RALLYE OLIVEIRA DO HOSPITAL 2011



O Rali está de regresso a Oliveira do Hospital




APRESENTAÇÃO PROVA OLIVEIRENSE FOI ONTEM NO SALÃO NOBRE DA CMOH

Volvida uma década, pilotos e máquinas regressam a Oliveira do Hospital. A prova pontuável para o Open de Ralis vai para a estrada nos dias 17 e 18 de junho.
Teve início a contagem decrescente para a 6ª das 10 etapas que compõem o calendário do Campeonato Open de Ralis.
A prova que vai decorrer em solo oliveirense coloca um ponto final ao interregno de 10 anos que impediu os habitantes de Oliveira do Hospital e os amantes do automobilismo do contacto próximo com pitolos e máquinas do desporto automóvel.
Organizado pelo Clube Automóvel do Centro (CAC), em parceria com a Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, o Rali que surge com o piloto António Rodrigues na liderança - em cinco provas registou três vitórias e dois segundos lugares - arranca dia 17 de junho, pelas 20h05 com uma super-especial urbana a realizar no coração de Oliveira do Hospital, com 1,80 quilómetros de distância.

As emoções fortes regressam no dia seguinte, 18 de junho, com uma dupla passagem pelas classificativas da Anta da Arcaínha (11,61 km), Cordinha (10,29 km) e Lagos Nogueirinha (8,43 km).

O Rali Oliveira do Hospital terá um total de 160,28 quilómetros, 62,46 dos quais disputados ao cronómetro, divididos por sete provas especiais de classificação, sendo os restantes 97,82 superados em ligação.

"Não há mal nenhum em conseguir grandes investimentos para colocar Oliveira do Hospital no mapa"

O regresso do rali a Oliveira do Hospital deixa satisfeito o presidente da Câmara Municipal que, em conferência de imprensa realizada ontem, considerou que a prova desportiva “nunca deveria ter saído do concelho”.
Para que tal fosse uma realidade, José Carlos Alexandrino sublinhou a facilidade com que as partes envolvidas chegaram a “entendimento”, e chegou a considerar que o município “fez um bom negócio”, ao conseguir que pilotos e máquinas voltassem a passar por Oliveira do Hospital. O autarca lembrou que o concelho “tem tradição no desporto motorizado” e deu o exemplo das provas organizadas pelo Clube Seita.
Prevendo que este tipo de provas tenha continuidade em Oliveira do Hospital, José Carlos Alexandrino não dá por mal empregue o esforço do município. “Não há mal nenhum em conseguir atrair grandes investimentos para colocar Oliveira do Hospital no mapa”, constatou o presidente da Câmara, notando a importância de associar estes eventos a “outras marcas turísticas”.
Para além da importância que a prova encerra, o autarca não deixa de valorizar o facto de o rali ficar marcado pela participação do campeão mundial, Rui Madeira. “É o padrinho do regresso do rali a Oliveira do Hospital”, referiu José Carlos Alexandrino, para quem estão reunidas as condições para que a prova seja “um sucesso”.
Decidido a “marcar a diferença” e “atingir um patamar de excelência”, o autarca assegurou que a equipa envolvida no projeto “tudo fará para que não haja falhas”.
Relativamente aos percursos, Alexandrino centra as atenções na especial noturna que marca o arranque do rali em Oliveira do Hospital. “Não tenho dúvidas de que vai ser um êxito e atrair muitas pessoas”, referiu, explicando que relativamente ao dia seguinte, 18 de junho, o seu desejo era que o rali abrangesse todo o concelho, mas face à impossibilidade, assumiu o “compromisso de equilíbrio” para que, no próximo ano a prova decorra na zona sul.
O impacto que a prova vai ter junto das unidades hoteleiras e de restauração mereceu ainda o apreço de Alexandrino que estima que o evento atraia “milhares de pessoas” ao concelho.
O presidente do Clube Automóvel do Centro também destacou o regresso do rali a Oliveira do Hospital e sublinhou a importância de a prova ser transmitida por vários canais de televisão. Para além disso, Francisco Fidalgo valorizou a participação de Rui Madeira por se tratar de um jovem que viu “crescer” nas provas organizadas pelo CAC.
Considerando estar em face de um “casamento” entre a autarquia e o CAC, o piloto Rui Madeira mostrou-se “satisfeito” pelo regresso do rali, chegando a considerar a prova como “uma mais-valia de futuro para o interior”. “O open de rali é o caminho certo para os ralis em Portugal e uma aposta de futuro”, verificou o piloto que tem ligações familiares ao concelho.

Encarando a prova “não como um custo, mas como um investimento”, o presidente da Junta de Freguesia de Oliveira do Hospital olha para o rali como “um motor para a marca Oliveira do Hospital”. Nuno Oliveira destacou, por isso, a importância turística que o evento representa.








NUNO DINIS
fonte: http://www.correiodabeiraserra.com/
fotos: NUNODINIS PHOTOS

PAULO NETO SPORT - RALLYE VILA VERDE



Prosseguir evolução




O Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM e o Citroen Racing Trophy regressam às provas de asfalto, com a realização já no próximo fim-de-semana do Rali Vila Verde, no qual Paulo Neto / Daniel Amaral estarão ao volante do Citroen DS3 R3T.
A azarada presença no Rali Serras de Fafe trouxe também aspectos positivos, nomeadamente os registos alcançados por Paulo Neto / Daniel Amaral no segundo dia de prova. Agora no Rali Vila Verde, mesmo regressando aos pisos de asfalto, os objectivos passam por continuar com a evolução competitiva registada nessa prova.
“O Rali Vila Verde não é uma prova que nos deixe muitas saudades, mas é também um rali que já conhecemos desde 2009 e por isso poderemos encarar esta participação de uma forma diferente” reconhece Paulo Neto, adiantando que “vamos tentar obter o melhor resultado da época nesta prova. Sabemos que não vai ser fácil, mas como conhecemos os troços e estamos já mais à vontade com o nosso DS3 R3, almejamos um bom resultado”.
Quanto ao esquema desta edição do Rali Vila Verde, Paulo Neto afirma que “sendo uma prova com dois dias, cada um com cerca de 60 Kms de troços, corta muito o ritmo de competição, tornando-se por isso uma prova difícil, e que exige a máxima concentração. A única novidade é que as secções foram alteradas, mas no fundo a prova quase não tem novidades”.

A presença de Paulo Neto no CPR, CPR2 e no Citroen Racing Trophy, que tem a assistência técnica da P&B Racing, conta com os seguintes parceiros:

- VALADARES – Louça Sanitária
- SAINT GOBAIN – WEBER – argamassas industriais
- QUANTINFOR – Consultoria informática
- VITARTE – Produção gráfica
- CARAS DECORAÇÃO
- DIRESCO – Superfícies de Quartzo
- RESTAURANTE “O AMARAL”
- CARLOS SIMÕES - Concessionário Citroen em Mafra
- BANHOAZIS - Mobiliário de Banho
- LISTOR - Pavimentos Flutuantes
- TRES – Torneiras
- DOMINÓ – Indústrias Cerâmicas
- PAULO NETO, LDA – Materiais de construção





NUNO DINIS

PEUGEOT SPORT PORTUGAL



DUPLA PORTUGUESA TESTOU EM FRANÇA

COM A PEUGEOT SPORT



Preparação para os ralis em terra


Em Mazamet, perto de Toulouse, Bruno Magalhães e Paulo Grave acabam de cumprir um programa de dois dias de testes com a Peugeot Sport, que, ao longo desta semana, está a preparar a participação nos ralis em piso de terra, cuja primeira prova será o SATA Rali Açores, em Julho.

Ao volante de um 207 S2000 da Peugeot Sport, Bruno Magalhães e Paulo Grave efectuaram, durante dois dias, cerca de 360 km de preparação, com o piloto a mostrar-se satisfeito com o trabalho desenvolvido.

«Estamos a trabalhar com a casa mãe e estamos muito satisfeitos por termos sido chamados para efectuar estes testes em piso de terra, uma vez que isso é uma demonstração da confiança que têm no nosso trabalho», afirmou o piloto, para quem «é extraordinariamente importante contribuir para o desenvolvimento do carro, num piso onde teremos uma das próximas provas».

Com efeito, o SATA Rali Açores marca o início da competição do IRC nos pisos de terra. Recorde-se que Bruno Magalhães venceu este rali no ano passado, e a equipa está apostada em repetir o feito na ilha de S. Miguel, em meados de Julho deste ano.




NUNO DINIS

CIRCUITO DA BOAVISTA 2011



Média Alta ganha Circuito da Boavista 2011




A agência de comunicação Média Alta foi escolhida, em processo de consulta, pela Câmara Municipal do Porto e pela empresa municipal PortoLazer, entidades organizadoras do Circuito da Boavista 2011, para desenvolver toda as ações de assessoria mediática, incluindo nas redes sociais e relações públicas e gerir o Media Centre internacional.

O núcleo central, responsável pela divulgação do Grande Prémio Histórico do Porto (17 a 19.Jun) e pelas 11ª e 12ª corridas do WTCC-World Touring Car Championship (01 a 03.Jul), integra, entre outros especialistas, Álvaro Esteves, Alexandra Martins (PR Wave/Porto), Vanda Espírito Santo, António Xavier e Hélio Rodrigues.

Ao ter como pano de fundo as Festas da Cidade do Porto e a sempre divertida Noite de S. João, os grandes eventos que constituem os dois programas do Circuito da Boavista 2011 vão atrair milhares de visitantes nacionais e estrangeiros, para além dos tradicionais adeptos de desportos motorizados.

Em complemento, está a arrancar uma campanha de publicidade apoiada em spots de rádio e televisão, flyers e mupies.
 
 
 
NUNO DINIS

VODAFONE BP ULTIMATE TEAM




Vodafone BP Ultimate Team rumo a JARAMA!


 
Depois da dupla vitória no Circuito do Algarve 1, o Vodafone BP Ultimate Team ruma, no próximo fim-de-semana, ao Circuito de Jarama para a disputa do 2º evento pontuável para o Iberian Supercars Trophy.
 
Partindo com o principal objectivo de manter a liderança na recém criada competição ibérica, José Pedro Fontes e Miguel Barbosa encaram a participação na prova espanhola com grande motivação e confiantes num bom resultado à geral. Segundo José Pedro Fontes “Será para nós mais um desafio encarar a pista de Jarama. O nosso principal objectivo é o de amealhar o maior número de pontos para o Iberian Supercars Trophy mas, se possível, vamos tentar uma boa classificação na classe GTS (GT3 em Portugal) do Campeonato de Espanha de GT`s. Temos adversários muito fortes, pelo que não nos podemos iludir com as duas primeiras vitórias mas sim continuar a trabalhar para nos mantermos competitivos.”
 
Confiante está também Miguel Barbosa que, depois de um andamento surpreendente no Algarve assume estar “bastante motivado, sabendo que Jarama será mais uma importante etapa de adaptação neste meu regresso à velocidade. Vamos dar o nosso melhor, nunca esquecendo que a nossa prioridade é o Iberian Supercars Trophy que, nesta prova, tem a mais valia adicional de estar englobado no Campeonato de Espanha de GT`S, garantindo assim uma competitividade suplementar.”
 
 Com os treinos livres e qualificações reservadas para o dia de Sábado, a primeira e segunda corridas estão previstas para Domingo às 10h35 e 13h40 respectivamente.





NUNO DINIS

CLUBE ESCAPE LIVRE





TAÇA DE PORTUGAL DOWNHILL URBANO VODAFONE




Duelo de titãs na Guarda



No próximo dia 29 de Maio a cidade da Guarda será o palco de abertura de mais uma edição da Taça de Portugal de Downhill Urbano Vodafone e bem se pode dizer que a prova será um excelente prenúncio de uma temporada que se adivinha intensa e disputada.
O DHU da Guarda é uma organização da downstream e do Clube Escape Livre, com o apoio da Câmara Municipal da Guarda, da Agência para a Promoção da Guarda, do Prime (Programa de Incentivos à Modernização da Economia), e tem os patrocínios da Vodafone e Downbrigade.
De salientar que a temporada de 2011 trouxe novidades em termos da Taça de Portugal de Downhill Urbano Vodafone: desde logo no número de competições, já que o seu calendário apenas comporta três provas - Guarda, Porto de Mós e Ourém - o que obrigará os candidatos a uma enorme eficácia pois, com apenas três eventos, um problema num deles poderá marcar um atraso irrecuperável.
O percurso mantém os 1112 metros de extensão, atravessando o coração histórico da Guarda, com partida da Torre de Menagem, passando pelo interior da Escola Santa Clara, que os participantes contornam para depois saltarem directamente para as traseiras da Sé. O traçado prossegue pela Rua D. Miguel Alarcão, chegando à Praça Velha, onde estará instalado um espectacular salto, prometendo ser um local de grande emoção para o público, devido à alta velocidade com que os concorrentes irão cruzar aquele local de referência da Guarda.
O ataque às estreitas escadarias da Rua Dr. Bernardino Xavier Freire promete ser um dos desafios técnicos mais difíceis para os pilotos, que prosseguem pela Rua D. Dinis, tendo nova escadaria na entrada na Rua da Glória. Ao fundo desta artéria viram à esquerda para a Rua S. Vicente, passando pelo arco, virando depois à direita, rodando pelo passeio da Rua Paiva Couceiro.
Mal entram na Avenida dos Bombeiros Voluntários Egitanienses, os concorrentes viram à esquerda para as escadas que dão acesso ao Parque. Uma vez aí descem três níveis até saírem pelas escadarias em direcção à Avenida Monsenhor Mendes do Carmo, e depois de saltarem mais um obstáculo artificial, atingem a meta colocada praticamente em frente ao Hotel Vanguarda. De referir que o paddock estará de novo situado junto à meta.
Como se pode verificar, um traçado bastante exigente, misturando zonas muito rápidas com outras de grande técnica, onde uma boa condição física é essencial para se chegar ao triunfo.

Para Paulo Domingues, o actual detentor da Taça de Portugal, «será um início de época difícil, pois o percurso tem muito pedal e é aí que a diferença se faz. Treinei bastante para a prova de Lisboa mas, com a sua anulação, acabei depois por parar e agora recomecei em força, com uma preparação de hora e meia por dia e creio estar em condições de poder lutar por mais uma vitória. Sei que a concorrência está forte e que terei de dar o meu melhor para vencer.»

O popular "Amarelo" terá em Cláudio Loureiro o seu principal opositor, com o actual líder da Taça de Portugal de DHI a fazer o regresso às provas urbanas: "Depois de um ano de ausência, apostei no regresso ao DHU, pelo que em 2011 terei um programa bem mais completo. E espero ser tão feliz como em 2008, ano em que venci a primeira edição da prova da Guarda.»

Os treinos livres terão início pelas 09h30 de domingo, dia 29, e a primeira descida de prova está agendada para as 14h00. A segunda terá início pelas 16h00.

Espera-se que quase uma centena de atletas faça a sua inscrição na prova nas categorias de federados e não federados.







NUNO DINIS

CLUBE ESCAPE LIVRE



Um passeio para recordar!




Mais uma missão cumprida, mais um passeio bem sucedido. Sócios e não sócios da Inatel responderam ao chamamento da aventura e percorreram os trilhos entre as serras da Estrela e do Açor, numa caravana que juntou 35 viaturas e cerca de uma centena de pessoas que esgotaram as unidades hoteleiras da Inatel de Vila Ruiva e Piódão.

Além das habituais viaturas 4x4 marcaram presença também as viaturas SUV, que não ficaram atrás nas prestações das subidas e descidas dos corta-fogos, como aliás, o Clube Escape Livre já tinha comprovado com o Hyundai ix35, viatura oficial deste evento. O balanço final é obviamente positivo: novos visitantes ficaram a conhecer alguns dos encantos da região, por percursos e obstáculos naturais criteriosamente escolhidos pela organização e que permitiram que todos os participantes chegassem, com adrenalina, orgulho e satisfação, a todos os locais.

Para os menos habituados ao fora de estrada, o passeio contou com a importante parceria da Hyundai, da Bridgestone e da ValorPneu, que expuseram diversas dicas no âmbito do uso da condução todo terreno, dos pneus e no respeito pela natureza.

A etapa nocturna de sexta-feira, que ligou Vila Ruiva, Celorico e Linhares da Beira, com visita aos castelos e ainda ao Museu do Queijo, serviu de amostra ao que os participantes iriam encontrar nos dias seguintes, abrindo o apetite aos mais aventureiros.

No sábado, o percurso entre Vila Ruiva e o Piódão revelou-se útil para descarregar de baterias de tensões acumuladas na rotina diária, levando os participantes a dedicarem-se quase exclusivamente à tarefa de ultrapassar os obstáculos naturais, corta-fogos, caminhos mais ou menos estreitos e escarpados. Entre os tempos de “descanso”, as visitas ao Centro de Interpretação da Serra da Estrela e Museu do Pão, ambos em Seia, agradaram a todos.

A terceira etapa, na manhã de domingo, acabou por ser ainda mais deslumbrante face a um nevoeiro denso que se fixou a média altitude, permitindo que os participantes percorressem trilhos como se circulassem sobre as nuvens, enquanto se dirigiam à Fraga da Pena e ao Monte do Colcurinho, ambos locais de beleza excepcional.
Para a organização, o balanço é francamente positivo, o que leva Luís Celínio a afirmar: “Com este terceiro Raid Inatel consolidámos uma parceria que, da nossa parte, está a contribuir para a divulgação da nova e dinâmica imagem da Inatel para trazer mais sócios para a Fundação - foram já muitas dezenas que aderiram a estas iniciativas - e contribui ainda para que as suas instalações hoteleiras sejam não só mais utilizadas como muito divulgadas junto de um potencial público”.

Da parte da administração da Inatel, Moreira Marques salientou que “A Inatel tem um conjunto de propostas para os sócios não só através deste Raid Inatel em todo terreno mas também no BTT, na canoagem, na motonáutica, no jet ski, etc. Esta parceria com o Clube Escape Livre tem ultrapassado as nossas expectativas e é para continuar.”

Tudo aponta para que em 2012 um novo destino seja proposto no Raid Inatel.

















NUNO DINIS

ARC SPORT-RALLYE VILA VERDE



VENCER NO CORAÇÃO DO MINHO




João Silva e Hugo Mesquita são os candidatos da ARC Sport



A ARC Sport é sempre uma séria candidata ao triunfo em todas as frentes do Campeonato de Portugal de Ralis. Enquanto se aguarda pelos troços de terra dos Açores para discussões absolutas, as emoções do asfalto surgem no Minho para disputar lideranças entre os candidatos às duas rodas motrizes no rali de Vila Verde.
Numa prova difícil e selectiva, João Silva e José Janela, vencedores na última prova do calendário, vão tentar levar de novo o Renault Clio R3 à vitória, enquanto Hugo Mesquita e Nuno Rodrigues da Silva prometem evoluir cada vez mais o Citroen DS3, numa adaptação perfeita do jovem piloto açoriano aos ralis.
“Uma prova de asfalto é sempre melhor para mim, pois posso arriscar um pouco mais. Como não tenho treinado, vou preparar uns testes com a ARC Sport antes do rali. Não estou a correr para nenhuma classificação especial, pretendo apenas aprender e evoluir, embora esteja confiante para esta prova”, declarou Hugo Mesquita.
Consciente das dificuldades que esperam a equipa, Augusto Ramiro está no entanto confiante numa boa prestação dos seus pilotos.
“Este é provavelmente o rali mais difícil do campeonato. Apesar de ser a primeira vez que o João Silva corre em Vila Verde, o que não joga a seu favor, estou convencido que ele irá ultrapassar essa situação lutando por uma vitória que não será nada fácil, tendo em conta os seus adversários mais directos que também evoluíram bastante. Depois da vitória em Fafe, o João Silva tem responsabilidades acrescidas para esta prova.
Em relação ao Hugo Mesquita, estou certo que irá dar seguimento ao bom trabalho que tem vindo a realizar, que demonstra uma evolução bastante positiva e uma adaptação ao carro louvável, num ano de estreia absoluta nos ralis.
Desejo a melhor sorte possível aos dois pilotos, garantindo como é hábito, todo o apoio de uma equipa dedicada como a ARC Sport”, afirmou Augusto Ramiro, responsável pela casa de Aguiar da Beira.

Antes do Rali de Vila Verde, João Silva é o 3º classificado do Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM, a apenas um ponto de Ivo Nogueira e a cinco do líder Paulo Antunes, enquanto Hugo Mesquita ocupa a 6ª posição. O Rali de Vila Verde disputa-se no próximo fim de semana, 28 e 29 de Maio, contando com 13 provas especiais de classificação.





NUNO DINIS

RALLYE OLIVEIRA DO HOSPITAL 2011



Vai ter lugar no próximo dia 25 de Maio de 2011, pelas 17h, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, a cerimónia de apresentação oficial do Rallye de Oliveira do Hospital, que irá contar para o Campeonato Open de Ralis, Campeonato Junior de Ralis e Campeonato Ralis Regional Centro e que irá para a estrada nos próximos dias 17 e 18 de Junho de 2011.



Nuno Dinis

PEUGEOT SPORT PORTUGAL




FINAL ALUCINANTE DÁ O 5.º LUGAR

A BRUNO MAGALHÃES




Um final “louco” na Volta à Córsega permitiu a Bruno Magalhães e Paulo Grave (Peugeot 207 S2000) terminarem no quinto lugar da geral um rali mítico, conhecido como o “Rali das 10 000 Curvas”. Este resultado permitiu à Equipa da Peugeot Portugal somar mais 10 pontos para as contas do IRC (Intercontinental Rally Challenge).
Comecemos pelo fim. À entrada para a derradeira especial do rali, Bruno Magalhães era sétimo a 5,3 segundos do francês Julien Maurin (Ford Fiesta S2000) e depois de ter mantido uma interessante luta a três, juntando o finlandês Toni Gardemeister, primeiro pela 7.ª e depois pela 6.ª posição.
Na primeira passagem pela classificativa que ditaria o final da prova corsa, Bruno Magalhães tinha ganho 5,8 segundos ao francês, o que deixava todas as esperanças de ‘roubar’ o sexto lugar.
Mas Bruno Magalhães tinha, também, de ter em atenção aquilo que Andreas Mikkelsen (Fabia S2000) ia fazer, uma vez que o piloto do Skoda estava a recuperar o atraso provocado pelo furo e encontrava-se a somente 13,5 segundos do português.
O piloto da Peugeot Portugal entrou, por isso, totalmente ao ataque e conseguiu um impressionante 4.º ‘crono’ na classificativa, que acabaria por valer o 5.º lugar final. Não só bateu Julien Maurin por 10,4 seg. na especial, como Bryan Bouffier, piloto da Peugeot França (207 S2000), saiu da estrada na derradeira classificativa e abandonou o rali.
Quanto ao norueguês Mikkelsen, conseguiu ser mais rápido 11,6 s. do que Bruno Magalhães, mas foi insuficiente e, nas contas do rali, ficou 1,9 segundos atrás do 207 português.

Bruno Magalhães:
“Forcei imenso o andamento porque estava a poucos segundos do Maurin e tinha o Mikkelsen atrás de mim com uma diferença de apenas 13 segundos. Tivemos que ser muito rápidos e correu tudo bem. Esta especial valeu duas posições.”

Mas Bruno Magalhães ficou também a 29,1 s. do quarto lugar porque Pierre Campana (Peugeot 207 S2000) furou na derradeira classificativa, parou para mudar o pneu, mas conseguiu segurar o quarto posto, ao qual ascendera em consequência da saída de Bryan Bouffier.

Para a formação portuguesa, este resultado foi alcançado depois de uma última etapa em que o piloto esteve a um nível superior, em consequência do acerto das modificações feitas na suspensão do 207. Sobretudo na tarde de hoje, tal permitiu que Bruno Magalhães sentisse confiança para atacar, o que fez até final, para alcançar um quinto lugar, moralizador para o resto da temporada.

Bruno Magalhães:
 “Acabar em 5.º foi fantástico! Trata-se de um rali mítico e o mais importante foi o resultado final. Estamos cada vez mais rápidos e foi por isso que fechámos com ‘chave-de-ouro’.



Carlos Barros, Director da Peugeot Sport Portugal:
“Este foi um rali difícil mas com um final muito bom. O Bruno foi melhorando progressivamente e fez um excelente último troço que valeu o merecido quinto lugar final. Sabemos que temos muito trabalho pela frente, mas este resultado vem dar um ânimo adicional para melhorarmos e estarmos mais rápidos na próxima prova.”

A dupla Bruno Magalhães/Paulo Grave voltou a pontuar no campeonato, obtendo 10 pontos neste rali. Os portugueses sobem assim ao 8.º posto na classificação de “Pilotos” no IRC 2011 e contabilizam 14 pontos.

O promissor Thierry Neuville, piloto da Peugeot Bélgica-Luxemburgo, a rodar também num 207 Super 2000, conseguiu a sua primeira vitória no IRC e reforçou sobremaneira o destaque que está a assumir neste campeonato.


Classificação final:
1.º, Thierry Neuville/Nicolas Gilsoul Peugeot 207 S2000 3.20.51,0
2.º, Jan Kopecky/Petr Sray Skoda Fabia S2000 a 15,5
3.º, Freddy Loix/Frederic Miclotte Skoda Fabia S2000 a 1.02,6
4.º, Pierre Campana/Sabrina De Castelli Peugeot 207 S2000 a 3.59,5
5.º, Bruno Magalhães/Paulo Grave Peugeot 207 S2000 a 4.28,2
6.º, Andreas Mikkelsen/Ola Floene Skoda Fabia S2000 a 4.30,1
7.º, Julien Maurin/Olivier Ural Ford Fiesta S2000 a 4.33,3
8.º, Toni Gardemeister/Tapio Suominen Skoda Fabia S2000 a 6.33,3
9.º, Patrick Sandell/Stefan Parmander Skoda Fabia S2000 a 8.28,8
10.º, Jean Leandri/Pierre Leonardi Peugeot 207 S2000 a 9.41,5






NUNO DINIS

CIRCUITO DA BOAVISTA 2011

Circuito da Boavista na grande festa do Porto



GPHP de 17 a 19 de Junho e WTCC entre 1 e 3 de Julho.


Programa reúne exposição de Motos, Feira de Automobilia e corridas VIP.



A quarta edição do Circuito da Boavista está já em plena aceleração pelas entidades organizadoras, a Câmara Municipal do Porto e a empresa municipal Porto Lazer.O grande evento de dimensão internacional é este ano realizado em dois fins de semana separados pelas Festas de S. João. O Grande Prémio Histórico do Porto, de 17 a 19 de Junho e as provas do World Touring Car Championship (WTCC), entre 1 e 3 de Julho.
O programa que constitui o GPHP inclui corridas de Fórmula Júnior, com Luranis, Grupo C, com protótipos clássicos, TPCC abaixo de 1300cc e TPCC com mais de 1300cc, Gentleman Drivers (pré-66 GT), Pré-66 Turismo e a sempre badalada corrida VIP.
No quadro do programa do WTCC, haverá também algumas corridas de suporte, quer da Taça de Portugal Circuitos, com GTs e Turismo, quer da Taça de Portugal Sport Protótipos e ainda, o Challenge Desafio Único – FEUP, com Fiat Uno e o Ford Transit Trophy.
Em 2011, tal como nas edições anteriores, personalidades da sociedade portuguesa, em corridas VIP, ao volante do Seat Léon 2.0 TDI, poderão exibir os seus dotes de condução desportiva em circuito fechado, durante os dois fins de semana de competição.

Exposição de Motos e Feira de Automobilia

Repleto de eventos paralelos, para todos os gostos, o programa do GPHP contempla ainda a exposição Spirit of Speed, onde o público poderá observar mais de 40 motos, algumas campeãs do mundo, que contará com a presença do antigo campeão, o italiano Giacomo Agostini, bem como da sua famosa moto da marca Agusta.

Os curiosos terão também a oportunidade, nos dois fins de semana de eventos competitivos, de visitar a Feira de Automobilia, organizada pela Porto Lazer e a empresa espanhola Eventos del Motor, responsável pela organização do Salão AutoClássico do Porto. O certame, com acesso totalmente livre, expõe uma diversidade de objetos relacionados com o mundo automóvel, de expositores e livreiros nacionais e estrangeiros, bem como vários modelos de diferentes marcas.

O Circuito da Boavista, enquadrado nas Festas de S. João, promete atrair a atenção de milhares de visitantes, não só adeptos de velocidade em quatro rodas, mas também em motos ou simples curiosos, como turistas estrangeiros, com destaque para os nossos vizinhos de Espanha, que ficarão a conhecer o que o Porto tem de melhor para oferecer, seja na gastronomia, monumentos históricos, tradições e paisagens.

A Organização do Circuito da Boavista 2011 conta já com os seguintes patrocinadores oficiais:

Turismo de Portugal, Banco Santander, Águas do Porto, Saúde cuf, Centro Porsche Porto, Aston Martin Portugal, Jaguar Automóveis, Olá e Jogos Santa Casa.



Para mais informações, consultar o site http://www.circuitodaboavista.com/  



NUNO DINIS

MIGUEL OLIVEIRA



CORRIDA POSITIVA PARA OLIVEIRA EM LE MANS




O Grande Prémio da França permitiu a Miguel Oliveira demonstrar que é possível cumprir o seu objectivo para esta temporada de estréia no Mundial. No entanto o 9º lugar soube a pouco ao português.

O piloto da Andalucía Banca Cívica fez a sua estréia no traçado francês e subiu mais uma posição na classificação mundial e é agora 9º, a um ponto do 8º lugar.



MIGUEL OLIVEIRA, 9º

“Durante a corrida consegui baixar um segundo o tempo que tinha feito nos treinos, o que me permitiu subir algumas posições até chegar ao sétimo posto. Mas o nosso set-up não permitia um ritmo de corrida tão alto e no fim a moto ressentiu-se o que levou a uma perda de rendimento, razão pela qual não consegui manter o sétimo lugar. Temos que descobrir como solucionar esses inconvenientes, mas a equipa está a dar 200% e estou seguro que atingiremos bons resultados nas próximas corridas. Agora há que se centrar no grande prémio seguinte e fazer o melhor possível. Aproveito para felicitar o Maverick Vinãles pela sua primeira vitória aqui em Le Mans. O ano passado lutamos ambos pelo campeonato espanhol e isso dá-me ânimo para atingir bons resultados como ele”. Sublinha o piloto.

PEDRO MACHADO, Director da equipa

“Tanto em Portugal como aqui tivemos muita falta de sorte. Por muito que os tentamos evitar, os problemas continuam e vamos falar com a Aprilia para perceber como podemos solucioná-los. A equipa está a fazer um óptimo trabalho e esses problemas não estão relacionados com o nível técnico da nossa estrutura. O Miguel tem capacidades para ser muito rápido e não tem estado nas posições que deveria. A próxima corrida é em Montmeló e vamos fazer o possível para que esteja tudo certo quando lá chegarmos. Estou confiante que faremos um bom trabalho de modo a esquecer todos esses problemas” conclui.

ENRIQUE QUIJAL, Diretor técnico

“O Miguel deu um passo em frente e melhorou em um segundo o seu ritmo. Esta melhora nos tempos acabou por penalizar de certa forma os pneus e no fim da corrida perdeu duas posições. O set-up que escolhemos era para um ritmo mais lento e não funcionou, o que o forçou a pilotar de uma forma diferente para conseguir manter o ritmo e ser competitivo”.






ZE CARLOS FERREIRA

ARMINDO NEVES




OPORTUNIDADE PERDIDA


Armindo Neves e Bernardo Gusmão não foram felizes no Rali Targa Serra da Freita, ao optarem por abandonar esta prova, depois de um furo que os fez perder demasiado tempo e as hipóteses de obterem uma boa pontuação para o Open como era o objectivo da equipa.



“Entrámos bem na prova e um 4º tempo entre o concorrentes do Open no troço de abertura, deixava a perspectiva de que poderíamos obter aqui possivelmente o melhor resultado da época”, começou por dizer o piloto apoiado pelos Centros-Auto Roady e que tem como “Premium Sponsors” a Costa & Garcia com as ferramentas Beta, a SKF Portugal, a Krautli com as marcas Valvoline e Beru e ainda a Sonicel com a marca Sonax, adiantando que “no segundo troço, onde vínhamos a fazer mais um excelente tempo, acabámos por furar, sem que isso se tenha ficado a dever a qualquer excesso ou erro da nossa parte. Os cinco minutos perdidos a mudar a roda, num rali sprint como era este, tornavam a nossa recuperação impossível, pelo que, optámos por parar, poupando assim o carro e o material para os ralis que ainda nos faltam disputar”.
Apesar desde azar, Bernardo Gusmão retira boas conclusões da presença nesta prova. “Foi de facto uma pena este furo. Pelas indicações deixadas no 1º troço e também pelo bom registo que vínhamos a efectuar no 2º, estou convencido de que poderíamos ter feito um lugar no pódio, mas os ralis são mesmo assim e resta-nos a consolação de neste momento estarmos com um ritmo ao nível dos melhores”, refere.

Para Armindo Neves, o tempo é de olhar para a frente e pensar que “agora com as provas de terra poderemos fazer ainda melhores resultados, até porque é o meu tipo de piso favorito e temos um carro muito competitivo. Por isso a nossa expectativa é poder andar sistematicamente nos primeiros lugares... já em Oliveira do Hospital”.

Refira-se que este projecto conta ainda com a colaboração dos seguintes parceiros: Incopil, Petroltorres, Garvetur, J.Silva Lda, Glassdrive, Franke, PRcar, Jornal das Oficinas, Xikane e Grande Hotel Lisboa.




NUNO DINIS

TROFEU FASTBRAVO 2011- RALLYE SERRA FREITA



A Vez de Fábio Ribeiro



O Rali Serra da Freita foi palco de mais uma luta interessante pela vitória no Troféu FASTBRAVO, sendo dois os pilotos a vencer o maior numero de especiais cronometradas.

Sérgio Vaz até entrou a ganhar por uma pequena margem no início do rali, mas Fábio Ribeiro depressa respondeu com o melhor tempo na segunda especial e passou a liderar. Ao registar também o melhor crono no ultimo troço, o piloto da Marinha Grande confirmou a primeira vitória da época por apenas 2.1 segundos de vantagem.
Rui Garcia garantiu o terceiro lugar, amealhando os pontos necessários para se manter na luta pelo título que está ao alcance dos quatro primeiros classificados nas contas do troféu.
Boa prova para a equipa estreante Ilberino Santos / Ana Faustino, que averbaram o quarto lugar, na frente de Fernando Cardoso, que perdeu algum tempo depois de uma saída de estrada na segunda secção.

Depois de bons registos nas especiais, Cristiano Queiroga viu a sua prova ficar comprometida, ficando mesmo assim, na frente de Luís Pinto que também não evitou uma saída de estrada, seguida de alguma dificuldade em colocar de novo o carro na estrada.

Foi com uma violenta saída de estrada, logo no inicio do rali que, Diogo Gago concluiu a fase de asfalto do troféu, no entanto, o piloto algarvio mantém a liderança nesta competição com um total de 50 pontos, na frente de Fábio Ribeiro (45 pontos) e Sérgio Vaz (40 pontos).

A próxima prova é o Rali Oliveira do Hospital nos dias 17 e 18 de Junho de 2011, dando início à segunda fase do programa do troféu FASTBRAVO 2011, passando aos pisos de terra.








Classificação na Prova:
1º Fábio Ribeiro / Eurico Adão
2º Sérgio Vaz / Nuno Queirós
3º Rui Garcia / Luís Sá
4º Ilberino Santos / Ana Faustino
5º Fernando Cardoso / João Sequeira
6º Cristiano Queiroga / Ricardo Neves
7º Luís Pinto / José Ferreira

Diogo Gago / Jorge Carvalho (Desistiu)



Vencedor do maior numero de Especiais:

Sérgio Vaz e Fábio Ribeiro - 2 Pts



Vencedor da ultima especial do Rali:

Fábio Ribeiro - 1 Pt.



Classificação no Troféu:


1º Diogo Gago 50 Pts
2º Fábio Ribeiro 45 Pts
3º Sérgio Vaz 40 Pts
4º Rui Garcia 39 Pts
5º Fernando Cardoso 27 Pts
6º Luís Pinto 17 Pts
7º Ilberino Santos 10 Pts
8º Ricardo Neves 9 Pts
8º César Andresson 9 Pts
8º Jorge Ribeiro 9 Pts
11º João Sequeira 8 Pts
11º Cristiano Queiroga 8 Pts
13º Luís Ferreira Silva 7 Pts
14º Alexandre Durão 1 Pt
14º Fernando Martins 1 Pt









NUNO DINIS


CLUBE ESCAPE LIVRE



Nova aposta, mais aventura, muita adrenalina



Natureza, Aventura e Adrenalina são as palavras de ordem de “Nas alturas Navegação 4X4”. O desafio é proposto pela Associação Cultural e Recreativa de Fernão Joanes e pelo Clube Escape Livre, que pela primeira vez se estreia na competição todo terreno. Agendada para 23 a 25 de Setembro, a prova de navegação e orientação ao volante de viaturas 4x4 vai decorrer na Guarda, ou não estivesse esta região dotada de condições únicas, paisagens extraordinárias e trilhos surpreendentes.



Dotadas com conhecimentos em áreas complementares, pela primeira vez duas entidades do concelho da Guarda agregam esforços com o objectivo de proporcionar uma aventura diferente. A competição tem como cenário as paisagens serranas da Guarda e desenrola-se a partir de equipas constituídas por duas viaturas e quatro pessoas (um piloto e um navegador por viatura), o que propicia o espírito de equipa e a camaradagem.



O objectivo é, como em qualquer prova de navegação, através de uma estratégia definida, registar a passagem das equipas nos diversos waypoints, no tempo limite, conseguindo o máximo de pontos possível. A diferença desta em relação a outras provas similares pelo país está nos waypoints, longe de ser meros pontos de passagem e paragem, sendo antes locais criteriosamente escolhidos pelo seu interesse histórico, cultural ou paisagístico. Acompanhados das cartas militares do Instituto Geográfico do Exército e de um GPS, resta adicionar adrenalina q.b. para passar do mapa ao terreno.
A diferença de altitudes, de relevos, de flora e de paisagens naturais e construídas serão certamente inesquecíveis para os participantes deste desafio que irá constituir um excelente cartaz turístico da região.

O programa começa no dia 23, sexta-feira, com a abertura do secretariado, recepção aos participantes, verificações técnicas e administrativas e um jantar de boas vindas no hotel Vanguarda, centro nevrálgico do evento e que dispõe de preços muito especiais para os participantes. No sábado, depois do pequeno-almoço, inicia-se a prova de navegação, com 60 waypoints agrupados em estratégias e livres, e pontos de controlo obrigatórios onde a TSM, operadora de imagem oficial, efectua a recolha de imagens. O jantar é seguido de um período de animação. Ao longo do dia 25, domingo, uma segunda prova com 48 waypoints comprova as melhores estratégias, após a qual uma refeição e a respectiva entrega de prémios marcam o encerramento deste evento.

O período oficial de inscrições já se encontra aberto e têm o custo de 400€ por equipa (2 viaturas, 4 pessoas) valor que inclui o fornecimento de cartas militares, o caderno de prova, a revista oficial de prova, a alimentação (três jantares e dois pequenos-almoços), o troféu da Spal e seguros. Podem ser feitas junto do Clube Escape Livre, através dos emails fernaojoanes.tt@gmail.com e escapelivre@netvisao.pt ; pelo fax: 271 205 289; ou consultando o site http://www.escapelivre.com/ , onde encontra mais informação sobre a prova.






NUNO DINIS

VODAFONE BP ULTIMATE TEAM




Fontes e Barbosa também vencem a 2ª!

 
 
Terminou da melhor forma o fim-de-semana do Vodafone BP Ultimate Team no Autódromo Internacional do Algarve. Depois de terem vencido a primeira corrida disputada ontém, a dupla José Pedro Fontes e Miguel Barbosa repetiu o feito na prova de hoje. Miguel Barbosa arrancou da 3ª posição com o Mercedes AMG SLS Gt3 e, desde logo, se mostrou determinado em manter acesa a luta pela vitória “arrancando da 3ª posição sabíamos que tínhamos que ser muito fortes para não perder o “comboio” para os nossos adversários. O ritmo estava muito forte no início da corrida, mas conseguimos não cometer erros e construir uma vitória muito importante em termos de Campeonato. Parece-me, sem dúvida, a melhor forma de agradecermos aos patrocinadores que viabiliazaram este projecto.” Barbosa impôs-se na liderança decorridos que estavam cerca de 10m, permitindo a José Pedro Fontes uma gestão da corrida na segunda metade da prova. José Pedro Fontes declarava no final que “cumprimos na íntegra os nossos objectivos para o fim-de-semana e estreamos da melhor forma o novo carro. Começamos o Iberian Supercars Trophy com duas vitórias, o que nos deixa muito motivados para a restante temporada.”
 
 A próxima prova do Vodafone BP Ultimate Team será nos dias 28 e 29 de Maio no Circuito de Jarama.



JOAO BICA

PEUGEOT SPORT



“DOBRADINHA” DA PEUGEOT ANTES DE LE MANS




A cinco semanas das 24 Horas de Le Mans, a Peugeot conquistou uma “dobradinha” encorajadora em Spa-Francochamps, ao longo de seis horas de uma corrida emocionante. Alexander Wurz, Anthony Davidson e Marc Gene venceram com o carro n.º 7, à frente do n.º 8 de Franck Montagny, Stéphane Sarrazin e Nicolas Minassian, que largaram da 48.ª posição da grelha. O Team Peugeot Total cumpriu mais uma das etapas de preparação para Le Mans.



UMA PRIMEIRA HORA INACREDITÁVEL



Ontem, em Spa-Francorchamps, perante 34 600 espectadores, os Peugeot 908 não ocupavam as primeiras posições da grelha de partida, mas quando a luz verde acendeu os três carros do Team Peugeot Total não esconderam as suas ambições. Apesar de largar de 12.º, Alexander Wurz, ao volante do Peugeot n.º 7, completou a primeira volta em terceiro! Sebastien Bourdais, no n.º 9, recuperava até ao quarto lugar e Franck Montagny que arrancou de 48.º ultrapassou 38 carros numa volta!
Na sua cavalgada Alexander Wurz subia ao segundo lugar ao fim de 30 minutos de corrida. O austríaco colou-se aos escapes do comandante Lotterer e ascendeu ao comando antes do primeiro reabastecimento, na sequência de uma magnífica ultrapassagem, no meio do tráfico.
As coisas estavam a correr bem para os outros Peugeot, com Sébastien Bourdais que cedeu o volante do Peugeot 908 n.º 9, a Pedro Lamy, no quarto lugar. Franck Montagny ocupava um excelente 5.º lugar, quando foi rendido por Stéphane Sarrazin.



OS TRÊS PEUGEOT NO COMANDO



Aos poucos, a corrida ia entrando na normalidade e a regularidade dos Peugeot permitiu aos três 908 passarem a ocupar as três primeiras posições ao fim de 2 horas e meia de corrida, numa demonstração clara da sua competitividade. Anthony Davidson, Pedro Lamy e Stéphane Sarrazin mantinham, de forma constante, um ritmo elevado e aumentavam o avanço sobre os seus adversários.
O Peugeot 908 n.º 7 só perdeu o primeiro lugar nos reabastecimentos, com Marc Gene, e depois de novo Alexander Wurz, a manterem o comando até ao final das seis horas de corrida, sem sofrerem o mais pequeno problema.
Atrás deles a luta pelos lugares do pódio era intensa. Pedro Lamy, foi o único piloto a fazer três turnos, mas saiu da pista no final do último e deixou o segundo lugar ao Peugeot n.º 8. Simon Pagenaud rendeu o português, mas foi obrigado a parar durante 30 minutos, na “box”, para mudar o semi-eixo dianteiro direito.
O trio Bourdais-Lamy-Pagenaud acabou em oitavo, mas tiveram a consolação de terem feito a volta mais rápida.



QUINTA VITÓRIA DA PEUGEOT EM SPA-FRANCORCHAMPS



Ao fim de seis horas de corrida, o Team Peugeot Total conseguiu uma “dobradinha” importante, tendo em vista a próxima edição das 24 Horas de Le Mans. Pela quinta vez consecutiva, a Peugeot venceu os 1000 km de Spa-Francorchamps e Alexander Wurz, Anthony Davidson e Marc Gene ficarão na história como os primeiros pilotos a vencer ao volante do novo Peugeot 908. «A quinta vitória consecutiva em Spa, esta primeira vitória do Peugeot 908 e este primeiro triunfo da temporada do ILMC caiu como sopa no mel», disse Olivier Quesnel, director da Peugeot Sport. «Os testes são feitos para testar os carros e não forçosamente para alcançar resultados, mas a corrida é que é significativa. Tudo correu como tínhamos previsto. Fomos fiáveis e competitivos, tanto no que diz respeito ao consumo, como em relação ao desgaste dos pneus. Vencemos uma prova em que não éramos favoritos, pelo que só nos resta alcançar o Everest».
Graças à segunda “dobradinha” da temporada no ILMC, a Peugeot cimentou a posição de comandante da classificação dos Construtores. O Team Peugeot Total assumiu, igualmente, o comando da classificação por equipas.
Quarto na grelha de partida, o Peugeot 908 HDi FAP do Team Oreca-Matmut terminou em décimo, com a equipa Duval-Lapierre-Panis.



Declarações



Bruno Famin, director técnico: «Os testes em Le Mans, feitos em Abril, foram uma verdadeira sessão de trabalho para nós e cumprimos o programa estabelecido sem pensar na concorrência, tal como aconteceu, aqui, nos treinos livres. A corrida de Spa foi encarada sob a mesma óptica, como preparação de Le Mans, mas com um pouco mais de envolvimento desportivo e com o pensamento num bom resultado. Não tínhamos a certeza de poder alcançar a vitória, mas tínhamos feito o melhor trabalho possível e o resultado veio por acréscimo, graças ao bom desempenho dos nossos pilotos. Este resultado veio dar confiança à equipa, mas é uma confiança limitada, porque as diferenças são pequenas. Le Mans vai ser uma corrida difícil e complicada».



Alexander Wurz, Peugeot 908 n.º 7: «O meu primeiro turno correu bem e percebi depressa a eficácia do carro. Quando percebi que éramos os mais rápidos, isso deu-me uma super-motivação. Mesmo poupando os pneus, fiz pressão sobre os meus adversários e assumi o comando. Depois, foi formidável a maneira como tudo se passou. É uma vitória importante na nossa preparação para as 24 Horas de Le Mans».



Anthony Davidson, Peugeot 908 n.º 7: «Quando vi o ritmo do Alex, percebi que tínhamos carro para ganhar. O carro é confortável de guiar e este é um circuito de que gosto muito. O meu engenheiro pediu-me para puxar a 100 % e foi isso que fiz. Tínhamos uma boa estratégia e não tivemos o mais pequeno sinal de alerta. Foi positivo antes de Le Mans.»



Marc Gene, Peugeot 908 n.º 7: «O principal ensinamento desta corrida é que as 24 Horas de Le Mans vão ser muito renhidas e serão, certamente, a edição mais aberta dos últimos cinco anos. Este bom resultado em Spa, não tem nada a ver com Le Mans. Mostrámos a nossa fiabilidade e a nossa eficácia hoje.»



Franck Montagny, Peugeot 908 n.º 8: «O meu turno foi complicado porque tive de ultrapassar muitos adversários e não pude rolar no mesmo ritmo dos outros por causa do tráfico e tratei mal os pneus, pelo que o equilíbrio era estranho no final do turno.»



Stéphane Sarrazin, Peugeot 908 n.º 8: «Estou muito contente com os meus turnos. O comportamento do carro foi bom e constante. O “safety car” fez-nos perder cerca de quarenta segundos, mas, finalmente, quase que consegui recuperar o tempo perdido. Fizemos evoluir, muito, o carro ao longo da semana e este resultado permite-nos chegar a Le Mans mais motivados do que antes.»



Nicolas Minassian, Peugeot 908 n.º 8: «Tínhamos afinações um pouco diferentes, mas conseguimos preservar os pneus e adquirimos informações preciosas para as 24 Horas de Le Mans. Depois de uns treinos complicados, conseguimos regressar ao primeiro plano.»



Sébastien Bourdais, Peugeot 908 n.º 9: «Esperávamos subir lugares, depressa, mas foi uma bela surpresa ver que tínhamos o mesmo ritmo dos nossos principais adversários. Parti com pneus macios e tive de ser económico para poder fazer dois turnos com o mesmo jogo.

Pedro Lamy, Peugeot 908 n.º 9: «Havia muito trânsito e por isso quando se conseguia fazer uma volta limpa corria o risco de atacar. Foi o que fiz e saí, o que foi pena, porque podíamos ter monopolizado o pódio. Foi um excelente teste para Le Mans e temos de aprender com os erros e aproveitar a parte positiva dos problemas que temos de enfrentar.»

Simon Pagenaud, Peugeot 908 n.º 9: «Fiz o possível para terminar no pódio. Parti bem, mas, infelizmente, tivemos um problema técnico. Foi pena porque o nosso carro era muito eficaz, como o demonstra o facto de termos feito a volta mais rápida, no final da corrida. Foi moralizador para Le Mans.»



O filme da corrida



Hora Volta Acontecimento

14.05 0 Partida: n.º 7 (Wurz), 12.º; n.º 8 (Bourdais), 17.º; n.º 9 (Montagny), 48.º
14.49 21 N.º 7, gasolina
14.51 22 N.º 8, gasolina
14.54 23 N.º 7, gasolina
15.39 45 N.º 7, gasolina, pneus, Davidson rende Wurz
15.42 46 N.º 9, gasolina, pneus, Lamy rende Bourdais
15.43 46 N.º 8, gasolina, pneus, Sarrazin rende Montagny
16.30 67 N.º 7, gasolina
16.33 68 N.º 9, gasolina
16.35 69 N.º 8, gasolina
17.34 83 N.º 7, gasolina, pneus, Gené rende Davidson
17.37 84 N.º 9, gasolina, pneus
17.38 84 N.º 8, gasolina, pneus, Minassian rende Sarrazin
18.20 113 N.º 9, na gravilha
18.24 113 N.º 9, gasolina, pneus, Pagenaud rende Lamy
18.26 116 N.º 7, gasolina
18.31 118 N.º 8, gasolina
19.15 138 N.º 9, gasolina, intervenção no capot dianteiro
19.16 139 N.º 7, gasolina, pneus, Wurz rende Gené
19.20 140 N.º 8, gasolina, pneus, Sarrazin rende Minassian
19.26 143 N. 9, furo no pneu dianteiro direito
19.28 143 N.º 9, carro puxado para dentro da “box” para intervenção na frente do carro
19.37 143 N.º 9, regresso à pista em 9.º
20,05 Chegada, vitória do n.º 7 à frente do n.º 8. O n.º 9 é 8.º



Classificação dos 1000 km de Spa-Francorchamps, segunda prova do ILMC

1.º, Peugeot 908 n.º 7 (Davidson/Gene/Wurz), 161 voltas em 6.02.03,799
2.º, Peugeot 908 n.º 8 (Sarrazin/Montagny/Minassian), a 42,965
3.º, Audi R18 TDi (Capello/McNish/Kristensen), a 1 volta
4.º, Audi R18 TDi (Dumas/Bernhard/Rockenfeller), a 2 voltas
5.º, Audi R18 TDi (Fassler/Lotterer/Treluyer), a 3 voltas
6.º, Pescarolo Judd (Collard/Tinseau/Jousse), a 5 voltas
7.º, Lola Toyota (Jani/Prost), a 5 voltas
8.º, Peugeot 908 n.º 9 (Lamy/Bourdais/Pagenaud), a 6 voltas
9.º, Lola Toyoa (Belicchi/Boullion), a 6 voltas
10.º, Peugeot 908 HDi FAP Oreca (Lapierre, Duval, Panis), a 9 voltas



Classificações do Intercontinental Le Mans Cup
Construtores Equipas

1,º Peugeot 55 pontos 1.º, Team Peugeot Total, 27 pontos
2.º, Audi, 38 pontos 2.º, Audi Sport Team Joest, 19 pontos
3.º, Team Oreca-Matmut, 18 pontos
4.º, Rebellion Racing, 12 pontos

 
 
 
NUNO DINIS