MIGUEL OLIVEIRA



CORRIDA POSITIVA PARA OLIVEIRA EM LE MANS




O Grande Prémio da França permitiu a Miguel Oliveira demonstrar que é possível cumprir o seu objectivo para esta temporada de estréia no Mundial. No entanto o 9º lugar soube a pouco ao português.

O piloto da Andalucía Banca Cívica fez a sua estréia no traçado francês e subiu mais uma posição na classificação mundial e é agora 9º, a um ponto do 8º lugar.



MIGUEL OLIVEIRA, 9º

“Durante a corrida consegui baixar um segundo o tempo que tinha feito nos treinos, o que me permitiu subir algumas posições até chegar ao sétimo posto. Mas o nosso set-up não permitia um ritmo de corrida tão alto e no fim a moto ressentiu-se o que levou a uma perda de rendimento, razão pela qual não consegui manter o sétimo lugar. Temos que descobrir como solucionar esses inconvenientes, mas a equipa está a dar 200% e estou seguro que atingiremos bons resultados nas próximas corridas. Agora há que se centrar no grande prémio seguinte e fazer o melhor possível. Aproveito para felicitar o Maverick Vinãles pela sua primeira vitória aqui em Le Mans. O ano passado lutamos ambos pelo campeonato espanhol e isso dá-me ânimo para atingir bons resultados como ele”. Sublinha o piloto.

PEDRO MACHADO, Director da equipa

“Tanto em Portugal como aqui tivemos muita falta de sorte. Por muito que os tentamos evitar, os problemas continuam e vamos falar com a Aprilia para perceber como podemos solucioná-los. A equipa está a fazer um óptimo trabalho e esses problemas não estão relacionados com o nível técnico da nossa estrutura. O Miguel tem capacidades para ser muito rápido e não tem estado nas posições que deveria. A próxima corrida é em Montmeló e vamos fazer o possível para que esteja tudo certo quando lá chegarmos. Estou confiante que faremos um bom trabalho de modo a esquecer todos esses problemas” conclui.

ENRIQUE QUIJAL, Diretor técnico

“O Miguel deu um passo em frente e melhorou em um segundo o seu ritmo. Esta melhora nos tempos acabou por penalizar de certa forma os pneus e no fim da corrida perdeu duas posições. O set-up que escolhemos era para um ritmo mais lento e não funcionou, o que o forçou a pilotar de uma forma diferente para conseguir manter o ritmo e ser competitivo”.






ZE CARLOS FERREIRA

ARMINDO NEVES




OPORTUNIDADE PERDIDA


Armindo Neves e Bernardo Gusmão não foram felizes no Rali Targa Serra da Freita, ao optarem por abandonar esta prova, depois de um furo que os fez perder demasiado tempo e as hipóteses de obterem uma boa pontuação para o Open como era o objectivo da equipa.



“Entrámos bem na prova e um 4º tempo entre o concorrentes do Open no troço de abertura, deixava a perspectiva de que poderíamos obter aqui possivelmente o melhor resultado da época”, começou por dizer o piloto apoiado pelos Centros-Auto Roady e que tem como “Premium Sponsors” a Costa & Garcia com as ferramentas Beta, a SKF Portugal, a Krautli com as marcas Valvoline e Beru e ainda a Sonicel com a marca Sonax, adiantando que “no segundo troço, onde vínhamos a fazer mais um excelente tempo, acabámos por furar, sem que isso se tenha ficado a dever a qualquer excesso ou erro da nossa parte. Os cinco minutos perdidos a mudar a roda, num rali sprint como era este, tornavam a nossa recuperação impossível, pelo que, optámos por parar, poupando assim o carro e o material para os ralis que ainda nos faltam disputar”.
Apesar desde azar, Bernardo Gusmão retira boas conclusões da presença nesta prova. “Foi de facto uma pena este furo. Pelas indicações deixadas no 1º troço e também pelo bom registo que vínhamos a efectuar no 2º, estou convencido de que poderíamos ter feito um lugar no pódio, mas os ralis são mesmo assim e resta-nos a consolação de neste momento estarmos com um ritmo ao nível dos melhores”, refere.

Para Armindo Neves, o tempo é de olhar para a frente e pensar que “agora com as provas de terra poderemos fazer ainda melhores resultados, até porque é o meu tipo de piso favorito e temos um carro muito competitivo. Por isso a nossa expectativa é poder andar sistematicamente nos primeiros lugares... já em Oliveira do Hospital”.

Refira-se que este projecto conta ainda com a colaboração dos seguintes parceiros: Incopil, Petroltorres, Garvetur, J.Silva Lda, Glassdrive, Franke, PRcar, Jornal das Oficinas, Xikane e Grande Hotel Lisboa.




NUNO DINIS

TROFEU FASTBRAVO 2011- RALLYE SERRA FREITA



A Vez de Fábio Ribeiro



O Rali Serra da Freita foi palco de mais uma luta interessante pela vitória no Troféu FASTBRAVO, sendo dois os pilotos a vencer o maior numero de especiais cronometradas.

Sérgio Vaz até entrou a ganhar por uma pequena margem no início do rali, mas Fábio Ribeiro depressa respondeu com o melhor tempo na segunda especial e passou a liderar. Ao registar também o melhor crono no ultimo troço, o piloto da Marinha Grande confirmou a primeira vitória da época por apenas 2.1 segundos de vantagem.
Rui Garcia garantiu o terceiro lugar, amealhando os pontos necessários para se manter na luta pelo título que está ao alcance dos quatro primeiros classificados nas contas do troféu.
Boa prova para a equipa estreante Ilberino Santos / Ana Faustino, que averbaram o quarto lugar, na frente de Fernando Cardoso, que perdeu algum tempo depois de uma saída de estrada na segunda secção.

Depois de bons registos nas especiais, Cristiano Queiroga viu a sua prova ficar comprometida, ficando mesmo assim, na frente de Luís Pinto que também não evitou uma saída de estrada, seguida de alguma dificuldade em colocar de novo o carro na estrada.

Foi com uma violenta saída de estrada, logo no inicio do rali que, Diogo Gago concluiu a fase de asfalto do troféu, no entanto, o piloto algarvio mantém a liderança nesta competição com um total de 50 pontos, na frente de Fábio Ribeiro (45 pontos) e Sérgio Vaz (40 pontos).

A próxima prova é o Rali Oliveira do Hospital nos dias 17 e 18 de Junho de 2011, dando início à segunda fase do programa do troféu FASTBRAVO 2011, passando aos pisos de terra.








Classificação na Prova:
1º Fábio Ribeiro / Eurico Adão
2º Sérgio Vaz / Nuno Queirós
3º Rui Garcia / Luís Sá
4º Ilberino Santos / Ana Faustino
5º Fernando Cardoso / João Sequeira
6º Cristiano Queiroga / Ricardo Neves
7º Luís Pinto / José Ferreira

Diogo Gago / Jorge Carvalho (Desistiu)



Vencedor do maior numero de Especiais:

Sérgio Vaz e Fábio Ribeiro - 2 Pts



Vencedor da ultima especial do Rali:

Fábio Ribeiro - 1 Pt.



Classificação no Troféu:


1º Diogo Gago 50 Pts
2º Fábio Ribeiro 45 Pts
3º Sérgio Vaz 40 Pts
4º Rui Garcia 39 Pts
5º Fernando Cardoso 27 Pts
6º Luís Pinto 17 Pts
7º Ilberino Santos 10 Pts
8º Ricardo Neves 9 Pts
8º César Andresson 9 Pts
8º Jorge Ribeiro 9 Pts
11º João Sequeira 8 Pts
11º Cristiano Queiroga 8 Pts
13º Luís Ferreira Silva 7 Pts
14º Alexandre Durão 1 Pt
14º Fernando Martins 1 Pt









NUNO DINIS


CLUBE ESCAPE LIVRE



Nova aposta, mais aventura, muita adrenalina



Natureza, Aventura e Adrenalina são as palavras de ordem de “Nas alturas Navegação 4X4”. O desafio é proposto pela Associação Cultural e Recreativa de Fernão Joanes e pelo Clube Escape Livre, que pela primeira vez se estreia na competição todo terreno. Agendada para 23 a 25 de Setembro, a prova de navegação e orientação ao volante de viaturas 4x4 vai decorrer na Guarda, ou não estivesse esta região dotada de condições únicas, paisagens extraordinárias e trilhos surpreendentes.



Dotadas com conhecimentos em áreas complementares, pela primeira vez duas entidades do concelho da Guarda agregam esforços com o objectivo de proporcionar uma aventura diferente. A competição tem como cenário as paisagens serranas da Guarda e desenrola-se a partir de equipas constituídas por duas viaturas e quatro pessoas (um piloto e um navegador por viatura), o que propicia o espírito de equipa e a camaradagem.



O objectivo é, como em qualquer prova de navegação, através de uma estratégia definida, registar a passagem das equipas nos diversos waypoints, no tempo limite, conseguindo o máximo de pontos possível. A diferença desta em relação a outras provas similares pelo país está nos waypoints, longe de ser meros pontos de passagem e paragem, sendo antes locais criteriosamente escolhidos pelo seu interesse histórico, cultural ou paisagístico. Acompanhados das cartas militares do Instituto Geográfico do Exército e de um GPS, resta adicionar adrenalina q.b. para passar do mapa ao terreno.
A diferença de altitudes, de relevos, de flora e de paisagens naturais e construídas serão certamente inesquecíveis para os participantes deste desafio que irá constituir um excelente cartaz turístico da região.

O programa começa no dia 23, sexta-feira, com a abertura do secretariado, recepção aos participantes, verificações técnicas e administrativas e um jantar de boas vindas no hotel Vanguarda, centro nevrálgico do evento e que dispõe de preços muito especiais para os participantes. No sábado, depois do pequeno-almoço, inicia-se a prova de navegação, com 60 waypoints agrupados em estratégias e livres, e pontos de controlo obrigatórios onde a TSM, operadora de imagem oficial, efectua a recolha de imagens. O jantar é seguido de um período de animação. Ao longo do dia 25, domingo, uma segunda prova com 48 waypoints comprova as melhores estratégias, após a qual uma refeição e a respectiva entrega de prémios marcam o encerramento deste evento.

O período oficial de inscrições já se encontra aberto e têm o custo de 400€ por equipa (2 viaturas, 4 pessoas) valor que inclui o fornecimento de cartas militares, o caderno de prova, a revista oficial de prova, a alimentação (três jantares e dois pequenos-almoços), o troféu da Spal e seguros. Podem ser feitas junto do Clube Escape Livre, através dos emails fernaojoanes.tt@gmail.com e escapelivre@netvisao.pt ; pelo fax: 271 205 289; ou consultando o site http://www.escapelivre.com/ , onde encontra mais informação sobre a prova.






NUNO DINIS

VODAFONE BP ULTIMATE TEAM




Fontes e Barbosa também vencem a 2ª!

 
 
Terminou da melhor forma o fim-de-semana do Vodafone BP Ultimate Team no Autódromo Internacional do Algarve. Depois de terem vencido a primeira corrida disputada ontém, a dupla José Pedro Fontes e Miguel Barbosa repetiu o feito na prova de hoje. Miguel Barbosa arrancou da 3ª posição com o Mercedes AMG SLS Gt3 e, desde logo, se mostrou determinado em manter acesa a luta pela vitória “arrancando da 3ª posição sabíamos que tínhamos que ser muito fortes para não perder o “comboio” para os nossos adversários. O ritmo estava muito forte no início da corrida, mas conseguimos não cometer erros e construir uma vitória muito importante em termos de Campeonato. Parece-me, sem dúvida, a melhor forma de agradecermos aos patrocinadores que viabiliazaram este projecto.” Barbosa impôs-se na liderança decorridos que estavam cerca de 10m, permitindo a José Pedro Fontes uma gestão da corrida na segunda metade da prova. José Pedro Fontes declarava no final que “cumprimos na íntegra os nossos objectivos para o fim-de-semana e estreamos da melhor forma o novo carro. Começamos o Iberian Supercars Trophy com duas vitórias, o que nos deixa muito motivados para a restante temporada.”
 
 A próxima prova do Vodafone BP Ultimate Team será nos dias 28 e 29 de Maio no Circuito de Jarama.



JOAO BICA

PEUGEOT SPORT



“DOBRADINHA” DA PEUGEOT ANTES DE LE MANS




A cinco semanas das 24 Horas de Le Mans, a Peugeot conquistou uma “dobradinha” encorajadora em Spa-Francochamps, ao longo de seis horas de uma corrida emocionante. Alexander Wurz, Anthony Davidson e Marc Gene venceram com o carro n.º 7, à frente do n.º 8 de Franck Montagny, Stéphane Sarrazin e Nicolas Minassian, que largaram da 48.ª posição da grelha. O Team Peugeot Total cumpriu mais uma das etapas de preparação para Le Mans.



UMA PRIMEIRA HORA INACREDITÁVEL



Ontem, em Spa-Francorchamps, perante 34 600 espectadores, os Peugeot 908 não ocupavam as primeiras posições da grelha de partida, mas quando a luz verde acendeu os três carros do Team Peugeot Total não esconderam as suas ambições. Apesar de largar de 12.º, Alexander Wurz, ao volante do Peugeot n.º 7, completou a primeira volta em terceiro! Sebastien Bourdais, no n.º 9, recuperava até ao quarto lugar e Franck Montagny que arrancou de 48.º ultrapassou 38 carros numa volta!
Na sua cavalgada Alexander Wurz subia ao segundo lugar ao fim de 30 minutos de corrida. O austríaco colou-se aos escapes do comandante Lotterer e ascendeu ao comando antes do primeiro reabastecimento, na sequência de uma magnífica ultrapassagem, no meio do tráfico.
As coisas estavam a correr bem para os outros Peugeot, com Sébastien Bourdais que cedeu o volante do Peugeot 908 n.º 9, a Pedro Lamy, no quarto lugar. Franck Montagny ocupava um excelente 5.º lugar, quando foi rendido por Stéphane Sarrazin.



OS TRÊS PEUGEOT NO COMANDO



Aos poucos, a corrida ia entrando na normalidade e a regularidade dos Peugeot permitiu aos três 908 passarem a ocupar as três primeiras posições ao fim de 2 horas e meia de corrida, numa demonstração clara da sua competitividade. Anthony Davidson, Pedro Lamy e Stéphane Sarrazin mantinham, de forma constante, um ritmo elevado e aumentavam o avanço sobre os seus adversários.
O Peugeot 908 n.º 7 só perdeu o primeiro lugar nos reabastecimentos, com Marc Gene, e depois de novo Alexander Wurz, a manterem o comando até ao final das seis horas de corrida, sem sofrerem o mais pequeno problema.
Atrás deles a luta pelos lugares do pódio era intensa. Pedro Lamy, foi o único piloto a fazer três turnos, mas saiu da pista no final do último e deixou o segundo lugar ao Peugeot n.º 8. Simon Pagenaud rendeu o português, mas foi obrigado a parar durante 30 minutos, na “box”, para mudar o semi-eixo dianteiro direito.
O trio Bourdais-Lamy-Pagenaud acabou em oitavo, mas tiveram a consolação de terem feito a volta mais rápida.



QUINTA VITÓRIA DA PEUGEOT EM SPA-FRANCORCHAMPS



Ao fim de seis horas de corrida, o Team Peugeot Total conseguiu uma “dobradinha” importante, tendo em vista a próxima edição das 24 Horas de Le Mans. Pela quinta vez consecutiva, a Peugeot venceu os 1000 km de Spa-Francorchamps e Alexander Wurz, Anthony Davidson e Marc Gene ficarão na história como os primeiros pilotos a vencer ao volante do novo Peugeot 908. «A quinta vitória consecutiva em Spa, esta primeira vitória do Peugeot 908 e este primeiro triunfo da temporada do ILMC caiu como sopa no mel», disse Olivier Quesnel, director da Peugeot Sport. «Os testes são feitos para testar os carros e não forçosamente para alcançar resultados, mas a corrida é que é significativa. Tudo correu como tínhamos previsto. Fomos fiáveis e competitivos, tanto no que diz respeito ao consumo, como em relação ao desgaste dos pneus. Vencemos uma prova em que não éramos favoritos, pelo que só nos resta alcançar o Everest».
Graças à segunda “dobradinha” da temporada no ILMC, a Peugeot cimentou a posição de comandante da classificação dos Construtores. O Team Peugeot Total assumiu, igualmente, o comando da classificação por equipas.
Quarto na grelha de partida, o Peugeot 908 HDi FAP do Team Oreca-Matmut terminou em décimo, com a equipa Duval-Lapierre-Panis.



Declarações



Bruno Famin, director técnico: «Os testes em Le Mans, feitos em Abril, foram uma verdadeira sessão de trabalho para nós e cumprimos o programa estabelecido sem pensar na concorrência, tal como aconteceu, aqui, nos treinos livres. A corrida de Spa foi encarada sob a mesma óptica, como preparação de Le Mans, mas com um pouco mais de envolvimento desportivo e com o pensamento num bom resultado. Não tínhamos a certeza de poder alcançar a vitória, mas tínhamos feito o melhor trabalho possível e o resultado veio por acréscimo, graças ao bom desempenho dos nossos pilotos. Este resultado veio dar confiança à equipa, mas é uma confiança limitada, porque as diferenças são pequenas. Le Mans vai ser uma corrida difícil e complicada».



Alexander Wurz, Peugeot 908 n.º 7: «O meu primeiro turno correu bem e percebi depressa a eficácia do carro. Quando percebi que éramos os mais rápidos, isso deu-me uma super-motivação. Mesmo poupando os pneus, fiz pressão sobre os meus adversários e assumi o comando. Depois, foi formidável a maneira como tudo se passou. É uma vitória importante na nossa preparação para as 24 Horas de Le Mans».



Anthony Davidson, Peugeot 908 n.º 7: «Quando vi o ritmo do Alex, percebi que tínhamos carro para ganhar. O carro é confortável de guiar e este é um circuito de que gosto muito. O meu engenheiro pediu-me para puxar a 100 % e foi isso que fiz. Tínhamos uma boa estratégia e não tivemos o mais pequeno sinal de alerta. Foi positivo antes de Le Mans.»



Marc Gene, Peugeot 908 n.º 7: «O principal ensinamento desta corrida é que as 24 Horas de Le Mans vão ser muito renhidas e serão, certamente, a edição mais aberta dos últimos cinco anos. Este bom resultado em Spa, não tem nada a ver com Le Mans. Mostrámos a nossa fiabilidade e a nossa eficácia hoje.»



Franck Montagny, Peugeot 908 n.º 8: «O meu turno foi complicado porque tive de ultrapassar muitos adversários e não pude rolar no mesmo ritmo dos outros por causa do tráfico e tratei mal os pneus, pelo que o equilíbrio era estranho no final do turno.»



Stéphane Sarrazin, Peugeot 908 n.º 8: «Estou muito contente com os meus turnos. O comportamento do carro foi bom e constante. O “safety car” fez-nos perder cerca de quarenta segundos, mas, finalmente, quase que consegui recuperar o tempo perdido. Fizemos evoluir, muito, o carro ao longo da semana e este resultado permite-nos chegar a Le Mans mais motivados do que antes.»



Nicolas Minassian, Peugeot 908 n.º 8: «Tínhamos afinações um pouco diferentes, mas conseguimos preservar os pneus e adquirimos informações preciosas para as 24 Horas de Le Mans. Depois de uns treinos complicados, conseguimos regressar ao primeiro plano.»



Sébastien Bourdais, Peugeot 908 n.º 9: «Esperávamos subir lugares, depressa, mas foi uma bela surpresa ver que tínhamos o mesmo ritmo dos nossos principais adversários. Parti com pneus macios e tive de ser económico para poder fazer dois turnos com o mesmo jogo.

Pedro Lamy, Peugeot 908 n.º 9: «Havia muito trânsito e por isso quando se conseguia fazer uma volta limpa corria o risco de atacar. Foi o que fiz e saí, o que foi pena, porque podíamos ter monopolizado o pódio. Foi um excelente teste para Le Mans e temos de aprender com os erros e aproveitar a parte positiva dos problemas que temos de enfrentar.»

Simon Pagenaud, Peugeot 908 n.º 9: «Fiz o possível para terminar no pódio. Parti bem, mas, infelizmente, tivemos um problema técnico. Foi pena porque o nosso carro era muito eficaz, como o demonstra o facto de termos feito a volta mais rápida, no final da corrida. Foi moralizador para Le Mans.»



O filme da corrida



Hora Volta Acontecimento

14.05 0 Partida: n.º 7 (Wurz), 12.º; n.º 8 (Bourdais), 17.º; n.º 9 (Montagny), 48.º
14.49 21 N.º 7, gasolina
14.51 22 N.º 8, gasolina
14.54 23 N.º 7, gasolina
15.39 45 N.º 7, gasolina, pneus, Davidson rende Wurz
15.42 46 N.º 9, gasolina, pneus, Lamy rende Bourdais
15.43 46 N.º 8, gasolina, pneus, Sarrazin rende Montagny
16.30 67 N.º 7, gasolina
16.33 68 N.º 9, gasolina
16.35 69 N.º 8, gasolina
17.34 83 N.º 7, gasolina, pneus, Gené rende Davidson
17.37 84 N.º 9, gasolina, pneus
17.38 84 N.º 8, gasolina, pneus, Minassian rende Sarrazin
18.20 113 N.º 9, na gravilha
18.24 113 N.º 9, gasolina, pneus, Pagenaud rende Lamy
18.26 116 N.º 7, gasolina
18.31 118 N.º 8, gasolina
19.15 138 N.º 9, gasolina, intervenção no capot dianteiro
19.16 139 N.º 7, gasolina, pneus, Wurz rende Gené
19.20 140 N.º 8, gasolina, pneus, Sarrazin rende Minassian
19.26 143 N. 9, furo no pneu dianteiro direito
19.28 143 N.º 9, carro puxado para dentro da “box” para intervenção na frente do carro
19.37 143 N.º 9, regresso à pista em 9.º
20,05 Chegada, vitória do n.º 7 à frente do n.º 8. O n.º 9 é 8.º



Classificação dos 1000 km de Spa-Francorchamps, segunda prova do ILMC

1.º, Peugeot 908 n.º 7 (Davidson/Gene/Wurz), 161 voltas em 6.02.03,799
2.º, Peugeot 908 n.º 8 (Sarrazin/Montagny/Minassian), a 42,965
3.º, Audi R18 TDi (Capello/McNish/Kristensen), a 1 volta
4.º, Audi R18 TDi (Dumas/Bernhard/Rockenfeller), a 2 voltas
5.º, Audi R18 TDi (Fassler/Lotterer/Treluyer), a 3 voltas
6.º, Pescarolo Judd (Collard/Tinseau/Jousse), a 5 voltas
7.º, Lola Toyota (Jani/Prost), a 5 voltas
8.º, Peugeot 908 n.º 9 (Lamy/Bourdais/Pagenaud), a 6 voltas
9.º, Lola Toyoa (Belicchi/Boullion), a 6 voltas
10.º, Peugeot 908 HDi FAP Oreca (Lapierre, Duval, Panis), a 9 voltas



Classificações do Intercontinental Le Mans Cup
Construtores Equipas

1,º Peugeot 55 pontos 1.º, Team Peugeot Total, 27 pontos
2.º, Audi, 38 pontos 2.º, Audi Sport Team Joest, 19 pontos
3.º, Team Oreca-Matmut, 18 pontos
4.º, Rebellion Racing, 12 pontos

 
 
 
NUNO DINIS

VODAFONE BP ULTIMATE TEAM




Vodafone BP Ultimate Team vence 1ª corrida no Algarve!



A dupla José Pedro Fontes e Miguel Barbosa venceram a primeira corrida disputada no Autódromo Internacional do Algarve, pontuável para o Iberian Supercars Trophy e Campoenato de Portugal de Circuitos. Partindo da 2ª posição da grelha de partida, José Pedro Fontes entrou ao ataque na na corrida algarvia e tomou o primeiro lugar à 2ª volta de prova, rubricando, na 3ª, o melhor crono da corrida com 1.48,369m. No final do primeiro tempo de condução José Pedro Fontes confidenciava que “fizemos um bom arranque, o que nos permitiu pressionar os nossos adversários e subir ao primeiro lugar numa fase muito importante da corrida. Seguramente que o Miguel não vai ter um “turno” fácil, mas estou confiante que vai conseguir segurar a primeira posição.” Contando com uma forte oposição na 2ª metade da prova, Miguel Barbosa mantevese firme até à bandeirada de xadrez, saíndo vencedor de um “duelo de titãs” que terminou com uma diferença de apenas 0,101s! No final da corrida o piloto lisboeta dizia que “foi de facto uma corrida muito emocionante! Os nossos adversários atacaram muito forte até ao final, o que não dava espaço para qualquer erro. É muito gratificante para nós vencer na estreia do carro e com uma oposição tão grande.”
A 2ª corrida está programada para amanhã pelas 17h00, com a dupla do Vodafone BP Ultimate Team a partir da 3ª posição.
 
 
 
JOAO BICA

PAULO NETO SPORT - RALLYE SERRAS FAFE



Furo condicionou resultado




Apesar de ter concluído o Rali Serras de Fafe, a equipa Paulo Neto Sport não foi feliz nesta prova, já que o somatório de pequenos contratempos condicionaram o resultado neste rali.
Paulo Neto / Daniel Amaral terminaram o Rali Serras de Fafe em 7º lugar no Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM, após uma prova disputada debaixo de condições atmosféricas muito difíceis, em que a chuva deixou os troços muito enlameados.
“Para além destas difíceis condições do piso, tivemos alguns azares nos primeiros quatros troços do rali, mas aquele que nos arredou de um resultado dentro dos nossos objectivos iniciais foi um furo logo na 3ª especial” refere Paulo Neto, acrescentando que “esse azar fez-nos perder cinco minutos”.
Para o segundo dia prova, o piloto de Sintra já fez um rali dentro das suas expectativas. “As coisas correram muito melhor”, adianta Paulo Neto, dizendo ainda que “fizemos tempos muito bons e que estão de acordo com aquilo que poderemos fazer em condições normais, o que nos permitiu sair mais animados desta prova”.

A Paulo Neto Sport segue agora para a prova seguinte do CPR2, com a disputa do Rali Vila Verde, no final do mês de Maio.
A presença de Paulo Neto no CPR, CPR2 e no Citroen Racing Trophy, que tem a assistência técnica da P&B Racing, conta com os seguintes parceiros:

- VALADARES – Louça Sanitária
- SAINT GOBAIN – WEBER – argamassas industriais
- QUANTINFOR – Consultoria informática
- VITARTE – Produção gráfica
- CARAS DECORAÇÃO
- DIRESCO – Superfícies de Quartzo
- RESTAURANTE “O AMARAL”
- CARLOS SIMÕES - Concessionário Citroen em Mafra
- BANHOAZIS - Mobiliário de Banho
- LISTOR - Pavimentos Flutuantes
- TRES – Torneiras
- DOMINÓ – Indústrias Cerâmicas
- PAULO NETO, LDA – Materiais de construção




NUNO DINIS

ESCLARECIMENTO

Muito boa noite amigos,leitores,seguidores, colaboradores,


Peço imensa desculpa por nos últimos tempos existir um grande desfazamento de dias na colocacao de noticias mas é que por motivos alheios, mais concretamente doença de um familiar me têm deixado pouco ou quase nenhum tempo livre para escrever as vossas noticias,press-releases,notificações.

Peço-vos a maior compreensão mas espero resolver este contratempo o mais rapidamente possivel.

Bem hajam a todos e desculpem mais uma vez.

Saudaçoes,


NUNO DINIS

WRC - RALLYE DE ITALIA SARDENHA



LOEB REGRESSA ÀS VITÓRIAS



Como previsto, o derradeiro dia do Rally da Sardenha, acabou por ter luta intensa pela segunda posição e uma tentativa de ataque à primeira posição.
Sébastien Loeb voltou a vencer pela segunda vez em 2011 e obteve o 3º lugar na "Power stage" que lhe deu mais 1 ponto extra para somar aos 25 da vitória, continuando deste modo na liderança do campeonato.
Mikko Hirvonen voltou a andar muito depressa no derradeiro dia, venceu a "Power stage" e terminou na segunda posição da geral, a apenas 11,2s de Sébastien Loeb.
Petter Solberg mexeu na suspensão e não gostou do resultado mas, conseguiu vencer uma especial e aproximou-se de Hirvonen antes da "Power stage". Contudo, o norueguês teve de contentar-se com último lugar do pódio pois, não foi capaz de bater o homem da Ford.
Apesar de partir em 3º, Sébastien Ogier nunca foi capaz de se aproximar de Hirvonen, acabando por dar um toque numa pedra que danificou a suspensão e baixou para a 4ª posição.
Mads Ostberg ficou satisfeito com a 5ª posição obtida, tal como Daniel Sordo com a 6ª posição pois, o Mini conseguiu chegar ao fim sem problemas de maior e o espanhol sabe o que tem de fazer para melhorar a performance do novo carro.
Ott Tannak efectuou um rally brilhante ao mostrar muita rapidez, consistência e grande maturidade com o 7º lugar que alcançou desde o primeiro dia, vencendo o SWRC na frente de Juho Hänninen (8º) e Nasser Al-Attiyah (10º).
Matthew Wilson foi claramente batido pelos melhores S2000 e voltou a perder terreno para Hänninen mas, o britânico também voltou a somar pontos com a nona posição.
Sem testar o carro antes do rally, Armindo Araújo conseguiu recuperar até 11º da geral numa prova modesta mas o piloto português prometeu que na Grécia vai ser diferente.
Martin Prokop começou o dia com uma penalização de 4 minutos que foi atribuída no primeiro dia, teve muitos problemas ao longo de todo o rally e hoje não foi excepção pois, o Fiesta voltou a ter outro principio de incêndio no escape. O checo conseguiu terminar em 4º do SWRC mas, Bernardo Sousa foi obrigado a desistir a dois troços do fim com problemas no alternador.
Jari-Matti Latvala voltou a vencer troços e obteve 2 pontos na "Power stage" e mais 2 pontos para o campeonato de construtores.



CLASSIFICAÇÃO FINAL


1º Sébastien Loeb / D. Elena - Citroën DS3 WRC 3h45m40,9s
2º Mikko Hirvonen / J. Lehtinen - Ford Focus RS WRC +11,2s
3º Petter Solberg / C. Pattersson - Citroën DS3 WRC +23,8s
4º Sébastien Ogier / J. Ingrassia - Citroën DS3 WRC +1m31,5s
5º Mads Ostberg / J. Andersson - Ford Focus RS WRC +2m42,6s
6º Daniel Sordo / C. Del Barrio - Mini J.C.W. WRC +3m27,6s
7º Ott Tanak / K. Sikk - Ford Fiesta S2000 +7m10,9s
8º Juho Hänninen / M. Markkula - Skoda Fabia S2000 +7m37,6s
9º Matthew Wilson / S. Martn - Ford Fiesta RS WRC +8m00,4s
10º Nasser Al-Attiyah / G. Bernarcchini - Ford Fiesta S2000 +12m33,8s
11º Armindo Araújo / M. Ramalho - Mini J.C.W. WRC +13m09,7s





NUNO DINIS

RALLYE TARGA SERRA DA FREITA



António Rodrigues volta a vencer no Open




António Rodrigues voltou a vencer no Open de Ralis, triunfando com relativo à vontade no Rali Serra da Freita aos comandos do seu Citroën Saxo S1600. Com este triunfo, Rodrigues reforçou a liderança na modalidade, parecendo assim cada vez mais candidato ao título no Open.
Já mais à vontade com o Citroen Saxo S1600, António Rodrigues cedo viu que a vitória não lhe fugiria, impondo o ritmo que mais lhe convinha para obter a sua terceira vitória no Open, dando um passo importante para a conquista do título, que dificilmente lhe escapará.

Pedro Peres foi o primeiro líder da prova, mas um furo a 5 Km do final da segunda especial, retirou-lhe todas as hipóteses de lutar pela vitória, embora mesmo assim tenha terminado no 3º lugar.
Daniel Nunes teve uma prova muito ponderada. Menos exuberante do que é habitual, cedo agarrou o 2º lugar na prova, que não mais largou, acabando por gerir a sua prova nas duas derradeiras especiais.
Renato Pita não teve a sorte pelo seu lado. Uma fuga de gasolina no interior do carro, levou o piloto a ser assistido pelo médico (quase desmaiou), perdendo tempo importante no 3º troço. Mesmo assim, foi quarto classificado (3ª no Open) e manteve a vice-liderança no Open.
Armindo Neves, que lutava pelos primeiros lugares, optou pelo abandono, depois de furar no 2º troço e perder mais de 5 minutos a mudar o pneu.
Quinto lugar que acabou nas mãos de Diogo Salvi, que fez uma prova muito competitiva, sendo acompanhado nesta prova por Gil Antunes. Um lugar no Top-Five foi um bom resultado para esta dupla de "pilotos".
Luís Mota não teve um rali fácil. Os tempos não saíram e o piloto foi perdendo tempo, mesmo se num troço o tempo perdido se ficou a dever à falta de intercomunicadores a meio da especial.
Nota muito positiva para a prestação de Ivan Carquejo, que com o Peugeot 206 GTi de Troféu terminou no 7º lugar.
Pedro Leal, que nesta prova corria com um 206 GTi, acabou por desistir com problemas eléctricos.
German Gomez venceu entre os concorrentes do Troféu de Clássicos, enquanto no Troféu Fastbravo a vitória foi para Fábio Ribeiro.


António Rodrigues: "Agora na terra vamos ter uma tarefa difícil para defender o primeiro lugar"

Num local mítico para os rali em Portugal, a Serra da Freita, António Rodrigues alcançou a terceira vitória do ano no Open de ralis, dilatando dessa forma a sua liderança na competição.
A dupla António Rodrigues e Jorge Carvalho aos comandos do Citroen Saxo S1600 da SFR Motorsport, voltou a vencer, agora no Rallye Targa Serra da Freita, deixando os seus mais próximos adversários, Daniel Nunes (Mitsubishi Evo VI), a 37,3s enquanto no terceiro posto ficou colocado Pedro Peres em (Mitsubishi Evo VII) a 1m08,70s, números que dizem bem a clareza desta vitória.
"A prova do Targa correu-nos muito bem, apesar de no início estarmos indecisos quanto à escolha dos pneus, piso molhado, ou piso seco em virtude da instabilidade das condições meteorológicas. Acabámos por fazer a escolha mais acertada, apesar de no final da primeira classificativa ainda nos termos deparado com um pouco de chuva. Esta foi a segunda prova aos comandos de Citroen Saxo S1600 que a SFR Motorsport nos coloca à disposição e apesar de me sentir mais adaptado, tenho a certeza que ainda é possível imprimir um ritmo mais rápido, tirando ainda mais partido do potencial do carro. Tenho imprimido um ritmo forte, sempre com a máxima concentração e sem entrar em exageros, e as coisas têm corrido bem.", referiu o piloto de Murça que comanda destacado o campeonato ao cabo de cinco provas.
Agora, vão surgir os pisos de terra: "Após cinco provas em asfalto, consegui contabilizar três vitórias e um segundo lugar, dos 4 resultados aproveitáveis para pontuação no Campeonato. A seguir surgem as provas em piso de terra, vamos ter uma tarefa difícil para defender o primeiro lugar, pois nessas condições os carros de tração total ter mais vantagem que os duas rodas motrizes. Vamos manter a mesma postura de sempre: concentrar-nos ao máximo em cada uma das provas e tentar obter o melhor resultado".
A vitória do piloto de Trás-os-Montes e do Douro, António Rodrigues, começou a desenhar-se logo nos 14,35 kms de Figueiredo 1, onde foram segundos a "apenas" 1,9 segundos do campeão em título do Open, o regressado Pedro Peres (Mitsubishi Evo VII) que venceu o primeiro troço. Mas António Rodrigues foi imediatamente a seguir o mais rápido nos 13,20 kms de Felgueiras. No regresso à estrada e nova passagem pelas duas classificativas anteriores, Pedro Peres voltou a ser o mais rápido em Figueiredo, ascendendo ao terceiro posto da geral, enquanto Renato Pita caia para quarto.
António Rodrigues e Jorge Carvalho arrancaram assim para o último troço com uma vantagem de 30,7 segundos para o segundo classificado da geral, Daniel Nunes e 58,8s para o 3º Pedro Peres, Renato Pita era quarto a mais de 1 minuto do líder. Na derradeira classificativa, Felgueiras 2, António Rodrigues voltou a impor o Citroen Saxo S1600.
A dupla da SFR, Pedro Leal e Redwan Cassamo que vinham a fazer uma boa prova aos comandos do Peugeot 206 GTi, acabou por desistir na 3ª classificativa por avaria mecânica, (bomba de gasolina) quando eram sextos da geral no final da 1ª Secção.
"Quero aqui reforçar os meus agradecimentos à equipa SFR Motorsport na pessoa do José Figueiredo e também ao Vicente Pousada, pois apesar da estrelinha da sorte que é sempre preciso que nos acompanhe, um carro nas melhores condições é essencial para os bons resultados. Também aos meus patrocinadores, a todos eles o meu muito obrigado e como não podia deixar de ser a todos os meus apoiantes, pelo incentivo que me transmitem".
Classificação final:

1º António Rordrigues - Jorge Carvalho (Citroen Saxo S1600), 31m37,5s
2º Daniel Nunes/Carlos Ramiro (Mitsubishi Evo VI) a 37,3s,
3º Pedro Peres/Tiago Ferreira (Mitsubishi Evo VII) a 1,08,7s,
4º Renato Pita/Marco Macedo (Mitsubishi Evo VI) a 1:23,2s
5º Diogo Salvi/Gil Antunes (Mitsubishi Evo VI) a 2:08.9s,...


Campeonato Nacional OPEN de Ralis (Absoluto):

1º SFR Motorsport / António RODRIGUES Citroen Saxo 106 pontos
2º Renato Pita Mitsubishi 72 "
3º Daniel Nunes Mitsubishi 59 "

Campeonato Nacional Open de Ralis (Categoria 1):

1º SFR Motorsport / António Rodrigues Citroen Saxo 15 pontos
2º SFR Motorsport / Gil Antunes Peugeot 206 4 pts
3º André Martins Citroen Saxo 4 pts




JOÃO BICA
GIL NEVES
FOTOS RICARDO PEREIRA












CAMPEONATO OPEN RALIS 2011

Serra da Freita recebe rali pelas mãos do Targa Clube


O Targa Clube vai levar de novo para a Serra da Freita no Concelho de Arouca a emoção dos ralis, e será já no próximo dia 7 de Maio que terá lugar o RALI TARGA – SERRA da FREITA, evento pontuável para o Campeonato OPEN de Ralis, Campeonato de Portugal Júnior Ralis, Campeonato Regional Ralis Norte (VSH) e Troféu Nacional de Clássicos - Ralis.

Na última década foi no palco de Vila Nova de Cerveira que se realizou esta prova, que agora se muda para a região de Arouca e para uma das “Catedrais” dos ralis em Portugal, que desde há algum tempo estava arredada da competição Nacional, mas sem nunca desaparecer das memórias de todos quanto acompanham mais de perto a modalidade.

O clube nortenho, consciente do actual agravamento das condições económicas, que acaba por afectar igualmente os praticantes, estruturou o rali de forma muito compacta com o objectivo de reduzir custos, quer ao nível organizativo, mas igualmente para as equipas participantes, e para o público que se desloque ao rali.

Vão disputar-se 4 provas especiais em dois percursos distintos mas com a particularidade de possuírem parte do percurso em comum. Assim, será mais fácil para os pilotos reconhecerem o percurso, e o público poderá manter-se no mesmo local durante toda a tarde de Sábado e ver as 4 passagens do rali na íntegra sem necessidade de se movimentar, tendo sempre em atenção que as estradas nesta zona em particular serão encerradas pelo menos duas horas antes da passagem do primeiro concorrente.

O reconhecimento da prova ocorrerá nos dias 30 de Abril (sábado) e 6 de Maio (sexta – feira) no dia anterior a prova e as inscrições encerram na Terça-feira dia 3 de Maio.

Estão assim criadas as condições para um regresso ao mais alto nível da Competição à Serra da Freita, criando um evento que será seguramente atractivo para equipas e para o público.

Para detalhes de horários, acessos e inscritos, mantenha-se atento à página oficial de Internet do Targa Clube que vai continuar a receber informações durante os próximos dias.





NUNO DINIS

ARC SPORT - RALLYE SERRAS FAFE




DUPLA VITÓRIA PARA A ARC SPORT




Vítor Lopes o “Pagador de Promessas”

João Silva vence Grupo A e CPR2

Boa evolução de Hugo Mesquita



Vítor Lopes afirmou que ia a Fafe para vencer, e cumpriu a promessa. Dominador total dos acontecimentos do primeiro ao último troço, o triunfo adivinhava-se desde muito cedo pelo ritmo imposto ao Subaru Impreza que foi rei em terras minhotas, vencendo em sete dos nove troços cronometrados. Tanto Vítor Lopes como Hugo Magalhães, o navegador natural de Fafe, obtiveram a primeira vitória absoluta das suas carreiras.
“Foi uma vitória merecida. Entrámos confiantes e lutámos por ela. Este é um rali onde todos gostam de andar no máximo, e isso deu-nos um prazer especial. Vamos continuar a lutar prova a prova pelos nossos objectivos. O carro e a equipa estiveram como de costume, ou seja, ao mais alto nível. Para mim fica o trabalho mais fácil, que é tirar e pôr o carro na assistência. Depois, só tenho de andar rápido”, afirmou Vítor Lopes.
Nas Serras de Fafe, a ARC Sport obteve um pleno em termos de objectivos. O triunfo absoluto com Vítor Lopes e Hugo Magalhães, e também a vitória entre as viaturas de Grupo A e de duas rodas motrizes. João Silva e José Janela levaram o Renault Clio R3 da ARC Sport ao 4º lugar da geral, vencendo sem vacilar para o CPR2.

Em ano de estreia, e no seu primeiro rali em pisos de terra, Hugo Mesquita, acompanhado por Nuno Rodrigues da Silva, conseguiu atingir os seus objectivos, mostrando excelente evolução e uma boa adaptação ao Citroen DS3.
“Para mim foi tudo novo. Nunca tinha andado em terra, e muito menos neste tipo de piso enlameado e escorregadio. Efectuámos uns testes reduzidos e quase não tive oportunidade para treinar. Penso que tanto eu, como o carro, estamos a evoluir bastante, acreditando que daqui para a frente poderei melhorar muito”, afirmou o jovem piloto açoriano.

O duplo triunfo da ARC Sport no Rallye Serras de Fafe sublinha a excelente carreira que a equipa de Aguiar da Beira tem vindo a efectuar no Campeonato de Portugal de Ralis.
“Melhor não podia ser. Com um lote de pilotos como o nosso, torna-se tudo mais fácil, assim como com toda a colaboração de uma equipa fantástica que temos a sorte de ter sempre ao nosso lado. Para mim o triunfo do Vítor Lopes não foi uma surpresa, e o mesmo se aplica ao João Silva, que mais uma vez mostrou estar ao nível dos melhores. Surpresa foi a excelente prestação do Hugo Mesquita, pois conseguiu evoluir de troço para troço, podendo vir a ser um piloto rápido e eficaz”, afirmou, visivelmente feliz Augusto Ramiro, responsável pela ARC Sport.

A ARC Sport estará presente na máxima força na próxima prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis, o Sata Rally Açores, que se realiza de 14 a 17 de Julho.





NUNO DINIS

RALLYE SERRAS DE FAFE



Soberba estreia vitoriosa de Vitor Lopes


Foi surpreendente mas inteiramente merecida e esclarecedora a vitória de Vitor Lopes / Hugo Magalhães no Rali Serras de Fafe. Depois do domínio total no primeiro dia, o segundo dia, mesmo sendo de alguma contenção (e com muita chuva), revelou um Vitor Lopes rápido, consistente e, a continuar assim, candidato ao título de 2011.

Foi a primeira vitória à geral de Vitor Lopes e do seu navegador, começando a ARC a habituar-se a este lugar, tendo agora dois pilotos, Moura e Lopes, dentro da mesma equipa a lutarem pelo título, com ambos na liderança do CPR com 35 pontos cada.
Se ainda houve uma tentativa de Pedro Peres de lutar pelo segundo lugar com Vitor Pascoal, rapidamente tudo regressou à normalidade, com ambos os pilotos a decidirem recolher pontos muito preciosos no CPR, ficando o piloto de Amarante num sólido segundo lugar (ainda não é desta a vitória no CPR) na frente de Pedro Peres.
Numa prova solitária e mais calma no segundo dia, João Silva provou que também já é competitivo no terra. O piloto, e o seu experiente navegador José Janela, geriram a corrida e obtiveram uma vitória sem contestação no CPR2 nesta prova. O quarto lugar foi ainda um prémio para Silva, depois de Pedro Meireles ter desistido com problemas num braço de suspensão do Lancer, depois de um toque numa pedra logo no início do segundo dia.
Na luta pelo quinto lugar, Carlos Oliveira acabou por levar a melhor. Sem cometer erros e sempre com um ritmo calmo, o piloto da Subaru acabou por beneficiar do enorme atraso de Eduardo Veiga (teve uma saída de estrada) e assim viu esforçar-me um lugar no Top5, que durante grande parte do rali parecia que já tinha conquistado.
Numa prova em que lutou com muitos problema de tracção no Citroen DS3, Ivo Nogueira salvou mesmo assim o resultado, tendo ganho entre os concorrentes do Citroen Racing Trophy.
Paulo Antunes teve um rali para esquecer, em que a única boa recordação foi ter terminado. O seu Citroen C2 R2 Max nunca esteve em condições (motor, cabo de acelerador, etc), não conseguindo evitar perder alguns lugares. Mesmo assim o 7º lugar é um mal menor.
Frederico Gomes ainda espreitou no segundo dia um melhor resultado. Contudo o piloto de Cascais teve também uma prova quase para esquecer, falhando totalmente nas afinações do C2 no primeiro dia e tendo algumas dificuldades na derradeira fase da prova. O 8ª lugar da geral é um prémio de consolação depois de um rali em que pouca coisa funcionou a 100%.

Entre os concorrentes da Taça de Portugal, o vencedor foi encontrado por eliminação... ou melhor, por resistência. Um rali é também uma prova de resistência e ao longo da prova todos os principais candidatos aos primeiros lugares foram desistindo ou atrasando-se. Ricardo Teodósio, Luís Mota, Daniel Nunes, Pedro Leone, Daniel Ribeiro, entre outros, foram alguns dos pilotos que andaram pelos primeiros lugares, mas foi Júlio Bastos (o tal que anunciou que não iria estar presente na prova) a vencer, subindo ao primeiro lugar precisamente no derradeiro troço, juntando esta vitória á obtida no Regional Nordeste.


LÍDERES DO RALI:
Vitor Lopes (Pec 1 a 9)

VENCEDORES DE TROÇOS:
Vitor Lopes (7); Pedro Peres (1); Vitor Pascoal (1)


CLASSIFICAÇÃO FINAL

1º Vitor Lopes / Hugo Magalhães Subaru Impreza WRX 1h25m51,9s
2º Vitor Pascoal / Luís Ramalho – Mitsubishi Lancer Evo X a 54,5s
3º Pedro Peres / Tiago Ferreira – Mitsubishi Lancer Evo IX a 1m29,4s
4º João Silva / José Janela – Renault Clio R3 Maxi a 7m04,7s
5º Carlos Oliveira / Jorge Carvalho – Subaru Impreza WRX STi a 8m42,4s
6º Ivo Nogueira / Vitor Hugo - Citroen DS3 R3T a 9m36,0s
7º Paulo Antunes / Alberto Oliveira – Citroen C2 R2 MAX a 12m11,8s
8º Frederico Gomes / Luís Cavaleiro - Citroen C2 R2 Max a 12m41,7s






http://www.ralisonline.net/


NUNO DINIS

SERRA A FUNDO



O Serra a Fundo, é uma secção ligada aos Desportos Motorizados, da AssociaSão Julião, com sede em Gouveia, Serra da Estrela, fundada em 2009, cujo objectivo, é promover as modalidades de desportos ligados ao desporto motorizado. Neste intuito, vamos promover no próximo dia 14 de Maio, o 3º Encontro de Veículos Clássicos de Gouveia, pelo concelho , com o seguinte programa:

Programa:

9:00 - Recepção dos participantes em frente aos Paços do Concelho

9:30 - Visita ao Museu da Miniatura Automóvel

10:30 - « Bucha» com produtos regionais - Patrocínio da Junta de Freguesia de Mangualde da Serra

11:30 - «2.ª Bucha» em Folgosinho - Patrocínio do Restaurante « O Albertino»

13:00 - Almoço em Vila Nova de Tazem- Integrado em Feira Medieval- Patrocínio Junta de Freguesia de Vila Nova de Tazem

15:30 - Partida para a 2.ª Secção do Passeio

16:30 - Visita ao Cervas- Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens

17:30 - Surpresa em Cativelos

18:30 - Lanche em Cativelos- patrocínio da Junta de Freguesia de Cativelos


Contactos: 963003800 - 965540815 - 967690631



NUNO DINIS

PEUGEOT SPORT



1000 Km de Spa



Peugeot presente com Pedro Lamy

Os 1000 km de Spa-Francorchamps serão como que um perfume das 24 Horas de Le Mans! Se o traçado belga não tem muito a ver com o de la Sarthe, a segunda prova do Intercontinental Le Mans Cup será um ensaio geral a algumas semanas da mais importante corrida do ano. Pela primeira vez, esta temporada, o Team Peugeot Total vai alinhar com os três Peugeot 908 oficiais e com os nove pilotos titulares.



Le Mans na cabeça


A próxima edição das 24 Horas de Le Mans está no centro de todas as preocupações. Seis semanas antes da realização da prova, o dia de testes, cumprido a 24 de Abril, permitiu ao Team Peugeot Total recolher as informações necessárias para se apresentar em la Sarthe com o comportamento dos seus carros optimizado.
A segunda prova do ILMC serve por tradição para afinar a preparação da equipa. Os três Peugeot 908 e os nove pilotos têm, por isso, como objectivos preparar Le Mans, sem correr riscos e marcar pontos no ILMC, como lembra Olivier Quesnel, director da Peugeot Sport. «A temporada do ILMC começou com um pódio em Sebring, depois de uma intensa corrida de 12 horas. Ali, encontrámos as condições perfeitas para preparar aquele que é o nosso primeiro objectivo do ano: ganhar as 24 Horas de Le Mans. Depois, rodámos, intensamente, em testes privados, e o dia de testes permitiu-nos entrar em pleno no ambiente de Le Mans. Participar nesta corrida, em Spa-Francorchamps, é a melhor maneira de verificar que todos os automatismos, no contexto da competição, estão assumidos. Teremos lá toda a equipa e iremos trabalhar nas mesmas condições como faremos em Le Mans».
«O ILMC é um objectivo importante para nós, mas não quereremos vencer a qualquer preço a algumas semanas de Le Mans. Queremos, acima de tudo, terminar os 1000 km de Spa-Francorchamps com os carros intactos e possuidores de uma soma complementar de informações, o que será sinónimo da contabilização de muitos pontos para a Peugeot».
Um traçado sensacional


Imbatível, desde 2007, nos 1000 km de Spa-Francorchamps, o Team Peugeot Total destacou-se na edição de 2010 quando alcançou a “dobradinha”, graças à vitória de Sébastien Bourdais, Simon Pagenaud e Pedro Lamy, à frente do duo Franck Montagny/Stéphane Sarrazin. As equipas oficiais de 2011 são as mesmas que estiveram em acção em 2010.

Peugeot 908 N.º 7 (retrovisores azuis): Anthony Davidson, Marc Gené e Alexander Wurz
Peugeot 908 N.º 8 (retrovisores brancos): Nicolas Minassian, Franck Montagy e Stéphane Sarrazin
Peugeot 908 N.º 9 (retrovisores encarnados): Sébastien Bourdais, Pedro Lamy e Simon Pagenaud.

A estes três carros oficiais, junta-se um quarto Peugeot, o do Team Oreca. Um 908 HDi FAP 2010 em configuração de 2011, que comanda o campeonato graças à vitória em Sebring, com o trio Lapierre-Duval-Panis.

Configuração técnica

«O circuito de Spa-Francorchamps é um traçado de que os pilotos gostam muito porque é único e muito selectivo em termos de condução», explica Bruno Famin, director técnico da Peugeot Sport. «No entanto, sabemos, por experiência, que não tem nada a ver, em termos de afinações, com Le Mans. A pista é diferente e as condicionantes não são as mesmas. Mas, apesar disso, vamos rolar com configurações próximas daquelas que serão usadas em Le Mans».
«Depois do dia de testes, temos uma grande parte dos dados para preparar Le Mans. Consideramos que a corrida de Spa-Francorchamps vai permitir afinar a organização e criar o estado de espírito de competição, necessário para não termos o direito de errar. Os concorrentes serão, praticamente, os mesmos de Le Mans e nós vamos lá estar com três carros. Depois de ter feito mais de 7000 km de testes, o n.º 7 foi refeito, enquanto os números 8 e 9 terão a mesma configuração técnica do dia de testes. No final de todas as sessões de testes que fizemos, até agora, é bom que todos reencontrem o ambiente das corridas, para preparar, ainda melhor, a presença nas 24 Horas».

Seguir os 1000 km de Spa-Francorchamps: WEB TV

Para acompanhar os 1000 km de Spa-Francorchamps, que tem a partida marcada para as 14 horas de sábado (13h00 em Lisboa), 7 de Maio, a Peugeot Sport vai disponibilizar a sua Web TV visível no “site” http://www.peugeot-sport.com/ . Câmaras a bordo, “boxes” da Peugeot e corrida poderão ser seguidas por dentro.




ZE CARLOS FERREIRA

CLUBE ESCAPE LIVRE




Raid Inatel com lotação esgotada



Como que para comprovar todo o potencial turístico da região centro, já esgotaram todas as vagas disponíveis para o Raid Inatel Estrela / Açor. O passeio todo o terreno decorre de 20 a 22 de Maio e leva mais de 100 pessoas a percorrer os trilhos de altitude das serras da Estrela e do Açor.
O interesse de participantes vindos de norte a sul do país superou as expectativas, obrigando mesmo a organização a passar o número de inscrições de 25 para 35, ainda assim insuficientes para a procura manifestada. Com as unidades hoteleiras da Inatel em Vila Ruiva, Linhares da Beira e Piódão lotadas, resta agora começar mais um extraordinário passeio que tem como pontos altos as paisagens entre as serras da Estrela e do Açor, as visitas às Aldeias históricas de Linhares e Piódão e à Fraga da Pena, uma cascata no concelho de Arganil.
O programa começa na sexta-feira, dia 20, na moderna unidade hoteleira da Inatel em Vila Ruiva. Depois de uma aula teórica de introdução ao todo terreno, no final da tarde, é tempo de apaziguar o estômago, com um jantar de iguarias, após o qual se inicia uma primeira etapa até Linhares da Beira, com visita nocturna ao seu castelo e regresso a Vila Ruiva. Pelo meio, visita ao Solar do Queijo e ao castelo de Celorico da Beira.
A etapa da manhã de sábado percorre parte da serra da Estrela em direcção a Seia, por caminhos de terra, corta-fogos, uma flora silvestre típica que indicia a grande altitude onde se circula, e paisagens de perder a vista, salpicadas, aqui e ali, de elementos arquitectónicos. A meio do percurso, a Bridgestone dará aos participantes algumas noções de técnicas todo terreno e pressão dos pneus, enquanto a ValorPneu informa da importância da entrega dos pneus usados para revalorização.
Já em Seia, uma visita guiada ao Centro de Interpretação da Serra da Estrela (CISE) levará os participantes a uma pequena viagem multimédia pela Estrela, seguida de um almoço no Museu do Pão. De tarde, inicia-se a segunda secção da segunda etapa por fora de estrada, atravessando a serra e as localidades, com os sulcos agrícolas a dar lugar à floresta e os xistos a substituir os granitos na passagem gradual para a serra do Açor. A chegada ao Piódão, ao final da tarde, é marcada por uma visita pela aldeia de xistos e portadas azuis onde não entram viaturas. O jantar e o alojamento estão garantidos na Unidade Hoteleira da Inatel do Piódão.
Na manhã de domingo, a terceira etapa leva os participantes à Fraga da Pena, um local de beleza natural extraordinária, ainda no concelho de Arganil. O regresso ao Piódão para o almoço e a entrega dos troféus SPAL a todos os participantes marcam o encerramento deste passeio.

A Hyundai é a marca oficial do evento que conta ainda com o patrocínio da Inatel, o apoio institucional do Governo Civil da Guarda, Turismo da Serra da Estrela, Câmaras Municipais da Guarda, Seia, Arganil e Celorico da Beira, e o apoio ValorPneu, Bridgestone, Camel Active, Sagres, GoPro e SPAL.










NUNO DINIS

MIGUEL OLIVEIRA



Miguel Oliveira consegue feito heróico no seu primeiro GP do Estoril



Depois de ter começado o Grande Prémio de Portugal com um ritmo crescente nos treinos, o piloto do Team Andalucia – Banca Cívica – Diputación de Cádiz sofreu de fortes dores nos antebraços que o impediram de manter um ritmo forte durante a corrida, mas mesmo assim não desistiu e se manteve em pista até o fim.
A corrida da categoria 125cc do GP do Estoril ocorreu logo a seguir a prova do MotoGP, e a expectativa dentro da box da equipa era grande pois Oliveira iria correr diante do seu público.
Miguel partiu da primeira fila da grelha, e quando o semáforo se apagou fez uma grande partida que o permitiu se colocar na segunda posição logo atrás de Nico Terol. No entanto após algumas voltas os seus braços começaram a perder força e o piloto português não conseguiu evitar perder posições pouco a pouco. Ao que parece, o fato que o piloto estreou na corrida estava muito apertado nos antebraços e isso causou essa perda de rendimento.


MIGUEL OLIVEIRA 7º Classificado

“Fiz uma boa partida e consegui colocar-me em segundo. O Nico Terol estava com um andamento muito forte e não aguentei o seu ritmo, mas quando o Cortese me passou consegui manter-me bem e creio que poderia ter terminado nessa posição. Mas depois de seis voltas comecei a sentir uma dor constante nos braços e a perder muita força.
A minha corrida de hoje foi uma luta contra os meus braços e isso deixa-me decepcionado; sei que tenho ritmo para lutar com os pilotos da frente, mas uma limitação física não me permitiu fazê-lo. Não é um mal resultado, mas sei que poderia ter lutado por um bom lugar e esse problema acabou por impedir-me de o fazer.”

PEDRO MACHADO, Team Manager

“Em primeiro lugar quero agradecer o grande trabalho feito pela equipa nesse Grande Prémio. A sorte não esteve ao nosso lado na corrida e o Miguel teve problemas com os seus antebraços como consequência de vários factores, entre eles, o fato novo que estava um pouco apertado. De qualquer maneira temos que olhar para o lado positivo deste fim-de-semana, em que demonstramos que podemos estar entre os mais rápidos do Mundial”.




NUNO DINIS