COR- RALLYE SERRA DA FREITA




MAIS UMA VITÓRIA PARA...PERES


Numa dia espetacular na zona de Arouca, o Rali Serra da Freita foi uma prova interessante do ponto de vista desportivo, com Fernando Peres a vencer e a somar no asfalto o número máximo de pontuações no Open. 
Profundo conhecedor da zona e com um ritmo alto, Fernando Peres venceu sem oposição e sem contestação o "seu" rali, numa prova em que venceu os três primeiros troços e depois geriu.
Mais interessante de seguir foi a luta pelas restantes posições entre os primeiros. João Barros estava a pouco mais de 12 segundos de Peres a meio do rali, mas o motor do Saxo Kit-Car parou no terceiro troço deixando o piloto fora de prova.
Daniel Nunes (que venceu o Júnior e ainda leva para casa outras duas vitórias, uma no Regional Centro e outra no Regional Norte.) estava a subir de ritmo, subindo nessa momento ao segundo lugar. Mesmo não tendo hipóteses de apanhar Peres, tinha que manter o ritmo muito alto, devido à prestação de Carlos Martins.
O piloto de Serpa impôs sempre um ritmo elevado, e nunca baixou os braços, mas como Nunes não falhou Carlos Martins terminou naquele que seria um excelente 3º lugar, continuando a ter boas prestações nas provas em que tem vindo a participar no Open. Contudo, uma transmissão partida no Mitsubishi na derradeira ligação levaria Carlos Martins a desistir.
Mário Barbosa terminou com os azares no Open. O piloto do Saxo fez também uma prova muito competitiva, que lhe valeu um 3º lugar, sem grande oposição de Luís Mota, que mais uma vez não se deu muito bem com ralis muito rápidos.
De André Marques, ainda a aprender o 206 S1600 não se pode esperar muito mais. O piloto tem vindo a evoluir gradualmente, mas o seu carro pode ser bem mais competitivo no asfalto.
De Diogo Gago já não se pode dizer muito mais. Mais uma vez o piloto demonstrou um grande andamento no seu 206 GTi, e os apenas 21 segundos que os separaram de André Marques demonstram o seu andamento neste prova.
Notas finais para Eduardo Veiga. Um pouco menos exuberante que o normal, mas mesmo assim, ainda passou por algumas situações apertadas, demonstrou sempre um ritmo muito vivo.
Anibal Rolo foi ainda o vencedor entre os clássicos.
LÍDERES DO RALI:
Fernando Peres (1ª à 4ª Pec)
VENCEDORES DE TROÇOS:
Fernando Peres (3); Daniel Nunes (1)
CLASSIFICAÇÃO FINAL
1º Fernando Peres / JP Silva – Mitsubishi Lancer Evo VII 35m50,3s
2º Daniel Nunes / Daniel Amaral – Mitsubishi Lancer Evo VI a 27,2s
3º Mário Barbosa / Bruno Gonçalves – Citroen Saxo Kit-Car 1m07,3s
4º Luís Mota / Alexandre Ramos – Mitsubishi Lancer Evo VII a 1m28,7s
5º André Marques / Hugo Magalhães – Peugeot 206 S1600 a 1m44,0s
6º Diogo Gago / Jorge Carvalho – Peugeot 206 GTi a 2m05,4s
7º Eduardo Veiga / Justino Reis – Ford Escort a 2m57,9s
8ª Rui Peres / José Costa - Peugeot 206 GTi a 4m07,1s
PILOTO DE RALI
Fernando Peres
MOMENTO DO RALI
Desistência de João Barros no 3º troço
MENOS DO RALI
Pouco luta pela vitória



JOAO BICA
FONTE:www.ralisonline.net

IRC SERIES- VOLTA A CORSEGA



DANI SORDO E MINI VENCEM NO ASFALTO DA CÓRSEGA


No derradeiro dia do Tour de Corse, voltou-se a andar muito depressa lá na frente mas, acabou por não haver grandes mexidas na classificação do dia anterior.
Daniel Sordo não venceu hoje nenhuma especial mas, foi suficientemente rápido para controlar os adversários e vencer pela primeira vez no IRC, dando ainda uma importante vitória à Mini.
Jan Kopecký foi claramente o piloto mais rápido do dia, ao ter vencido 5 dos 6 troços da etapa mas, não foi capaz de incomodar o piloto espanhol e teve de contentar-se com a segunda posição a 17,9s de Sordo.
Pierre Campana chegou a passar pela segunda posição mas, acabaria por perder a batalha com o piloto checo. De qualquer forma, o piloto local esteve em grande nível e voltou a vencer um troço no derradeiro dia.

Apesar de estar satisfeito com o carro e com os pneus Michelin, Bryan Bouffier perdeu alguns segundos para Campana e Kopecký mas, manteve a quarta posição de forma tranquila pois, Andreas Mikkelsen vinha atrás muito atrasado devido aos furos de ontem.
Craig Breen chegou a trocar de posição com Manzagol (7º), depois de ter efetuado um pião onde perdeu mais de 40 segundos. No entanto, o irlandês esteve rápido outra vez e não fosse os problemas no primeiro dia, o resultado poderia ter sido outro.

Em ano de aprendizagem, o jovem alemão Sepp Wiegand, voltou a pontuar no IRC sendo mesmo o único piloto a par com Mikkelsen, a obter pontos em todos eventos até agora disputados.
Vindo de uma recuperação, depois de se ter atrasado no primeiro dia com um pneu furado, Hermann Gassner Jr., conseguiu ultrapassar Jean Mathieu Leandri na derradeira especial e alcançou a nona posição final.

Mathieu Arzeno voltou a ser muito rápido no derradeiro dia mas, os problemas no último troço de ontem e a penalização de 1m50s, mancharam o resultado do francês que poderia ter sido brilhante.
Andreas Aigner venceu calmamente na IRC Production Cup, terminando na frente de Petru Antone Boschetti, o vencedor nas duas rodas motrizes.

LÍDERES DO RALLY:
Giandomenico Basso (SS1 e 2); Andreas Mikkelsen (SS3 e 4); Daniel Sordo (SS5 a 14)



VENCEDORES DE TROÇOS:
Giandomenico Basso (1); Andreas Mikkelsen (2); Daniel Sordo (3); Pierre Campana (2); Bryan Bouffier (1); Jan Kopecký (6)




NUNO DINIS
FONTE: www.ralisonline.net

CLUBE ESCAPE LIVRE




BMW sobe ao Alvão e ao Gerês


Cerca de uma centena de pessoas nos modelos X1, X3 e X5 da BMW vão descobrir e conhecer o melhor da paisagem e da história do norte do país, no fim-de-semana de 18 a 20 de Maio, a partir do Água Hotels, em Mondim de Basto. Oportunidade única também para quem não quer perder a oportunidade de experimentar, com o Clube Escape Livre, as potencialidades xDrive dos BMW e de viver um fim-de-semana em família.

Está tudo a postos para três dias de aventura do BMW X Experience - Alvão/Gerês. Depois de, nos anos anteriores a caravana ter ido até Santiago de Compostela e de ter atravessado o Centro de Portugal, agora é o norte de Portugal a registar as atenções dos participantes, oriundos de todo o país, para viver novas aventuras.

O programa vai de Mondim de Basto a Montalegre e Amarante e tudo aponta para que seja uma das mais rejuvenescedoras descobertas, com toda a paisagem montanhosa, riscada de linhas e lençóis de água, a garantir momentos de puro lazer e relaxamento, em contraste com a travessia de excelentes trilhos que oferecem a componente mais arrojada.

Para os mais atrasados ainda é possível fazer a inscrição. Basta, para isso, contactar o Clube através de 271 202 285 ou pelo e-mail escapelivre@netvisao.pt. Todos os detalhes do passeio em www.escapelivre.com.







ANTONIO DINIS
PHOTOS: Clube Escape Livre

RAMPA CARAMULO




Mais informações em:

www.cav.pt




ANTONIO DINIS

PEUGEOT SPORT





Peugeot apresenta o 208 R2 na Volta à Córsega


Pela vontade de reinventar as referências que fizeram o sucesso das estrelas 205, 206 e 207, a Peugeot não hesitou em alterar certos princípios para criar o Peugeot 208. Agora, três versões destinadas à competição, os 208 ”by” Peugeot Sport vão acompanhar o lançamento comercial do modelo.
O primeiro da saga será o 208 R2, que se estreará como “Carro 0” na Volta à Córsega, quarta prova do IRC, e que será tripulado por Stéphane Sarrazin/Benjamin Veillas, a partir de 10 de Maio.


Três versões desportivas do 208

Anunciado no final de 2011, o desenvolvimento das versões competição do Peugeot 208 intensificou-se e a sua estreia está à porta. A primeira da série, o R2, está pronta para mostrar as suas potencialidades na Volta à Córsega, que estará na estrada de 10 a 12 de Maio.
As outras duas versões do 208 verão a luz do dia até ao final do ano, havendo uma versão de circuitos, muito próxima do R2, destinada ao acesso da prática do desporto automóvel, no quadro dos encontros Peugeot Sport. Em Setembro, surgirá o muito aguardado 208, enquadrado na regulamentação “R5”, que terá por missão suceder ao 207 S2000 nos campeonatos nacionais e internacionais de ralis.

Recrear um ícone

“Com o 208, a Peugeot criou condições para recrear um ícone”, afirma Laurent Blanchet, responsável da gama de produtos Peugeot.
“O espírito do 205 e do 206 e a funcionalidade do 207 estão reunidos no novo 208”, acrescenta Xavier Peugeot, Director de Produto da Peugeot.
Através de vários elementos, entre os quais a decoração do R2, a equipa de Estilo Peugeot desejou marcar o lançamento desportivo do 208, dando-lhe valores emocionais fortes, recorrendo a um desenho mítico mas com traços assumidamente modernos. É nesta configuração que o 208 R2 abrirá a mítica Volta à Córsega, como “carro 0”. Figura emblemática da Peugeot Sport, Stéphane Sarrazin, acompanhado, por Benjamin Veillas, guiará a pequena “bomba” e permanecerá na Córsega, durante mais uma semana, para uma intensa sessão de testes. Será, assim, um dos muitos pilotos a contribuir para o desenvolvimento do 208 R2.


208 – Ser a nova referência no segmento

O R2, considerado indispensável na gama, terá o papel de ponta de lança. Abordável no que toca à aquisição, com excelente desempenho, ideal para aqueles que querem começar a sentir a paixão do desporto, o 208 R2 fez os seus primeiros testes em estrada no final de 2011, com o objectivo de substituir o 207 RC Rallye, que é utilizado no “Volant”, e de procurar conquistar vitórias na categoria a nível internacional.
Muitos construtores dispõem de um carro de competição de acordo com a regulamentação R2, como é o caso da Peugeot, Ford, Renault e Citroën. Com o 208, a Peugeot Sport tem como objectivo tornar-se uma referência na categoria, não só em termos de desempenho, mas também no que diz respeito aos custos. É por isso importante sublinhar a fiabilidade alcançada em sectores sensíveis como são a transmissão, os sistemas eléctricos e a electrónica. Um outro objectivo foi o de simplificar o trabalho de assistência e diminuir o número de peças necessárias para efectuar a transformação «terra/asfalto» e vice-versa. Isso foi possível, concebendo o maior número de peças comuns, às duas configurações, reagrupando as suas funções e procurando-as entre as peças comuns à competição e aos clientes do grupo PSA.

Regeneração de estilo

A partir de uma silhueta compacta, da redução da distância dos eixos dianteiros e traseiros, de encadeamentos fluidos entre o capot e a traseira, os códigos estéticos da marca foram reinventados, tanto no que diz respeito às suas características principais, como nos detalhes. A parte da frente, verdadeira assinatura genética, mostra uma nova imagem da marca particularmente carismática. O seu olhar felino mostra-se mais moderno, rico e refinado. A frente revela-se simultaneamente forte e viva, doce e com raça, tecnológica e sofisticada.

A Regeneração técnica vista por Yann Goraguer, chefe de projecto do 208 R2

Redução de peso: “A ‘coque’ do 208 beneficiou de uma redução de peso na ordem dos 40 kg, em relação ao 207. As dimensões do 208 são um bom ponto de partida para o R2, com a boa distância entre eixos a dar excelente estabilidade ao chassis. O trabalho de redução de peso da estrutura permitiu, ainda, baixar o centro de gravidade, equilibrar melhor os pesos e limitar as inércias, já muito reduzidas neste carro. Todos estes elementos contribuem para dotar o 208 R2 de um excelente comportamento em estrada.”

Estrutura moderna: “Equipado com uma ‘coque’ reforçada por um arco com vários pontos de soldadura, o 208 R2 é um verdadeiro passo em frente em matéria de segurança e de rigidez em relação aos concorrentes, e isto acontece graças a um novo processo de fabrico.”


Motorização moderna: “A regulamentação obrigou a Peugeot Sport a desenvolver para o 208 R2 um novo motor 1600 cc atmosférico, com base no motor 1.6 VTi, que equipa versões de série do 208. “Partimos de uma folha em branco para desenvolvê-lo para a competição e podemos atingir os 185 cv, estabelecidos no caderno de encargos, integrando novos elementos do motor de série, que são os baixos consumos e emissões de CO2. É um motor muito moderno com uma regulação variável: de admissão e de escape. No Grupo R têm de ser mantidos alguns aspectos de origem, como seja as dimensões das válvulas. Num motor atmosférico, as válvulas e a admissão são os pontos-chave do desempenho, e foi nisso que trabalhámos com a Sodemo, para termos a facilidade de poder utilizar uma potência pura, por vezes inexplorada nos ralis, criada a partir da um escalonamento variável. Os ‘kits’ serão vendidos com o motor montado e rodado.”

Caixa de velocidades inovadora: “Isso também é uma novidade. Dispõe de uma caixa de velocidades com cinco relações e comando sequencial manual. A alavanca é suportada pela coluna de direcção. A arquitectura do comando é idêntica à do 207 S2000. É uma evolução significativa, num carro desta categoria, que habitualmente tem um comando mais clássico. A alavanca é mais curta, está colocada mais acima e o comando é mais directo, por actuar no eixo da caixa, tudo com o objectivo de melhorar a precisão. É um sistema mais rígido, por ser mais curto, mais leve e por estar mais centrado. A caixa de velocidades dispõe de uma inovação no sistema de arrefecimento por ar, por haver uma tomada de ar na parte dianteira da caixa que permite arrefecer o cárter e o óleo.”

Redução do consumo: “Menor peso, aerodinâmica trabalhada e motor atmosférico permitem um consumo mais reduzido, quando comparado com o 207 RC Rallye, o que contribui para diminuir os custos.”

Suspensões performantes: “Retomamos os amortecedores reguláveis de três vias, com regulação hidráulica, que não fazia parte do catálogo do nosso fornecedor, Ohlins, o que implicou um novo desenvolvimento. O R2 dispõe, também de triângulos específicos que permitem aumentar o curso da suspensão, o que permite um ganho em motricidade e desempenho.”

Direcção hidráulica: “Ela é igualmente específica no 208 R2. Em vez da direcção eléctrica de série, optámos por uma direcção com assistência hidráulica, uma cremalheira hidráulica, com uma desmultiplicação reduzida para maior precisão e conforto da condução. É um pedido recorrente dos pilotos, que querem uma direcção mais directa e a utilização dos sistemas hidráulicos permite melhorar a percepção do piso, em particular na terra.”

Travões com estribo único: “O diâmetro é imposto pelo regulamento. Tratando-se de consumíveis, precisam de ter bom desempenho, serem fiáveis e relativamente económicos. Para simplificar o trabalho da passagem terra/asfalto ou asfalto/terra, optámos por um estribo único Alcon e uma montagem de disco de série, que na troca terra/asfalto implica unicamente a troca de um tirante de fixação do estribo.”

Embraiagem: O diâmetro de 184 mm e o monodisco são imposições, pelo que a Peugeot Sport recorreu à Alcon para equipar o R2.

Rodas: As rodas têm uma regulamentação específica no que diz respeito às jantes (dimensões, largura e diâmetro) e ao peso.

Pneus: O desenvolvimento do 208 R2 foi feito com o apoio da Michelin, parceira da Peugeot Sport.


Série-Sport: um desenvolvimento em colaboração para um custo de exploração menor

A Peugeot projectou um modelo que marca um salto de geração. O trabalho da Peugeot Sport consistiu em fazer, em estreita colaboração com os especialistas do grupo PSA, as adaptações necessárias para competição, de acordo com a regulamentação em vigor.
“Estamos em contacto permanente com os diferentes serviços técnicos do grupo”, explica Alexis Avril, responsável técnico da competição clientes de Peugeot e Citroën. No início do projecto beneficiámos da competência e do conhecimento que havia no Grupo para avançar no desenvolvimento, em particular dos pontos-chave. As transmissões do 208 R2, por exemplo, são fabricadas nas fábricas PSA, de acordo com um caderno de encargos denominado “competição”. Beneficiámos dos conhecimentos, do saber e da experiência do modelo de “série”, no que diz respeito aos materiais a utilizar, às gamas e aos processos. O 208 está equipado com uma mecânica nova e moderna, por isso tivemos muitas trocas de experiências com os técnicos da casa.”

A comercialização

O “kit” de peças específico para o 208 R2 será disponibilizado pela Peugeot Sport por 37 500 € (excluindo impostos), tanto na versão de terra, como na versão de asfalto. É, também, possível adquirir o 208 R2 montado e matriculado pela Peugeot Sport, nas versões de terra ou asfalto por 57 500 € (excluindo impostos). Por fim, estarão disponíveis dois kits reversíveis para as passagens das versões terra a asfalto ou vice-versa. Entregas em Novembro, na Racing Shop.

Contacto: Laurent Guyot, Responsável da Peugeot Sport Racing Shop: 00 33 (0)6 88 21 59 56/Laurent.guyot@mpsa.com

O calendário do 208 R2

Julho – homologação
17-18 de Agosto – Rali do Ulster: asfalto
Outubro – Novembro: ralis em terra e asfalto, em Itália, França e Espanha
Novembro – Comercialização
23-25 de Novembro – Rali do Var: asfalto





NUNO DINIS
FONTE: Comunicado peugeot Sport

Clube Escape Livre




Dacia Duster 4x2: a aventura é possível


Há locais onde um carro com tração dianteira não consegue chegar... mas poucos constituem problema se esse carro for um Dacia Duster 4x2. De 22 a 24 de Junho, o Dacia Duster Aventura 4x2 vai provar do que esta viatura é capaz, permitindo, ao mesmo tempo, a descoberta dos encantos da magnífica região do Douro.

O Dacia Duster Aventura 4x2 é um passeio especialmente organizado para os proprietários dos Duster 4x2, mas onde os Duster 4x4 também podem participar. Trata-se de um evento de aventura e lazer, onde todas as potencialidades turísticas do Douro são aproveitadas: o próprio leito do rio - através de um belo passeio de barco com almoço incluído – a magnífica paisagem, a ruralidade que caracteriza a região, a excelente gastronomia, a forte componente cultural e histórica e… o facto de serem percorridos dois marcos classificados como património Mundial da Humanidade: a Arte Rupestre Pré-Histórica do Vale do Côa e Alto Douro Vinhateiro.
A partida para esta aventura é em Trancoso, na sexta-feira, dia 22, sexta-feira, com uma visita ao marcante centro histórico de Trancoso a que se segue o jantar de boas vindas e, logo depois, uma primeira etapa noturna por fora de estrada.
No sábado, os trilhos rurais e corta-fogos conduzem a caravana até aos diversos locais de visita, nomeadamente os núcleos das gravuras rupestres do Vale do Côa, o Museu da Quinta da Ervamoira - onde ainda será feita uma prova de vinhos - as Ruínas do Prazo, em Freixo do Numão, e o centro histórico de São João da Pesqueira. O alojamento e jantar desta segunda noite são no Hotel Régua Douro.
Domingo é dia de também os condutores poderem relaxar e desfrutar ao máximo os momentos de confraternização e de ócio, as paisagens e os registos fotográficos. A partida é, nesse dia, a bordo do Navio Infanta, da empresa Barcadouro, que parte do cais do Pinhão para uma inesquecível subida do rio Douro. Depois de almoço, servido a bordo, a chegada ao Pocinho está prevista para o início da tarde, seguindo-se uma viagem de regresso por comboio, pela linha do Douro.
As inscrições estão abertas e são limitadas, podendo ser feitas através de www.escapelivre.com. O valor é de 395 euros para duas pessoas e inclui todo o programa, ou seja, duas noites de alojamento, refeições, visitas e ofertas, viagem de barco e comboio, seguro obrigatório da FPTT e Troféu SPAL.
O Dacia Duster Aventura 4x2 tem o patrocínio Dacia, o apoio das câmaras municipais de Trancoso, Vila Nova de Foz Côa, S. João da Pesqueira e Peso da Régua, e a colaboração FirstStop, SPAL, Autofoco, RFM, Off Road, TT Verde, Lusomotores, Autoandrive, Diário de Coimbra e jornal A Guarda.







NUNO DINIS
PHOTOS: Clube Escape Livre

Rallye Santo Thyrso Convida




MOTA VENCE EM SANTO THYRSO



Num rali marcado pelo reduzido número de inscritos no Regional, mas também por alguma chuva que apareceu a espaços e por muito público (muito mais que no Rali Targa Vieira do Minho), Luís Mota nem se aplicou a fundo para vencer sem oposição o Rali de Santo Thyrso.
Costuma-se utilizar a expressão "está a andar de moto", quando um assunto se resolve de maneira fácil e simples. Foi precisamente isso que se passou com Luís Mota no Rali de Santo Thyrso.
O piloto do Lancer Evo VII só não venceu a super-especial, porque a disputou à chuva ao contrário de quase todos os seus adversários, mas a partir daí dominou todos os troços e venceu com uma margem muito dilatada.
Para o segundo lugar é que se assistiu a uma luta interessante. Celso Moura ao volante de um Peugeot 205 até foi o primeiro líder do rali, mas a partir da segunda especial tentou sempre lutar pelo segundo lugar, mas António Oliveira, noutro 205, acabou por agarrar essa posição a dois troços do fim do rali, terminando estes dois pilotos no pódios separados por poucos mais de 10 segundos.
António Dias na estreia do BMW 325, podia ter feito um pouco melhor, mas um toque que danificou a suspensão e a roda, levou o piloto a atrasar-se um pouco ficando no 4º lugar.
André Oliveira, a discutir os primeiros lugares no Regional, desistiu cedo com problemas de motor no Peugeot 106.
Em termos de prova extra, Ricardo Costa, a conduzir desta vez um Peugeot 206 S1600, impôs-se também com alguma naturalidade, ficando Paulo Alves em Fiat Punto no segundo lugar e João Sousa no 306 Maxi em terceiro num rali de estreia para si.
LÍDERES DO RALI:Celso Moura (1ª Pec); Luís Mota (2ª à 6ª Pec)
VENCEDORES DE TROÇOS:Celso Moura (1); Luís Mota (6)



1º Luís Mota / Alexandre Ramos – Mitsubishi Lancer Evo VII 25m28,1s
2º António Oliveira / Rui Raimundo – Peugeot 205 GTi a 1m39,3s
3º Celso Moura / Ludgero Leal – Peugeot 205 Rallye a 1m50,2s
4º António Dias / Daniel Pereira – BMW 325 C a 1m56,2s
5º Paulo Gomes / Marco Macedo – Peugeot 306 S16 a 2m30,4s
6º Júlio Bastos / Anibal Pereira – BMW M3 a 3m00,5s
7º Jorge Melo / José Henrique – BMW 325i a 3m39,0s
8º Daniela Rodrigues / Laura Natividade – Citroen Saxo a 5m29,6s

PILOTO DE RALILuís Mota
MOMENTO DO RALI2ª e 3ª troço do rali, quando Mota marcou o ritmod a prova
MENOS DO RALIPoucos inscritos no Regional



NUNO DINIS
FONTE: www.ralisonline.net

TEAM VODAFONE BP ULTIMATE


Mercedes e Mitsubishi no NorteShopping



Vodafone BP Ultimate Team
expõe os modelos Campeões de 2011


A Vodafone BP Ultimate Team prepara-se para realizar uma acção de imagem no NorteShopping, em Matosinhos, expondo os modelos com que se sagrou Campeã de Velocidade e Todo-o-Terreno em 2011, respectivamente o Mercedes SLS GT3 e o Mitsubishi Racing Lancer. A acção terá lugar já na próxima semana, entre os dias 7 e 13 de Maio.
Os visitantes daquele espaço comercial terão, assim, a oportunidade de ver de perto os dois ‘bólides’ da equipa, o Mercedes SLS GT3, que Fontes e Barbosa partilham no presente Campeonato de Portugal de Circuitos e no Iberian Supercars Trophy, e o Mitsubishi Racing Lancer, que Barbosa divide com Pedro Velosa no Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno, modelos que estão no topo das suas categorias, em Portugal e a nível internacional.
O Mercedes SLS GT3 de velocidade conta com um motor V8 de 6,3 litros colocado em posição central, acoplado a uma caixa de velocidades semi-automática de seis relações, discutindo invariavelmente os lugares de topo nas provas disputadas em circuito. Já o Mitsubishi Racing Lancer de TT, que alcançou recentemente a vitória no Ervideira Rali TT, conta com um bloco de 3,0 litros turbodiesel, numa proposta capaz de garantir inúmeros sucessos e que estará também, certamente, na luta pelo campeonato absoluto, edificando novos resultados sobre o título alcançado no ano passado.
No que se refere aos seus utilizadores, o Mercedes é conduzido por José Pedro Fontes, um dos mais versáteis pilotos nacionais e Pluri-Campeão Nacional de Velocidade nas suas várias vertentes (monolugares, turismos e GT), sendo os títulos nacional e ibérico obtidos em 2011 os galardões mais recentes. Um extenso palmarés que se estende aos ralis, onde regista um título no agrupamento de turismo e nos S1600. Por seu turno, Miguel Barbosa divide o Mercedes com Fontes nas jornadas de pista e também conduz o Mitsubishi nos estradões de todo-o-terreno. Uma gestão fantástica que lhe permitiu, em 2011, tornar-se no primeiro piloto a sagrar-se Campeão Nacional de Velocidade (a meias com Fontes) e de Todo-o-Terreno num mesmo ano (o quarto da carreira), juntando-lhe ainda o título ibérico de velocidade. Conta ainda no seu extenso palmarés com outro título ibérico, este na categoria T2.
Mais informações sobre esta acção serão divulgadas em devido tempo no site da equipa em http://www.vodafonebpultimateteam.com/ e também nas redes sociais https://www.facebook.com/vodafonebpultimateteam.






NUNO DINIS
PHOTOS: TEAM VODAFONE BP ULTIMATE

RAMPA HISTORICA LUSO BUSSACO




www.lusoclassicos.com





ANTONIO DINIS


Armindo Neves Rallye Sport





Pódio a abrir a época
A equipa AN Rally Sport obteve no Rali Targa Vieira do Minho um bom 3º lugar na Taça de Portugal de Ralis, prova disputada no último fim-de-semana, e que permitiu a Armindo Neves / Bernardo Gusmão iniciarem da melhor forma a temporada de 2012.

Depois de cinco meses de intenso trabalho de preparação,o 3º lugar é uma boa forma de iniciar o ano, pois nesta prova tanto o Vitor Pascoal como o Carlos Fernandes andaram muito bem e eu denotei alguma falta de ritmo depois de 5 meses sem competir, pelo que preferimos segurar esta posição que serve perfeitamente os nossos objectivos, do que entrar em loucuras e deitar tudo a perder na 1ª prova do campeonato, num rali difícil e onde fizemos os últimos troços a chover bastante com pneus de seco montados no carro”, começa por dizer Armindo Neves, piloto da equipa AN Rally Sport, patrocinada pela Valvoline, SKF, Lopes & Gomes, Beru, InterMarché Marinha Grande, Incopil/Flor das Hortas, Glassdrive e Mastersensor, e que tem como parceiros a Beta, Hankook, Budget, J.Silva,Lda, TR4Digital, PR-Car, Garvetur, Manuel Mafra, Jornal das Oficinas e Mitsubishi Motors de Portugal, acrescentando que sei que poderíamos ter arriscado um pouco mais, mas nesta fase era importante fazer quilómetros para voltar a ganhar ritmo competitivo, ao mesmo tempo que nunca poderíamos deixar de ambicionar a um lugar no pódio de maneira a mantermos as nossas aspirações intactas no que diz respeito á Taça de Portugal ”.
Os registos alcançados no Rali Targa Vieira do Minho deixam Armindo Neves satisfeito, afirmando que um pódio é sempre importante para motivar a equipa e recompensar os parceiros pela aposta que fizeram em nós. Para além disso também estreámos os pneus Hankook que se revelaram muito performantes e serão com certeza uma mais valia para o resto do campeonato, pelo que também tenho que agradecer à Rallycar a aposta feita na nossa equipa”.
Para Bernardo Gusmão, navegador de Armindo Neves, foi um rali muito interessante para a nossa equipa. Existe sempre uma grande expectativa no regresso à competição, mas tudo acabou por correr bem, para além de sabermos que ainda poderemos andar muito mais depressa, o que nos deixa desde logo boas perspectivas e muito motivados para a próxima prova que será num tipo de piso onde teoricamente somos mais rápidos. Nunca escondemos que queremos um lugar no pódio no final do campeonato, e será por isso que iremos lutar ao longo da época”.

Para terminar, Armindo Neves agradece a todos os nossos parceiros, à minha mulher e à nossa assistência. Sei que o nosso trabalho é reconhecido e a nossa estrutura está entre as melhores da Taça, por isso, apesar do esforço que todos fazemos, o resultado final é gratificante. Por fim, não posso deixar de lamentar os acidentes que infelizmente ocorreram durante o rali e desejar as melhoras e um rápido regresso a todos”.
A equipa AN Rally Sport vai agora preparar o Rali Serras de Fafe, a disputar em terra no final do mês de Maio, naquela que é a segunda prova da Taça de Portugal de Ralis.



NUNO DINIS