrocinada pela Valvoline, SKF, Lopes & Gomes, Beru, InterMarché Marinha Grande, Incopil/Flor das Hortas, Glassdrive e Mastersensor, e que tem como parceiros a Beta, Hankook, Budget, J.Silva,Lda, TR4Digital, PR-Car, Garvetur, Manuel Mafra, Jornal das Oficinas e Mitsubishi Motors de Portugal, acrescentando que sei que poderíamos ter arriscado um pouco mais, mas nesta fase era importante fazer quilómetros para voltar a ganhar ritmo competitivo, ao mesmo tempo que nunca poderíamos deixar de ambicionar a um lugar no pódio de maneira a mantermos as nossas aspirações intactas no que diz respeito á Taça de Portugal ”.
Os registos alcançados no Rali Targa Vieira do Minho deixam Armindo Neves satisfeito, afirmando que um pódio é sempre importante para motivar a equipa e recompensar os parceiros pela aposta que fizeram em nós. Para além disso também estreámos os pneus Hankook que se revelaram muito performantes e serão com certeza uma mais valia para o resto do campeonato, pelo que também tenho que agradecer à Rallycar a aposta feita na nossa equipa”.
Para Bernardo Gusmão, navegador de Armindo Neves, foi um rali muito interessante para a nossa equipa. Existe sempre uma grande expectativa no regresso à competição, mas tudo acabou por correr bem, para além de sabermos que ainda poderemos andar muito mais depressa, o que nos deixa desde logo boas perspectivas e muito motivados para a próxima prova que será num tipo de piso onde teoricamente somos mais rápidos. Nunca escondemos que queremos um lugar no pódio no final do campeonato, e será por isso que iremos lutar ao longo da época”.

Para terminar, Armindo Neves agradece a todos os nossos parceiros, à minha mulher e à nossa assistência. Sei que o nosso trabalho é reconhecido e a nossa estrutura está entre as melhores da Taça, por isso, apesar do esforço que todos fazemos, o resultado final é gratificante. Por fim, não posso deixar de lamentar os acidentes que infelizmente ocorreram durante o rali e desejar as melhoras e um rápido regresso a todos”.
A equipa AN Rally Sport vai agora preparar o Rali Serras de Fafe, a disputar em terra no final do mês de Maio, naquela que é a segunda prova da Taça de Portugal de Ralis.



NUNO DINIS

PAULO NETO SPORT







Granizo obrigou à desistência



Paulo Neto / Paulo Fiuza não lograram concluir o Rali Targa Vieira do Minho, prova do Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM realizada no passado fim-de-semana, depois de um despiste no derradeiro troço da prova motivado por uma intempérie que se abateu na região.

Uma repentina queda de granizo, tornou o derradeiro troço do Rali Targa Vieira do Minho numa pista de gelo que motivou que quatro pilotos tivessem saído de estrada.
Nunca tinha disputado um troço em condições tão difíceis. Mesmo a conduzir muito devagar, até porque tínhamos pneus para seco, o carro acabou por sair em direção a um muro que motivou uma saída da estrada”, começa por explicar Paulo Neto, piloto apoiado Weber, Quantinfor, Vitarte, Caras decoração, Diresco, Carlos Simões, Banhoazis, Listor, Tres, Domino e Sanitana, explicando que  foi uma desistência inglória quase a um quilómetro do final do último troço, que infelizmente sucedeu, nas mesmas condições, com mais três pilotos. Trata-se de uma situação que a organização desta prova, a cargo do Targa Clube, devia ter dado uma resposta atempada, anulando essa especial de classificação, face às condições atmosféricas que já se verificavam antes da realização da mesma”.
Quanto ao Rali Targa Vieira do Minho, Paulo Neto diz que “estavamos a fazer uma prova muito boa, isto depois de um problema na Super-Especial com o Citroen DS3 devido a uma bobine, que nos fez perder algum tempo logo na fase inicial do rali. Depois disso, fizemos tempos muito interessantes face aos nossos adversários, estando a correr tudo dentro dos nossos objectivos, na disputa do 2º lugar do CPR2, até ao momento da desistência. O entrosamento com o Paulo Fiuza é já muito bom e mereciamos ter terminado esta prova, mas os ralis têm destas surpresas”.
A presença da Paulo Neto Sport no CPR, CPR2 e no Citroen Racing Trophy de 2012, que terá a assistência técnica da P&B Racing, conta com os seguintes parceiros:

-      SAINT GOBAIN – WEBER – Argamassas industriais
-      QUANTINFOR – Consultoria informática
-      VITARTE – Produção gráfica
-      CARAS DECORAÇÃO
-      DIRESCO – Superfícies de Quartzo
-      CARLOS SIMÕES - Concessionário Citroen em Mafra
-      BANHOAZIS - Mobiliário de Banho
-      LISTOR - Pavimentos Flutuantes
-      TRES – Torneiras
-      DOMINÓ – Indústrias Cerâmicas
-      SANITANA - Sanitários
-      PAULO NETO, LDA – Materiais de construção




NUNO DINIS

ARC SPORT-Rallye Targa





ARC SPORT COM DUPLA VITÓRIA EM TEMPESTADE MINHOTA




RICARDO MOURA VOLTA A VENCER

RENATO PITA ESTREIA COM VITÓRIA NO CPR2



Uma verdadeira tempestade de granizo que se abateu sobre Vieira do Minho, encerrou a edição de 2012 do Rally Targa, com Ricardo Moura a repetir o triunfo da época passada, num rali atípico, que acabou por ter um desfecho fora do comum. Se a vitória do Campeão de Portugal acaba por ser normal, o mesmo não se pode dizer do saboroso triunfo de Renato Pita que, em estreia absoluta no CPR2, levou o Renault Clio R3 à vitória nesta especialidade.
As condições atmosféricas mexeram com o desfecho da prova, com os Citroen DS3 de Ivo Nogueira e Paulo Neto a saírem de estrada na derradeira especial, bem como o Mitsubishi de Miguel Barbosa.
Uma colheita perfeita para a ARC Sport que consegue obter duas vitórias em Vieira do Minho, apesar de grandes dificuldades sentidas por Ricardo Moura e António Costa, que depois de um controlo inicial da prova, viram o motor do Mitsubishi Lancer privado de um cilindro, o que obrigou o Campeão Nacional a perder demasiado tempo. Contudo, nas duas últimas especiais, Ricardo Moura acabou por cimentar uma vitória que se saldou com quase dois minutos de vantagem frente a Pedro Peres. Uma vitória difícil, com muito granizo, mas essencialmente muito gostosa.
“Estamos muito felizes por esta vitória, a segunda consecutiva em Vieira do Minho. Desde o inicio conseguimos impor um ritmo forte, que nos permitiu liderar o rali até obter mais de meio minuto de vantagem após a quinta especial. Nos dois troços seguintes sentimos problemas de motor, que ficou a trabalhar a três cilindros, o quês fez com que a diferença ficasse reduzida para pouco mais de dois segundos. Nos dois últimos troços conseguimos sobreviver à tempestade de granizo e conquistar uma vitória essencialmente justa, o que muito nos orgulha”, afirmou Ricardo Moura.
Para Renato Pita foi tudo novidade neste Rally Targa – Vieira do Minho. Estreou-se numa nova especialidade, o CPR2, estreou um novo navegador, Alberto Silva, estreando-se também aos comandos do Renault Clio R3 preparado pela ARC Sport. E se tudo foi novidade para o piloto de Viana do Castelo, a surpresa da tempestade de granizo acabou por baptizar a sua primeira vitória numa prova do Campeonato de Portugal de Ralis. Nada podia ter sido mais perfeito.
“Acho que começámos a colhaer os frutos do nosso trabalho. Os ralis só terminam no parque fechado, e foi o que aconteceu aqui em Vieira do Minho. Temos de ser frios e calmos para atingir os nossos objectivos, e foi isso mesmo que fizemos no último troço do rali.  Quero agradecer a todos os que estão comigo neste projecto e ao meu navegador Alberto Silva, que conseguiu gerir todas as minhas emoções nesta prova”, declarou Renato Pita, visivelmente feliz com esta vitória.
 Uma prova com um desfecho fora do normal, mas que acabou por assentar bem à equipa de Aguiar da Beira, tal como admite Augusto Ramiro:
“Não podia ter sido melhor! A vitória do Ricardo Moura foi mais do que justa, e o Renato Pita conseguiu mostrar o valor que tem numa prova muito exigente. Para mim ele não foi uma surpresa. Saímos de Vieira do Minho na liderança dos dois campeonatos, o que é excelente”.
 A ARC Sport sai do Minho com um saldo muito positivo, com as lideranças absolutas e do CPR2 no Campeonato de Portugal de Ralis, com Ricardo Moura e Renato Pita.




NUNO DINIS
PHOTOS: Albano Loureiro-ARC SPort

WRC- Rallye de Portugal



Turbo de Hirvonen não estava conforme

Os Comissários Desportivos do Vodafone Rally de Portugal publicaram na passada quinta-feira, dia 26 de Abril, a decisão número 9, confirmando a exclusão de Mikko Hirvonen e também a não conformidade da turbina do turbo. Aqui fica o texto integral da decisão:
«Com referência à decisão N. 8. Ponto 2 dos Comissários Desportivos do Rally de Portugal: Tendo recebido o relatório do Delegado Técnico da FIA com os resultados da inspeção posterior do turbo (turbina) e do instrumento de medida, e ainda tendo recebido o ponto de vista do construtor do turbo em relação ao seu processo de fabricação, os comissários decidem:
Confirmar a penalidade de exclusão do Carro n. 2 dos resultados do Rally Portugal, incluindo de todos os tempos das classificativas, por não conformidade técnica.
Para chegar a esta decisão, os comissários basearam-se no relatório do delegado técnico que identificou que o instrumento de teste estava de acordo com as medidas apresentadas e que a turbina do turbo excedias as dimensões especificadas e na carta do construtor do Turbo e das peças associadas, na qual foi identificado que cada peça é testada individualmente durante o processo de fabrico.
Os Comissários confirmaram que um carro concorrente tem de estar conforme os documentos de homologação e neste caso dois aspetos não correspondiam, o prato de embraiagem e a turbina do turbo.»



NUNO DINIS


ARMINDO ARAUJO-RALLYE ARGENTINA





ARMINDO DESISTE COM META À VISTA



Quando tudo parecia encaminhado para a conquista de um resultado dentro dos objectivos traçados à partida, Armindo Araújo foi obrigado a abandonar o Rali da Argentina a três especiais do fim, numa altura em que faltavam disputar pouco mais vinte quilómetros cronometrados para chegar ao pódio final instalado em Villa Carlos Paz. A quebra de um braço da direcção do MINI John Cooper Works foi o motivo da desistência do piloto português.
Ao contrário do que tudo fazia prever, Armindo Araújo não conseguiu segurar no ultimo dia a nona posição da geral, que ocupava na altura do abandono, e quase coma meta à vista viu esfumar-se a possibilidade de voltar a pontuar no Campeonato do Mundo de Ralis e na sua estreia na prova sul-americana. Tivemos alguns problemas nos dias anteriores mas fomos conseguindo ultrapassar as dificuldades e manter viva a hipótese de cumprir com os objectivos que traçamos à partida. A meio da antepenúltima especial, e com a nona posição da geral mais que segura, o braço da direcção partiu-se e só nos restou encostar. Depois de todo o esforço que efectuamos durante quase 500 quilómetros é frustrante não conseguir terminar a prova afirmou o piloto de Santo Tirso.
Numa prova marcada pela dureza das especiais e da sua extensa quilometragem, Armindo Araújo e Miguel Ramalho resistiram a quase todas as dificuldades mas, aocontrário de alguns dos seus adversários, este problema surgiu numa fase em que nada havia a fazer para mudar o rumo final dos acontecimentos. “Ter problemas no derradeiro dia é sempre o pior dos cenários para as equipas edesta vez fomos nós os azarados. É a segunda prova consecutiva em que não somos felizes mas temos que levantar a cabeça e pensar no que ainda restado campeonato. Perdemos mais uma boa oportunidade para pontuar mas até ao final do ano temos oito provas pela frente e vamos trabalhar para conseguir bons resultados”, disse ainda Armindo Araújo.
O Rali da Grécia, na estrada entre os próximos dias 25 e 27 de Maio, é a próxima prova do calendário da dupla portuguesa.




ANTONIO DINIS
FONTE: Fãs Armindo Araújo

WRC- Rallye da Argentina




LOEB E CITROEN VENCEM NA ARGENTINA


Terminou hoje mais uma edição do Rally Argentina, com os seus longos 502,73kms em troços cronometrados, num dia que voltou a fazer estragos em mais alguns pilotos do top 10.
Na frente, os dois Citroën intocáveis, limitaram-se a controlar o terceiro classificado e muito provavelmente com ordem de equipa, para deixar Sébastien Loeb vencer mais um rally, o 70º da sua carreira que o coloca destacado na classificação do campeonato.
Mikko Hirvonen foi segundo na Power Stage, fez bem o seu papel de equipa e de segundo piloto do construtor francês, ao terminar na segunda posição e ajudar a Citroën a destacar-se ainda mais no campeonato.
Com o tempo perdido ontem, Dani Sordo nada podia fazer para derrotar a dupla da Citroën mas, no entanto, o espanhol abandonou na Power Stage, devido à quebra da correia do alternador, contribuindo para que a Ford voltasse a ter um fim-de-semana para esquecer.
Com o azar do espanhol, Mads Ostberg voltou a terminar numa posição de destaque, estando na quarta posição do campeonato a dois pontos de Hirvonen.
Apesar dos quase 10 minutos de atraso para Loeb, Martin Prokop terminou na quarta posição, na frente de Thierry Neuville que recuperou várias posições no derradeiro dia.
Petter Solberg voltou a voar e venceu todos os troços da etapa (incluindo a Power Stage), recuperou mais de 2 minutos aos Citroën mas, não foi além da sexta posição. No entanto, o norueguês continua na segunda posição do campeonato, com 18 pontos de diferença.
A luta entre os Skoda da equipa VW, terminou quando Andreas Mikkelsen viu um amortecedor dianteiro, "levantar" o capôt do Fabia S2000. Ogier foi ultrapassado por Neuville e Solberg mas, terminou na sétima posição e obteve alguns pontos.
Armindo Araújo poderia ter terminado em oitavo mas, a direção do Mini cedeu e o português foi obrigado a desistir a meio do último dia.
Com as três desistências do top 10, Novikov, Al-Attiyah e Ott Tänak, fecharam o lote dos 10 primeiros, conseguindo desta forma, obter mais alguns pontos.
Nicolas Fuchs teve problemas e atrasou-se na classificação e ofereceu a vitória no PWRC a Benito Guerra.

LÍDERES DO RALLY:Petter Solberg (SS1 a 3); Mikko Hirvonen (SS4); Sébastien Loeb (SS5 e 19)
VENCEDORES DE TROÇOS:Petter Solberg (11); Sébastien Loeb (4); Mikko Hirvonen (3); Thierry Neuville (1)

CLASSIFICAÇÃO FINAL

1. Sébastien Loeb / Daniel Elena (F) Citroen DS3 WRC 5h34m38,8s
2. Mikko Hirvonen / J Lethinen (FIN) Citroen DS3 WRC +15,2s
3. Mads Ostberg / Jonas Andersson (N/S) Ford Fiesta RS WRC +03m10,4s
4. Martin Prokop / Martin Hruza (CZ) Ford Fiesta RS WRC +09m45,3s
5. Thierry Neuville / Nicolas Guilsoul (B) Citroen DS3 WRC +11m17,6s
6. Petter Solberg / Chris Patterson (N/GB) Ford Fiesta RS WRC +12m02,6s
7. Sébastien Ogier / Julien Ingrassia (F) Skoda Fabia S2000 +12m29,2s
8. Evgeny Novikov / Denis Giraudet (RUS/F) Ford Fiesta RS WRC +21m10,2s
9. Nasser Al-Attiyah / G. Bernacchini (Q/I) Citroen DS3 WRC +28m22,6s
10. Ott Tänak / Kuldar Siic (EE) Ford Fiesta RS WRC +37m19,3s
PILOTO DO RALISebastien Loeb
MOMENTO DO RALISaída de estrada de Solberg
MENOS DO RALIFord




NUNO DINIS
FONTE: www.ralisonline.net

CPR-Rallye Targa



BREVES

Pedro Meireles

"Este rallye nunca me correu bem"

O piloto o Team JMC/Galp Fórmula, Pedro Meireles não foi feliz no Rali Targa Vieira do Minho acabando por desistir devido a problemas de motor na altura em que ocupava a 2ª posição.
Para Meireles diz que "de facto, este rali nunca me correu bem e mais uma vez desisti numa prova organizada pelo Targa Clube. Tínhamos como objectivo lutar pela vitória e na altura da nossa desistência era isso que estávamos a fazer apesar de algo de errado já se estar a passar com o motor. Toda a equipa trabalhou de forma a conseguirmos alcançar os nossos objectivos mas infelizmente não foi possível. Este resultado não coloca em causa os objectivos da equipa, que passam pela conquista do título mas " certamente que nos coloca sob muita pressão, no sentido em que agora nada pode falhar até ao final da temporada. Não vamos desistir e continuaremos a dar o nosso melhor até porque ainda falta muito campeonato e muita coisa pode acontecer", acrescenta o piloto de Guimarães.
Na próxima prova, o Campeonato de Portugal de ralis volta aos pisos de terra com a realização do Rali Serras de Fafe e o Team JMC/Galp Fórmula marcará presença mais uma vez com vontade de vencer. "Não será um rali fácil, mas para quem anda em competições penso que ninguém gosta de ganhar facilmente e por isso, apesar deste deslize, iremos para Fafe mais motivados que nunca e esperançados em alcançar um bom resultado", afirmou o navegador Fafense, Mário Castro.




Vitor Pascoal

"Dupla Vitória"


Foi com a vitória de Vitor Pascoal e Luís Ramalho que terminou a primeira prova pontuável para a Taça de Portugal de Ralis e, simultanemente, para o Campeonato Regional de Ralis Nordeste, competição que a dupla do Baião Rally Team também está inscrita.
Dominando a prova de início a fim e sem qualquer problema no Mitsubishi Lancer EVO VII, Pascoal e Ramalho encararam a prova de Vieira do Minho determinados, alcançando um justo 1º lugar, com mais de 1m sobre os 2ºs classificados.
Segundo o piloto nortenho "foi um rali que nos correu de feição, somando duas saborosas vitórias. Não poderíamos encarar esta competição sem ser com o objectivo da vitória, pelo que é gratificante tê-la alcançado. Vencemos todas as classificativas, considerando que fomos merecedores do lugar mais alto do pódio. Não tivemos qualquer precalço com o carro de início a fim, o que também nos deixa motivados para as próximas provas do nosso programa desportivo."
O Co-piloto Luís Ramalho alinha pelo mesmo "diapasão", assumindo que "esta foi a melhor forma de encarar a primeira prova da Taça de Portugal de Ralis. Entramos com a concentração máxima e focados na vitória, não cometemos qualquer erro, alcançando-a de forma segura."






Pedro Matias

"Conseguimos dar a volta à situação"


A primeira prova do campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM 2012 em Vieira do Minho foi aquilo que se pode definir como emocionante e um excelente começo para a nova Team Abarth Petronas e o seu Abarth 500 R3T.
Após sucessivos problemas encontrados nas provas de sábado e domingo, a equipa mostrou a sua garra e vontade de ser bem sucedida e venceu a forte chuva de granizo que invadiu o rali Targa no ultimo troço, tendo conquistado um excelente 2.º lugar.
O piloto Pedro Matias e a sua equipa ficaram muito satisfeitos pelo resultado obtido. "Apesar de todas as dificuldades técnicas que tivemos, conseguimos dar a volta à situação e obter um excelente 2.º lugar, indo ao encontro dos nossos objectivos", diz Pedro Matias.
Ao serem confrontados pela chuva de granizo no último troço da prova a Team Abarth Petronas enfrentou "... com perseverança a forte chuva de granizo que invadiu o ultimo troço" tendo conseguido acabar a prova "...com um resultado que nos deixou muito satisfeitos".
De salientar que esta prova de ralis foi difícil e desafiante para todas as equipas tendo inclusive a chuva e o granizo contribuído para a desistência de algumas equipas concorrentes.
A equipa agradece o apoio dos seus patrocinadores: Abarth, Petronas, Fiat Crédito, Ficacém, Berner, NSA Gras Savoye, Ocyan, Ourique Rent-a-Car e Jornal do Golfe, e pretende continuar na senda deste bom resultado obtido já na próxima prova, no rali Serras de Fafe, que decorrerá nos dias 25 e 26 de Maio.



Miguel Barbosa


"Ainda muito pela frente"


Miguel Barbosa e Justino Reis não conseguiram sair do Rali Targa – Vieira do Minho com a liderança do Campeonato de Portugal de Ralis, após uma prova em que foram vítimas de alguns problemas e que ficou marcada, na última especial, por uma tempestade de granizo, facto que originou a desistência da dupla do Mitsubishi Lancer Evo IX.
Após um início menos feliz, fruto de um ligeiro toque na Super Especial de Vieira do Minho, Miguel Barbosa arrancou hoje para a prova do Targa Clube esperançado e motivado em conseguir recuperar os segundos perdidos ontem. No entanto, logo nos primeiros quilómetros do dia, a tarefa do piloto famalicense ficou comprometida quando "ao fim de dois quilómetros da primeira especial percebemos que estávamos com um furo no pneu traseiro direito. Demos o nosso melhor até final na tentativa de perder o menor tempo possível mas ficamos ainda mais atrasados na classificação", começou por explicar o até aqui líder do CPR que, com mais sete especiais pela frente, tudo fez para subir na classificação. "Após os problemas iniciais tentamos nas classificativas seguintes inverter os acontecimentos e conseguimos recuperar algumas posições. Os níveis de confiança foram aumentando e isso permitiu-nos entrar para a ultima classificativa já na quarta posição mas acabamos por não ter um final feliz", disse ainda Miguel Barbosa.
E de facto, o desfecho do Rali Targa – Vieira do Minho foi no mínimo imprevisível. Uma repentina e inesperada tempestade de granizo provou calafrios a todos os concorrentes e as saídas de estrada surgiram em catadupa. Miguel Barbosa surpreendido com o estado do piso e a falta de visibilidade teve uma ligeira saída e na tentativa de avisar os seus companheiros de prova, Justino Reis acabou por ser vítima de grande susto. "Depois da saída de estrada fomos avisar o concorrente que nos seguia, o Ivo Nogueira que também não evitou o despiste. O Justino acabou por ser atingido não sabemos bem se pelo carro ou alguma outra coisa. O importante é que não teve consequências e a ida ao hospital foi apenas por precaução", explicou o piloto de Vila Nova de Famalicão.
Apesar de não ter conseguido manter a liderança do CPR, Miguel Barbosa encara esse facto de forma natural. "Sei que estou num ano de aprendizagem e os meus objectivos não passam por chegar ao título. É óptimo estar a conseguir lutar por isso pois dá-me ainda mais motivação para evoluir. Esta prova não correu como esperávamos mas temos ainda muito pela frente", concluiu o agora segundo classificado do Campeonato de Portugal de Ralis.



Pedro Peres


"Rallye muito disputado"


Pedro Peres regressou ao Campeonato de Portugal de Ralis, depois de uma ausência de seis meses, que se notou bastante no seu andamento. Mesmo assi, no rali Targa Vieira do Minho, Pedro Peres fez um bom resultado subindo ao 2º lugar.
"Foi um rali muito disputado, onde entrei de uma forma cautelosa, por força da minha ausência das competições, desde à 6 meses, sendo que no último rali que disputei tive um acidente, bem forte", afirmou o piloto do Porto.
"Com o desenrolar da prova, eu e o Tiago Ferreira, fomos ganhando ritmo e confiança e demos enorme luta aos nossos adversários, e ao Campeão Nacional", concluiu Pedro Peres.


SOLTAS


A estreia de Carlos Fernandes na Taça de Portugal foi muito proveitosa. Não só obteve o segundo lugar, como conseguiu rodar ao nível de Ricardo Marques que com carro idêntico disputava o CPR. Ficaram excelente indicações de Carlos Fernandes confirmando o que tinha feito em 2011 no Desafio Modelstand.
Também em estreia ao volante do Opel Corsa esteve Daniel Ribeiro, que tal como Carlos Fernandes, chegaram a ter em equação a participação no Citroen Racing Trophy. Com o Corsa já mais evoluído do aquele que esteve no Rali Vidreiro com Paulo Moreira ao volante, nomeadamente ao nível dos travões, o carro voltou a mostrar-se uma boa base, embora sem ponto de partida nas afinações (já que da Opel não veio nenhuma indicação), terá que ser a Monteiros Competições e os dois pilotos a fazer o trabalho de desenvolvimento.
Caso houvesse, como devia haver, uma classificação à geral que integrasse o CPR, CPR2 e Taça de Portugal, Vitor Pascoal teria ficado no 4º lugar atrás do Porsche 911 do espanhol Juan Carchat. Carlos Fernandes, segundo classificado na Taça teria ficado logo atrás de Renato Pita, com Armindo Neves (3º na Taça) logo a seguir.
A Rádio Alto Ave voltou a apostar na reportagem do Rali Targa Vieira do Minho. Um contributo sempre precioso para quem anda na estrada, ou mesmo para quem está em casa a ouvir pela internet, que ajuda a perceber um pouco como decorre o rali.

Na assistência da CNR, Carlos Oliveira, que não participou nesta prova, esteve presente a acompanhar as incidências da mesma e a participação de José Vieira num Mitsubishi Carisma GT, piloto que irá estar presente em toda a Taça de Portugal.
Aliás, Carlos Oliveira deverá regressar ao CPR no Rali Vinho Madeira, onde se deverá estrear ao volante de um Posrche 911 GT3. O piloto poderá ainda correr no Rali Serras de Fafe ao volante de um Subaru. De parte parece ter ficado a ideia de fazer algumas provas do Europeu de Ralis.
Por falar em Porsche, no Rali Targa esteve presente um 911 do piloto espanhol Juan Carchat, que em tempos foi conduzido por José Pedro Fontes e Mex Machado dos Santos. O piloto espanhol entrou nas contas do CPR ao longo do rali, depois de aparecer na lista de inscritos (e na ordem de partida para a estrada) na Taça de Portugal. Será que pagou 500 ou mais de 1000 Euros pela inscrição?
Armando Oliveira não desistiu dos ralis depois do forte acidente no Rali de Mortágua de 2011. O regresso deu-se nesta prova, de novo ao volante de um Citroen C2 R2 Max que do anterior tinha apenas o motor, a caixa de velocidades e o arco de segurança. De resto tudo foi feito de raiz, com a vantagem deste já ter nascido como Max. Contudo, problemas de travões e depois de caixa ditaram o abandono.

Para além de pouco público que esteve presente no Rali Targa Vieira do Minho, esta prova do verdadeiro CPR, foi quase para esquecer, nomeadamente na parte final.
É certo que num dia em que se andou de manga curta, ninguém poderia esperar que umas horas depois estariam 2ºC de temperatura e começasse a chover e a cair granizo de uma forma inacreditável. Foi nessa altura que tudo se precipitou, até porque em declarações de Ricardo Moura à Rádio Alto Ave, o piloto açoriano disse que não se devia ter entrado para o derradeiro troço devido ao estado do piso.
Certo é que essa decisão não foi tomada, correram-se muitos riscos e 4 pilotos despistaram-se, com consequências materiais e, mais grave ainda, fisícas para alguns pilotos / co-pilotos.
Seis pilotos, que depois por magia passaram a ser oito, (numa tremenda confusão com o campeonato em que estavam inscritos) concluíram o rali, mas o Colégio de Comissários Desportivos viria a anular o último troço... depois de ele ser disputado. Trata-se de um decisão ao abrigo do artigo 141 do CDI (no fundo é aquele artigo em que o CCD pode decidir o que entender).
Para cúmulo um dos pilotos que desistiu, chegou a colocar em parque fechado o seu carro, que depois teve que tirar, num dia em que se ficou a saber que a prova só foi viabilizada cerca de 3 a 4 semanas antes de se realizar!!!




NUNO DINIS





Moura vence rallye que não terminou bem...


Teve de tudo o Rali Targa Vieira do Minho, menos espetacularidade, mesmo se a emoção ainda chegou a ser grande, mas no final uma tremenda granizada devia ter levado à anulação do derradeiro troço, que acabou por ter tido graves consequências para Ivo Nogueira, Paulo Neto, Miguel Barbosa e Carlos Marques, que desistiram por despiste devido a essas condições.
Ricardo Moura acabou por obter uma vitória justa, mas que esteve presa por apenas 2 segundos, já depois de ter tido uma vantagem de mais de 30s. O motor do Lancer de Moura a funcionar em 3 cilindros deu algumas esperanças a Pedro Peres, que atacou, mas ao chegar ao derradeiro troço, acabou por cumprir grande parte do mesmo em primeira velocidade, perdendo quase 2 minutos para o Açoriano, que já tinha o motor em condições nessa fase da prova.
Quem cedo desistiu foi Pedro Meireles, que poderia ter entrado nesta luta, mas o motor do Lancer deu problemas e o piloto de Guimarães teve mesmo de abandonar.
Com o tremendo azar de Ivo Nogueira que dominou claramente o CPR2, Renato Pita acabou por herdar um lugar que nunca foi seu, mas como estava no lugar certo no momento certo, levou uma excelente vitória na estreia no CPR e na estreia com o Clio.
Pedro Matias acaba por ser o 2º lugar português no CPR2, depois de uma prova que começou mal, mas que acabou com o resultado que por certo não estaria à espera.
Na Taça de Portugal, que felizmente já não chegou a realizar o derradeiro troço, Vitor Pascoal dominou como bem entendeu, comandando sempre os acontecimentos.
Bastante mais espetacular foi o resultado de Carlos Fernandes na estreia com o Citroen C2 R2 Max, fez o segundo lugar, conseguindo efetuar uma excelente prova, continuando a dar provas da sua capacidade.
Igualmente bem, mas muito cauteloso, esteve Armindo Neves, que conseguiu terminar no pódio entre os concorrentes da Taça de Portugal.
No Regional Nordeste a vitória foi para Vitor Pascoal, seguindo por Manuel Pereira e por José Vieira, todos em Mitsubishi Lancer.
LÍDERES DO RALI:Ivo Nogueira (1ª Pec), Ricardo Moura (2ª à 8ª Pec)
VENCEDORES DE TROÇOS:Ricardo Moura (5); Pedro Peres (2); Ivo Nogueira (1)
CLASSIFICAÇÃO FINAL

1º Ricardo Moura / António Costa – Mitsubishi Lancer Evo IX 52m03,7ss
2º Pedro Peres / Tiago Ferreira – Mitsubishi Lancer Evo IX a 3,0s
3º Juan Carchat / Adria Aragon – Porsche 911 GT3 a 1m52,3s
4º Renato Pita / Alberto Silva – Renault Clio R3 Maxi a 3m13,1s
5º António Viloria / Elias Reguera – Suzuki Sport a 8m25,7s
6º Felix Macias / Alex Portela – Suzuki Swift a 8m48,1s
7º Pedro Matias / Sérgio Rocha – Abarth 500 a 10m09,2s
8º David Alonso / Samuel Enriquez – Ford Fiesta a 16m52,4s
PILOTO DE RALIRicardo Moura
MOMENTO DO RALIÚltimo troço
MENOS DO RALIPoucos inscritos




NUNO DINIS